O Google anunciou que o sistema de pagamento pelo celular Google Pay começa a ser disponibilizado no Brasil nesta terça-feira (20). A novidade complementa o já existente Android Pay em termos de pagamento mobile no país.

A partir de agora, clientes dos bancos parceiros Bradesco, BB, Banrisul, Caixa, Neon, Brasil Pré-Pago e Porto Seguro Cartões poderão centralizar meios de pagamento no app e realizar pagamentos sem portar seus cartões, usando apenas o celular.

Com inclusão dos dados bancários no Google Pay, usuários poderão centralizar todas as formas de pagamento disponíveis e realizar compras também virtuais.

Segundo a empresa, o uso da ferramenta aumenta o nível de segurança das transações, uma vez que dados bancários não são divididos com a loja. Isso é somado à camada de proteção já oferecida pelo banco.

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banco original sem anuidade

O Banco Original anunciou o lançamento de seu cartão de crédito internacional com anuidade grátis. O cartão inclui o programa de pontos Cashback Original, que devolve em dinheiro parte dos gastos dos clientes tanto no débito quanto no crédito.

“O Banco Original, que já possui as opções Gold, Platinum e Black, completa agora a família de cartões com a chegada do cartão Internacional”, afirma a diretora de Varejo, Cláudia Woods.

Para solicitar o cartão internacional Original, quem não é correntista do Banco precisa baixar o aplicativo “Seja Original”, disponível em IOS e Android, solicitar a abertura da conta e esperar a aprovação.

Na ativação da conta corrente, o cliente terá a opção para escolher o cartão Internacional ou um dos demais oferecidos pelo banco de acordo com o seu perfil.

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Começo de ano é sempre uma boa época para revisar o orçamento e cortar despesas desnecessárias. Que tal começar pelas tarifas que você paga no banco e muitas vezes nem percebe?

Em alguns casos, é possível gastar menos, sem precisar trocar de banco. Mas, dependendo dos serviços que você usa com mais frequência, pode valer a pena mudar de instituição e optar por uma conta corrente digital com tarifa zero. Veja mais abaixo algumas sugestões.Continuar lendo

Banco Agiplan vira digital

A Agibank, antigo Banco Agiplan, acaba de anunciar sua transformação para banco 100% digital. Em vez de oferecer somente crédito, ou serviços de financeira, o Agibank passou a disponibilizar também abertura de conta corrente, cartão de crédito e débito, transferências e pagamentos.

Tudo será feito via internet, através do aplicativo do banco, e sem cobrança de tarifa mensal —os serviços serão taxados separadamente conforme o uso, uma vez excedido o pacote básico gratuito ao qual o cliente tem direito ao abrir a conta no Agibank. As transferências via TED, por exemplo, custam 1,90 reais cada uma.

Segundo Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank, a companhia está se tornando uma fintech e a mudança é parte do plano de investimentos de 750 milhões de reais em tecnologia até 2022, que foi anunciado no final do ano passado. “A tecnologia está no DNA da instituição, que investe obsessiva e continuamente na excelência operacional tecnológica.”

“Fomos a primeira instituição bancária do mundo a usar o número de celular como conta corrente, criando um ambiente onde, de forma disruptiva, transacionamos dinheiro da mesma forma que trocamos mensagens no dia-a-dia”, afirma Testa.

Além de já estar disponível no Brasil, o banco digital Agibank também vai estrear nos Estados Unidos ainda no primeiro semestre de 2018. “A abertura de novos mercados faz parte da estratégia de expansão da instituição, que já desenvolveu sua plataforma visando uma operacionalização em âmbito global”, comenta o CEO. “Depois dos EUA, o Agibank planeja alçar voos ainda maiores em outros continentes.”

Segundo o executivo, o banco tem aproximadamente 460 mil clientes hoje em dia, dos quais 100 mil são correntistas e 40 mil já recebem seu salário através do Agibank. “A nossa projeção para este ano é terminar dezembro com cerca de 500 mil correntistas”, diz.

“Temos espaço de crescimento principalmente no atendimento às pequenas e médias empresas. Os bancos grandes não têm uma solução barata para estes clientes pessoas jurídicas, como os MEI. Nós temos”, afirma Testa. “Nossa plataforma está pronta para que essas companhias façam suas transações bancárias, como pagamento de funcionários, por exemplo.”

