Ser super herói não deve ser nada barato. Tony Stark que o diga. Mas para a maioria dos meros mortais, nos resta as facilidades que a vida nos oferece, como os cartões de crédito.

E se esse cartão de crédito for personalizado com os seus heróis favoritos e trazer bons benefícios, melhor ainda.

Foi com essa ideia que a MasterCard se uniu com a Marvel e lançou o The Marvel Mastercard®

E entre os benefícios, os clientes tem descontos especiais de 10% em produtos da Marvel.com todos os dias, e também 1% sobre todas as compras feitas com o cartão ‘super poderoso’

Além de anuidade grátis. Só que infelizmente essa oferta é apenas para os EUA… e não tem previsão para a Mastercard trazer esse produto para os fãs brasileiros.

Ao todo, os fãs da Marvel tem à disposição 6 modelos de cartões com a imagem do Homem de Ferro, o escudo do Capitão América, o Homem Aranha, e uma fita K7 representando os Guardiões da Galáxia.

Comunicadores

O Nubank está lançando um programa de fidelidade para todos os seus clientes a partir de hoje, após quase um ano de testes. O Rewards tem uma conversão de gastos em pontos que é mais fácil de entender, porém exige o pagamento de uma anuidade. Felizmente, a própria startup mostra se isso vale a pena (ou não) para você.

Com sua pontuação, você pode “apagar” gastos deslizando-os para a direita; o Nubank lança um crédito na fatura com o mesmo valor. Isso também vale para despesas internacionais, mas você pode ser cobrado por variações cambiais.

O programa oferece trinta dias gratuitos; depois, você paga R$ 19/mês ou R$ 190/ano. Ele será liberado para todos os clientes ao longo das próximas semanas.Continuar lendo

O cartão pré-pago Cufa Card é voltado para consumidores e empreendedores das favelas e poderá ser usado em qualquer estabelecimento que aceita a bandeira MasterCard no Brasil. Os interessados não precisam ter conta em banco ou comprovar renda. Também não será realizada consulta a órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

O cartão poderá ser usado para saques em caixas eletrônicos. Pelo aplicativo, será possível consultar o saldo, colocar crédito no celular, pagar contas pelo celular e fazer transferências para outros cartões Cufa Card. Não serão cobradas taxas por esses serviços.

O cliente pagará uma mensalidade de R$ 8, que será revertida em um crédito de R$ 10 para celulares pré-pagos. O usuário só paga a taxa se tiver o dinheiro em conta, caso contrário, não contrai dívida alguma.

— De acordo com minha última pesquisa, 93% dos moradores de favela possuem celulares, dos quais 87% são pré-pagos. Além disso, em 100% das famílias que possuem celular, pelo menos um membro delas usa o serviço pré-pago. Logo, constamos que crédito de celular é igual dinheiro vivo nas favelas — afirma Celso Athayde, presidente da Favela Holding e um dos idealizadores do projeto.

Para ele, o programa também promete vantagens para os comerciantes: eles poderão aceitar pagamentos desses cartões sem taxa de operação, adesão e manutenção e vão receber sempre à vista.

— Esse será um dos mais expressivos projetos de inclusão financeira que o Brasil já teve.

A emissão do cartão e a entrega da maquininha Cufa Card serão iniciadas nesta terça-feira, dia 11 de julho.

Representantes em 31 favelas diferentes do Rio vão fazer o cadastro dos clientes e entregarão o cartão na hora. Algumas equipes ficarão em postos físicos, enquanto outras irão de casa em casa ou participarão de eventos nas comunidades. Um terceiro grupo vai oferecer a parceria para os empreendedores formais e informais das favelas.

As favelas são Acari, Antares, Asa Branca, Bancários, Barbante de Campo Grande, Catiri, Cidade de Deus, Chaperó, Cidade Alta, Coreia, Dendê, Fallet Fogueteiro, Grota do Surucucu, Jardim Bangu, Manguinhos, Mineira, Muquiço, Parque União, Pedreira, Penha, Rio das Pedras, Rocinha, Sapo de Camará, Seropédica, Serrinha, Vidigal, Vigário Gera, Parada de Lucas , Vila Aliança, Vila Vintém, Vila Kenedy.

Pessoas de todo o país podem pedir o cartão pelo site www.cufacard.com.br.

