dicas para usar o cartão

Comissão no Senado aprova projeto para limitar os juros do Cartão de Crédito

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou um projeto de lei que estabelece um limite aplicado para os juros em cartões de crédito. Pelo texto, os juros poderão se limitados a, no máximo, o dobro da taxa do Certificado de Depósito Bancário, o CDI.

Atualmente, a taxa mantém-se próxima à Selic, que corresponde a 14% ao ano. Ou seja, se a lei já estivesse em vigor, o limite de juros para os cartões de crédito seria de 28%. Com a decisão da comissão, o projeto segue para votação em Plenário.

Corre em paralelo na Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição que abrange um cenário maior para a limitação da taxa de juros. Embora a PEC 160/2015 faça que o limite possa atingir o triplo da Selic, ela amplia a limitação de juros para financiamentos, como habitação e veículos.

A deputada Zenaide Maia (PR-RN) ainda espera a aprovação de sua proposta feita no ano passado. A relatora, Gorete Pereira (PR-CE), já votou pela admissibilidade do projeto e espera apreciação da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Fonte: Jornal O Globo

Agora vamos poder fazer compras internacionais no cartão sem surpresas da variação cambial

Comprar em moeda estrangeira no cartão de crédito é uma questão de sorte. Se o dólar ficar mais barato até a data de fechamento da fatura, você se deu bem. Mas se algo ruim acontecer, sua compra pode ficar bem mais cara que o planejado. Felizmente, o Banco Central aprovou na quarta-feira (23) uma medida que permite aos bancos fazerem a conversão da moeda estrangeira pela cotação no dia da compra.

Em outras palavras, seus gastos em dólar no cartão de crédito vão ficar mais previsíveis caso o seu banco ofereça a nova opção. Se você comprar um produto de US$ 100 no momento em que escrevo este parágrafo, vai pagar exatamente R$ 344,10, mais impostos (IOF de 6,38%) e o ágio cambial do emissor do cartão de crédito, não importando o que aconteça com a cotação do dólar nos próximos dias.

circular 3.813/2016 do Banco Central altera o artigo 128 da circular 3.691/2013. O inciso I do parágrafo único exigia ao emissor do cartão de crédito que informasse “no caso de gastos em moeda estrangeira, a moeda em que foi realizado cada gasto, devendo a fatura ser paga pelo valor equivalente em reais do dia do pagamento”.

Agora, ficou assim: “no caso de gastos em moeda estrangeira, a identificação da moeda, a discriminação de cada gasto na moeda em que foi realizado e o seu valor equivalente em reais, devendo obrigatoriamente ser ofertada ao cliente a sistemática de a fatura ser paga pelo valor equivalente em reais do dia do pagamento da fatura, sendo também permitido o oferecimento de sistemática alternativa ao cliente de a fatura poder ser paga pelo valor equivalente em reais da data de cada gasto, observado que a adoção dessa última sistemática está condicionada a manifestação de interesse pelo cliente”.

A adoção da nova sistemática não é obrigatória: os bancos podem optar se permitirão ou não que o cliente escolha entre a cotação da data da compra ou do fechamento da fatura. No entanto, todos serão obrigados a continuar oferecendo a mecânica atual.

O texto da circular também permite que os consumidores adquiram bens e serviços por meio de serviços de pagamento internacional, como o PayPal, com cartão de crédito nacional ou transferência bancária — o que deve abrir para mais pessoas a possibilidade de fazer compras no exterior. Até então, a única forma de pagamento permitida era o cartão de crédito internacional.

Fonte: TecnoBlog

Nova Startup promete devolver parte do valor gasto no cartão de crédito

O conceito de cashback, que tem a proposta de devolver aos consumidores parte do dinheiro gasto em compras, chegou a uma grande empresa de tecnologia com foco em meios de pagamento: a Mastercard.

A gigante fechou parceria com a Beblue, startup de cashback, com o objetivo de facilitar o acúmulo de valores dos consumidores nos estabelecimentos parceiros do programa, que funciona da seguinte maneira: o consumidor baixa o aplicativo Beblue, disponível para Android e IOS, e cria uma conta cadastrando o seu CPF, gratuitamente. A partir daí todas as vezes que ele utilizar seu cartão de débito ou crédito, nos estabelecimentos conveniados, ele receberá no mesmo instante o cashback (retorno de um percentual do valor pago) que será depositado em sua conta Beblue.

De acordo com Daniel Gava, cofundador e CFO da startup, o valor se acumula e não tem prazo de validade. “Não é possível resgatar o valor em dinheiro, em conta bancária, mas o consumidor pode utilizá-lo para novas compras nos estabelecimentos da rede credenciada”, explica. “Para isso, é só o usuário digitar o CPF cadastrado e a senha para resgate”, completa Gava. Além disso, o consumidor pode passar seus créditos para um amigo que também tenha cadastro no app. O executivo explica ainda, que o consumidor pode identificar os estabelecimentos participantes por meio do próprio aplicativo e pela comunicação visual instalada nos estabelecimentos, como totens, adesivos, displays, etc.

Segundo Alexandre Brito, vice-presidente de Desenvolvimento de Aceitação, Varejo e Novos Negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul, o objetivo da empresa é levar comodidade e uma boa experiência de compra para o consumidor onde quer que ele esteja. “Por meio da tecnologia Mastercard, o consumidor poderá realizar sua compra de forma simples porque o programa não interfere na forma de pagamento, o consumidor só precisa informar seu CPF, economizando tempo”, afirma Brito.