 

EXAME

Levantamento da associação de consumidores Proteste para o site EXAME mostra quais são os melhores cartões de crédito para acumular milhas. As informações são baseadas nos dados da calculadora de milhas, disponível no site da associação.

A pesquisa incluiu somente os chamados cartões co-branded, como o TAM Itaucard, Smiles Banco do Brasil, entre outros. Esses cartões são criados por meio de uma parceria entre os programas de milhagem com os bancos. Nestes plásticos, todas as compras são convertidas automaticamente em milhas na empresa parceira. Os cartões de crédito tradicionais foram listados em outra matéria.

O sistema de milhas é uma métrica usada pelos programas de fidelidade de companhias aéreas que equivale à distância percorrida entre duas cidades. Ou seja, se o número de milhas for suficiente para completá-la, o cliente pode resgatar uma passagem aérea para este trecho.

Lançado na semana passada, o cartão TudoAzul Itaucard 2.0 Platinum Mastercard/Visa aparece no topo da lista ao permitir o acúmulo de 2,6 pontos por dólar gasto, no qual a pontuação só é válida se a compra de passagens aéreas for feita na Azul. Caso compras comuns sejam feitas no cartão, a pontuação cai para 2,2 milhas a cada dólar gasto.

Em segundo lugar do ranking, fica o Multiplus Itaucard 2.0 Mastercard Black, que permite o acúmulo de até 2,5 pontos.

A anuidade cobrada no TudoAzul Itaucard 2.0 Platinum Mastercard/Visa é 534 reais e a renda mínima exigida é de 5 mil reais. No Multiplus Itaucard 2.0 Mastercard Black, a anuidade cobrada é de 1.200 reais e a renda mínima exigida é de 15 mil reais.

Apesar de o Smiles Visa permitir o acúmulo de até 2,5 pontos por dólar gasto, essa pontuação máxima não foi incluída no ranking porque é destinada apenas aos usuários que fazem parte do clube Smiles. Ou seja: pagam um valor adicional para ter acesso a uma maior pontuação. Como essa característica dificulta a comparação com os outros cartões que não cobram essa bonificação, foi considerada apenas a pontuação válida para clientes que não participam do clube.

A pesquisa da Proteste considerou 36 cartões co-branded (com duas marcas atreladas ao cartão), mas como três cartões TudoAzul Itaucard pontuam de duas formas diferentes (na compra de passagens aéreas da Azul e em compras comuns), cada um foi listado duas vezes na pesquisa totalizando 36 cartões.

Confira na tabela a seguir quais cartões garantem as maiores pontuações, de acordo com o levantamento da Proteste:

Vantagens e desvantagens

A vantagem dos cartões co-branded em relação aos cartões tradicionais oferecidos pelos bancos é que, como as compras feitas no cartão são convertidas automaticamente em milhas, não é necessário seguir regras estipuladas pelo banco para transferir a pontuação para os programas das companhias aéreas e nem esperar alguns dias até que as milhas possam ser utilizadas.

Entre as desvantagens dos plásticos, está o valor da anuidade, maior do que a dos cartões tradicionais.

EXAME

altas tarifas

O Banco Central (BC) recebeu no início do mês uma proposta das empresas do setor de cartões que estabelece a substituição da modalidade de pagamento “parcelado sem juros” em cartões de crédito por um “modelo crediário” que virá a ser oferecido ao consumidor, informaram duas fontes anônimas ao jornal Valor Econômico.

De acordo com o jornal, a proposta é de que os consumidores tenham que adquirir um crediário para poder parcelar compras no cartão a partir do limite concedido pelo banco.

No momento do pagamento, os clientes verão, na máquina de pagamento do cartão de crédito, quais são as prestações e despesas com juros da compra. Ainda que hoje a possibilidade de parcelamento seja oferecida “sem” a cobrança de juros, o valor cobrado considera diversas taxas embutidas – e por isso, em casos de pagamento à vista, o valor cobrado tende a ser menor.

A mudança impactaria principalmente os lojistas: hoje são eles que determinam a oferta do pagamento parcelado, além de receberem a primeira parcela 30 dias após a transação. A proposta prevê que eles recebam o pagamento do banco cinco dias após a operação – e que a instituição fique responsável pelos riscos.