Com zero anuidade ou taxa de manutenção de conta e 100% digital, o Banco Neon anunciou nesta quarta-feira (19) que vai lançar um cartão de crédito. Até então, a fintech só oferecia um cartão de débito da bandeira Visa.

O novo produto deve estar disponível nos próximos meses, segundo a companhia. Assim como o plástico de débito, o cartão de crédito será da bandeira Visa, com zero anuidade. A fintech promete cobrar juros mais baratos do que os grandes bancos de quem atrasar o pagamento da fatura.

“Vamos deixar claro todas as taxas cobradas, pois não queremos que as pessoas se endividem”, disse o CEO da empresa, Pedro Conrade. Oferecer cheque especial está fora dos planos. “É a maior sacanagem que existe”, disse.

O Banco Neon também está desenvolvendo produtos em parceria com empresas para oferecer seguros, câmbio e recarga de celular e transporte no aplicativo. “Se já existem bons produtos no mercado, por que não integrá-los ao Neon?”, disse o CEO.

A fintech também está testando oferecer contas digitais sem taxa de manutenção para pessoa jurídica, com foco em pequenas empresas.

Como outras fintechs, o Banco Neon vende a ideia de que cobra tarifas mais baixas, com mais transparência e atendimento mais fácil do que os bancos tradicionais. O Neon acaba de completar um ano, com 180 mil clientes, e pretende ter 1 milhão até o final de 2018.

Focada em “millenials”, a fintech lançou serviços como transferências via Siri, a assistente pessoal do iPhone que entende comandos de voz, e autenticação por selfie em vez de senha.

O aplicativo também tem uma ferramenta de planejamento financeiro que permite criar objetivos e agendar aplicações automáticas em um CDB que paga 90% do CDI. Por enquanto, o app não oferece outros investimentos.

EXAME

O Nubank anunciou nesta quinta-feira, 6, que o Nubank Rewards está prestes a ser lançado. A empresa liberou um cadastro para que os interessados possam ser alertados assim que o serviço estiver disponível.

A empresa não informou a data precisa de quando isso deve ocorrer, mas afirmou que deve ser dentro de pouco tempo. A proposta do serviço, que já está em testes há algum tempo com uma pequena fração dos usuários, é atribuir uma pontuação para gastos no cartão, que poderia ser usada para eliminar alguns itens da fatura. Para ter acesso ao serviço, usuários precisarão pagar anuidade, mas o recurso é opcional.

Durante a fase de testes, o Nubank cobrava R$ 190 de anuidade à vista ou R$ 19 por mês (total de R$ 228 por ano) para que seus usuários tivessem acesso ao Rewards. Cada R$ 1 gasto com o cartão equivale a um ponto na conta.

No entanto, vale ser observado que a conversão de um ponto não serve para apagar R$ 1 da sua fatura. Durante a fase de testes, o Nubank informava que eram necessários 2.709 pontos para apagar da fatura uma mensalidade do Spotify. Ou seja: seria preciso gastar R$ 2.709 por mês para conseguir eliminar uma mensalidade que custa R$ 16,90. Segundo a empresa, os valores foram revistos para a versão final do serviço, mas que ainda não é possível antecipar qual será o verdadeiro valor dos pontos.

Quem se interessar pelo Nubank Rewards pode se cadastrar para receber acesso prioritário no lançamento neste link.

Sempre vemos notícias sobre problemas na economia, mas um item que poucas pessoas prestam atenção é nas tarifas bancárias, mesmo elas variando bastante de uma instituição para outra.

O comentarista de economia do Hora 1, Samy Dana, diz que é possível escapar dessas taxas, algumas são de serviços que usamos bastante, mas outros, nem tanto.

O Banco Central, que é o órgão do governo que regula todos os bancos, tem uma resolução sobre um tipo de conta chamada de ‘serviços essenciais’, que não tem tarifa, ou seja, o consumidor não paga nada por ela.

Todo banco tem a obrigação de oferecer este serviço, que conta com as seguintes facilidades:
– Fornecimento de cartão com função débito;
– Realização de até quatro saques, por mês;
– Realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês;
– Fornecimento de até dois extratos, por mês;
– Consultas pela internet;
– Fornecimento de até 10 folhas de cheques por mês.

Esse tipo de pacote resolve a vida de muita gente e não tem custo.