Para que seja atraente para os clientes, a ideia dos bancos é de oferecer um produto com taxas e prazos “muito competitivos”, segundo o jornal.

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Na sua carteira, há vários cartões coloridos que você mal usa, mas paga anuidade? Vale a pena cancelar cartões de crédito para ter um controle financeiro mais fácil. Mas e as parcelas a vencer?

O cliente pode cancelar seu cartão de crédito a qualquer momento. No entanto, se ainda tiver parcelas a quitar, tem duas opções: ou paga todas as faturas de uma única vez e cancela o cartão, ou continua a quitar as parcelas mês a mês e apenas bloqueia o plástico. O banco não pode obrigar o cliente a pagar todas as parcelas de uma vez.

Ao bloquear o cartão, o consumidor não pode usá-lo para novas compras e não paga anuidade durante o período de bloqueio. Assim, é uma forma de evitar novas dívidas. Porém, ainda será preciso cancelar o cartão definitivamente depois de terminar de pagar as faturas.

“São dois serviços diferentes. Um é o cartão de crédito como meio de pagamento, que cobra anuidade. Outro é a concessão de crédito parcelado, que cobra as parcelas do cliente”, explica o advogado Beto Veiga, especialista em direito do sistema financeiro e autor do livro autor do livro “Case com seu banco com separação de bens”.

Para bloquear ou cancelar o cartão, é preciso ligar para a operadora, cujo número está no verso do plástico. Disque o número que direciona para a área de bloqueio ou cancelamento  e anote o número do protocolo.

“Diferente de conta, que se cancela no banco, cartão se bloqueia ou se cancela na operadora, por telefone. Apesar de vinculados, os serviços são diferentes. Utilize a segurança do sistema”, orienta Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O número do protocolo e a gravação ficam disponíveis para o cliente até cinco anos após o pedido.

Lembre-se de também solicitar o bloqueio ou cancelamento do seguro do cartão e de outros serviços atrelados ao plástico. Além disso, certifique-se de que não há mais débitos automáticos atrelados ao cartão.

Cancelamento de conta

Além do cartão de crédito, também é importante fechar contas com pouca ou nenhuma movimentação. As tarifas para manter a conta podem extrapolar o limite do cheque especial e seu nome pode ficar sujo na praça.

Desde 2008, uma norma de autorregulação criada pelos bancos para prevenir conflitos de consumo determina que, se a conta está inativa há mais de seis meses, a instituição financeira deve suspender a cobrança de taxa pelo pacote de serviços vinculado à conta.

A diretriz também estabelece que, se o consumidor não movimentar a conta por três meses, o banco deve emitir um comunicado para alertar sobre a cobrança de tarifas e a possibilidade da conta ser encerrada após seis meses de inatividade.

No entanto, na prática, a questão acaba, muitas vezes, na Justiça. Para evitar que seu nome fique negativado por dívidas de contas não encerradas, o consumidor deve solicitar por escrito o encerramento da conta e exigir um recibo que comprove a solicitação, na agência bancária, segundo o Banco Central.

Se a conta tiver sido aberta por meio eletrônico, também deve ser oferecida ao correntista a opção de encerrá-la pela internet.

Ainda segundo o BC, antes de encerrar a conta, o consumidor deve verificar se todos os cheques emitidos foram compensados, além de entregar as folhas de cheque ainda restantes ou apresentar uma declaração de que não usou cheques. Também deve solicitar o cancelamento dos débitos automáticos em conta e pagar todas as dívidas assumidos com o banco.

O banco deve informar a data do efetivo encerramento da conta por correspondência ou por meio eletrônico.

EXAME

O ano de 2017 pode ter sido o primeiro ano em que o valor das transações por meio de cartões ultrapassou o valor das transações por meio de cédulas e moedas no mundo.

A projeção, da consultoria Euromonitor, é que as transações via cartão subiram 5,5% e atingiram 23,3 trilhões, contra uma queda de 1% no valor por meio de cédulas, o suficiente para inverter a liderança.

A tendência também está presente no Brasil: a projeção é que houve aumento de 5,5% nas transações por cartão contra 4% de alta nas transações em dinheiro em 2017.