Hoje no Brasil existem mais de 100 milhões de contas correntes e a tarifa média que se paga é de R$ 25 por mês, mas em certos casos esse valor pode passar de R$ 200.

G1

Os bancos estão cortando os cartões de crédito dos clientes que julgam ser de maior risco, especialmente os das classes mais baixas. Só os dois maiores do País – Banco do Brasil e Itaú Unibanco – retiraram de circulação 1,2 milhões de cartões nos primeiros quatro meses deste ano, segundo dados informados pelas próprias instituições.

Na comparação com os quatro primeiros meses de 2016, a queda foi ainda maior. A base de cartões do BB caiu de 22,2 milhões para 17,2 milhões e a do Itaú recuou de 32,1 milhões para 28,9 milhões. Bradesco e Santander não abrem os números sobre a emissão e retirada dos cartões, mas executivos dizem que as instituições passaram a excluir clientes mais arriscados para diminuir os juros e as taxas do crédito parcelado, a nova modalidade que o governo impôs no lugar do crédito rotativo.

Símbolo da ascensão da classe C ao mundo do consumo, o uso de cartão de crédito dá sinais de exaustão diante da recessão e da cautela dos operadores com o calote que chegou aos 40% no crédito rotativo. “A gente vem observando redução da base total de cartões porque há uma maior seletividade por perfil de risco. Nós temos abdicado dos clientes de maior volatilidade e focamos em clientes com menor risco. Além disso, temos visto muita gente saindo do mercado por inadimplência”, diz o diretor-executivo de cartões do Itaú Unibanco, Marcos Magalhães.

O mesmo fenômeno acontece em outras instituições financeiras, especialmente as que mais sofreram com a inadimplência. Banco do Brasil e Santander preferiram não se pronunciar oficialmente. A Caixa é a única exceção porque ainda sofre para aumentar a adesão dos clientes aos cartões do banco. Teve alta ligeira de 200 mil cartões de crédito nos quatro primeiros meses deste ano e de 700 mil na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Mesmo assim, o banco estatal tem ainda uma carteira de apenas 7,2 milhões de cartões de crédito, a menor entre as grandes instituições.

No Bradesco, o número de clientes ativos não chegou a cair, mas cresceu o bloqueio de cartões por atraso no pagamento. “Esses clientes não conseguem fazer compras até que voltem a pagar. Se o atraso atingir 60 dias, a gente cancela o cartão”, diz o diretor de cartões do Bradesco, Cesario Narihito Nakamura. O problema de atraso no pagamento aconteceu inicialmente entre clientes de menor renda ou sem renda fixa.

Surpresa no caixa

Joe Weider Ferreira, encanador autônomo de Sorocaba, teve uma surpresa no caixa do supermercado semanas atrás. “Meu cartão antigo venceu e fiquei esperando o novo. Fomos ao mercado com o cartão da minha mulher e, ao tentar pagar a conta de R$ 50, vimos que o dela também estava bloqueado.” Sem aviso prévio, o cartão emitido pelo supermercado tinha sido cancelado e, naquele momento, não passava de um plástico colorido sem função.

“Foi chato. Eu tinha há dez anos. Já comprei televisão, máquina de lavar e celular com ele.” Uma década atrás, quando Ferreira recebeu o cartão oferecido pelo supermercado, o setor vivia uma época de ouro. Dados do Banco Central mostram que, entre 2008 e 2010, operadoras emitiram e enviaram quase 27 milhões de cartões aos brasileiros. Nessa época, o Brasil emitia quase um novo plástico a cada dois segundos.

Os dados mais recentes do estoque de cartões ainda são de 2015. Segundo o Banco Central, no acumulado, naquele ano, havia 165,2 milhões de plásticos no Brasil, número recorde desde o início da série, em 2008. O BC, porém, ainda não divulgou os números do ano passado.

Pressão

Embora os clientes relatem que estão sendo feitos cancelamentos sem aviso prévio, os grandes bancos afirmam que só cancelam os cartões por razões previstas em contrato, como atraso no pagamento. Mesmo sem cancelar unilateralmente, algumas operadoras usam de outras estratégias para pressionar o cliente a desistir do cartão, como diminuir o limite ou aumentar a cobrança da taxa de anuidade.

O diretor-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), Ricardo Vieira, reconhece que o cenário macroeconômico afeta o setor como outras áreas da economia.