“A tendência da substituição dos pagamentos em dinheiro vivo por cartão, principalmente de débito, deve ser uma tendência irreversível e especialmente relevante para compras de baixo valor, em função dos consumidores estarem se acostumando com a segurança e conveniência desse método de pagamento”, diz o post assinado pela pesquisadora Marília Borges.

Os cartões de débito continuarão a ter um desempenho melhor que os de crédito, com um crescimento esperado de 8% esse ano.

“Esse movimento está alinhado com uma megatendência chamada de premiunização que não indica somente a busca por produtos premium, mas também a demanda por uma experiência de pagamento diferenciada”, diz o texto.

A projeção da consultoria é que 725 bilhões de dólares deixem de ser movimentados via dinheiro no mundo até 2022.

No Brasil, deve haver um crescimento modesto de 1% ao ano nas transações via dinheiro no período contra 5% de alta anual nas transações via cartão (valores deflacionados, com preço constante de 2017).

Ainda assim, o valor movimentado por cédulas ainda deve continuar sendo mais alto do que o valor movimentado por cartões no país no horizonte projetado.

Tendência

As compras com cartões no Brasil somaram R$ 308 bilhões no terceiro trimestre de 2017, informou no início de dezembro a entidade que representa o setor, Abecs.

Isso representa um crescimento de 9% sobre o mesmo período de 2016, o maior ritmo de expansão anual desde o segundo trimestre de 2015.

O pagamento digital vem ganhado força ao redor do mundo e a Suécia já anunciou que pretende se tornar em breve o primeiro país a emitir oficialmente uma moeda digital. Complemente sua leitura: A evolução dos meios de pagamento. Saiba mais com a TOTVS Patrocinado

Vários economistas celebram a transição como algo que permitirá controlar a economia subterrânea e até resolver alguns problemas de política econômica.

Mas a tendência não foi confirmada por um estudo de John Williams, presidente-executivo da divisão de São Francisco do Federal Reserve, e Claire Wang, analista do banco para dados e políticas sobre dinheiro.

Eles verificaram que entre 42 economias que respondem por 75% do PIB mundial, praticamente todas viram o total de dinheiro em circulação crescer em ritmo mais rápido do que a economia como um todo no período entre 2006 e 2014.

“Apesar da profusão de opções digitais, na maioria dos países, a demanda por notas e moedas é forte e não demonstra sinais de desaceleração”, diz o texto publicado no blog do Fed.

Exame

Tudo vai bem até chegar a hora de pagar a conta do restaurante. Após passar a senha do cartão, o funcionário te informa que o pagamento não foi concluído e que terá que repetir a operação. Após outras tentativas, vem a notícia: “o sistema do cartão caiu”.

De acordo com o artigo 14 do CDC (Código de Defesa do Consumidor), a responsabilidade pela falha no serviço é inteiramente do local e da administradora do cartão. Consequentemente, você não pode ser exposto a nenhum tipo de constrangimento por causa do problema, conforme o artigo 42 do CDC. Ou seja, não precisa assinar nenhum documento promissório ou informar seus dados pessoais como forma de assegurar que o pagamento será feito.

Caso ocorra esse tipo de exigência, essa prática pode ser considerada abusiva, segundo o artigo 51, IV do CDC, pois viola o princípio da boa-fé. Contudo, caso seja obtida por consenso entre as partes e não gere nenhum constrangimento, pode ser considerada uma alternativa viável.

Outra possibilidade é o pagamento em dinheiro ou cheque, por exemplo. Se o fornecedor não se dispuser a aceitar outro meio de pagamento, ele estará infringindo o artigo 43 do Decreto-Lei Nº 3.688?/1941, e artigo 39, II e IX do CDC (Código de Defesa do Consumidor).

Além disso, para resolver a questão, o comerciante pode também negociar outras maneiras, como propor que o cliente volte outro dia para acertar o que foi consumido ou fornecer uma conta bancária para que ele faça o depósito no dia seguinte.

Fique atento

A hipótese de sair sem pagar só é válida para os casos em que o sistema do cartão fica indisponível depois que o consumidor já está utilizando o serviço.
Se a falha for constatada antes, o comerciante deve informar quando o cliente chegar ao local. Sabendo da falha, o consumidor opta por entrar ou não, e se responsabiliza sobre como irá pagar a conta.

IDEC