O executivo explica, porém, que a entidade não tem dados sobre o número de cartões em circulação e prefere observar indicadores como faturamento e volume de transações. “Esses indicadores vão na contramão e continuam crescendo, mas isso não indica que não poderia estar acontecendo essa redução do número de cartões”, disse, ao comentar que alguns bancos podem estar “realizando movimento de limpeza da base de clientes”.

Fonte: CORREIO DO POVO

Após dois anos em gestação na Cidade de Deus – conjunto de edifícios que abriga a sede do Bradesco, em Osasco –, o projeto Next, um novo banco 100% digital, chegará ao mercado hoje, ao lançar seu aplicativo na AppStore e Google Play. O projeto é o mais recente movimento do banco em um cenário agitado para o setor, marcado pela chegada de várias fintechs – startups da área financeira – e pela expansão das corretoras independentes, culminando na aquisição de 49,9% da XP pelo Itaú, em um negócio de R$ 5,7 bilhões, no mês passado.

Em seu projeto, o Bradesco tentou garantir que a cultura do Next não fosse “contaminada” pelos vícios de um grande banco, ao criar uma estrutura independente para o novo negócio. O vice-presidente executivo da instituição, Maurício Minas, diz que os 100 funcionários do Next – que funciona num andar de um dos edifícios da sede do Bradesco – têm um perfil diferente do geralmente encontrado em instituições financeiras.

Para colocar o projeto em pé, o Next muniu-se de uma equipe multidisciplinar que incluiu antropólogos, cientistas sociais e matemáticos. “Era importante que entendêssemos o comportamento das pessoas e pudéssemos gerar a inteligência para estabelecermos um diálogo com o público jovem e conectado”, explica Minas. “O banco foi criado do zero, em dois anos.”

Como o time do Next é relativamente pequeno, o banco digital usará a estrutura de apoio do Bradesco – pequenos times foram formados na instituição para dar suporte ao Next. Embora tenha operação independente e uma linha de comunicação própria com seus clientes, o banco digital vai ofertar produtos financeiros do Bradesco.

A instituição não revela o quanto investiu especificamente no Next, mas o Estado apurou que foram cerca de R$ 120 milhões. O vice-presidente da instituição lembra, porém, que o projeto foi viabilizado graças a investimentos feitos no Bradesco, entre eles um aporte de US$ 1 bilhão no setor de tecnologia.

Estilo. Para fazer frente a startups financeiras que já viraram referência, como a NuBank, especializada em cartão de crédito, o Next aposta em um leque completo de serviços bancários oferecidos sem necessidade de o cliente comparecer a uma agência ou assinar qualquer documento.

O Next também incentivará o cliente a definir metas financeiras que pretende cumprir, como a aquisição de um determinado bem. O acompanhamento desses objetivos se dará por meio de uma ferramenta que fará a gestão automática dos gastos do usuário, de forma semelhante ao app Guia Bolso.

Apesar de ser um banco, o Next tentará se inserir na vida do cliente em outros momentos – assim, espera se tornar essencial ao cliente. A oferta de descontos é focada no público mais jovem, com parcerias já firmadas com Uber, iFood e Cinemark. Para ter acesso às vantagens, o usuário terá de acessar essas plataformas pelo Next.

Desafios. O diretor de inovação da Accenture, Guilherme Horn, afirmou que foi acertada a decisão do Bradesco de criar uma estrutura independente para tocar o projeto Next – desta forma, evitou-se a criação de uma “filial” da instituição.

Ao se apresentar como um banco completo, no entanto, o Next concorrerá tanto com serviços financeiros especializados – como corretoras e fintechs – quanto com líderes de mercado, incluindo o próprio Bradesco. “O Next cria um produto novo que pode canibalizar o Bradesco. E é assim que deve ser: se toda a empresa tiver medo de fazer isso, a inovação não vai acontecer nunca”, diz Pedro Waengertner, presidente da aceleradora de startups Ace.

É no dia a dia da operação, no entanto, que o Next poderá ganhar ou perder o jogo. Uma fonte do setor financeiro, que pediu anonimato, afirma que estabelecer a relação próxima que startups como o NuBank têm com os consumidores é difícil.

Na opinião de Waengertner, resta saber se a execução do dia a dia do Next vai refletir, no fim das contas, o estilo matricial dos grandes bancos ou o pensamento “fora da caixa” típico das startups de sucesso.

Estadao