Em cinco meses de operação, o app já restituiu R$ 2 milhões aos seus usuários e projeta movimentar, em dezembro, mais de R$ 60 milhões por meio de sua plataforma. São realizadas, atualmente, em média, seis mil pagamentos por dia na plataforma. A partir do próximo ano, a startup deve iniciar um plano de forte expansão que atingirá 60 novas cidades, principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Fonte: Consumidor Moderno

banco neon

Fizemos o teste do cartão do banco digital Neon

A proposta do banco digital é trabalhar, na medida do possível, sem taxas e de maneira totalmente independente de operações físicas. Tudo funciona através do aplicativo e o banco trabalha com o menor número de tarifas possíveis, sem anuidades e com algumas cobranças pontuais, como taxas a partir do segundo boleto e saque na rede 24 Horas no mês e em transferências para outros bancos.

A empresa aproveita o bom momento das fintechs no Brasil e tenta trazer um conceito que considera totalmente novo no Brasil – para o CEO, Pedro Conrade, todos os que poderiam ser considerados seus concorrentes não são “digitais”, mas “digitalizados”.

Criação da conta

Os 5 mil clientes que foram liberados estão, aos poucos, recebendo seus aceites. Para criar uma conta, os interessados precisaram baixar o app, fotografar seus documentos, inserir alguns dados pessoais e tirar uma “foto de segurança”. Nos testes, essa ferramenta mostrou-se segura: apenas o rosto do usuário de fato funcionou para desbloquear o aplicativo.

cartao-neon

Durante o período de espera pela liberação da conta, o Neon envia e-mails, notificações no app e até SMS para explicar a demora. Quando autorizado o cadastro, esses meios de contato também são utilizados e o banco convida o cliente a “fazer parte de uma revolução”.

Uma vez liberada a conta, é preciso fazer um depósito de pelo menos R$ 100 para ativar o cartão digital e receber em mãos o cartão físico com bandeira Visa – ambos de débito. Assim que o dinheiro cai, a primeira forma de pagamento é apresentada, enquanto o cartão de plástico chega em cerca de 5 dias.

Funções

O aplicativo é bastante limpo e intuitivo e travou poucas vezes durante o uso – nada anormal. Caindo o depósito, pede uma senha para o cartão, cuja criação é validada em diversos passos de segurança. Entre eles, um SMS com código alfanumérico e uma validação através da câmera que exige que o usuário pisque para avançar (ou seja, não adianta alguém ter uma foto sua).

Na função virtual, o Neon funciona como um cartão de crédito no e-commerce. Usando número e código de segurança, é possível comprar itens em sites e apps normalmente – a diferença é que é preciso ter o dinheiro em conta para que a transação seja aprovada.

A aprovação do pagamento pela loja, entretanto, demorou mais que o normal durante os testes do InfoMoney, embora o valor tenha sido descontado imediatamente após a confirmação do pedido.

Tanto em compras virtuais como físicas, o aplicativo envia imediatamente uma notificação com valor e nome do estabelecimento. Todos os gastos são divididos automaticamente em categorias, como “Bares e restaurantes”, “Vestuário”, “Lazer” e “Mercado”. É possível editar essas etiquetas a qualquer momento.

Para consultar todos os recebimentos e gastos do cartão, basta acessar o menu “saldo” no app. Cada lançamento também mostra, em um mapa, o local exato onde a transação foi realizada.

Transferências podem ser feitas rapidamente usando os contatos salvos no seu telefone. É possível incluir dados de contas bancárias para todos os seus contatos, e aqueles que também possuem conta no Neon são sinalizados.

Há um leitor de códigos de barras que funciona bem através da câmera do celular, ou o cliente pode digitar o número para realizar pagamentos. O horário de pagamento (para que ele não caia apenas no dia seguinte) é das 7h30 às 20h30.

Atendimento

Caso precise falar com o banco, o usuário pode enviar mensagens através do próprio aplicativo. O caminho é “Meu Neon”/”Precisa de ajuda?” e o ícone de chat no canto superior direito. Automaticamente é aberta uma janela de conversa entre cliente e algum responsável pelo atendimento no momento.

A resposta no app demora apenas alguns minutos e o usuário recebe uma notificação no smartphone. No caso da dúvida enviada, a questão não pôde ser resolvida imediatamente, mas a atendente se mostrou solícita.

Objetivos

Ainda não ativada, essa função do aplicativo pretende ajudar os usuários a fazer o dinheiro render. O cliente poderá inserir o valor que pretende guardar em determinado período e, a partir disso, o próprio Neon passará determinada quantia mensalmente da conta do usuário para um investimento apropriado.

Fonte: InfoMoney

digio e a nubank

A batalha entre a Digio e a Nubank beneficia a todos

Banco do Brasil e Bradesco colocaram no ar, através do banco CBSS, um sistema digital para venda e gestão de cartão de crédito. Batizada de Digio, a plataforma veio para combater o avanço do Nubank, startup brasileira que oferece cartão de crédito sem anuidade e com gestão através de um app. O banco já recebeu 100 mil pedidos de cartão de crédito e já emitiu cerca de 20 mil, segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O banco CBSS é mais uma empresa criada por Banco do Brasil e Bradesco por meio da holding Elo Participações. A empresa também é dona de Alelo, Livelo, Stelo e da Movera, todas empresas ligadas a serviços financeiros. Os dois bancos também são acionistas da Cielo e da Elo, que tem ainda a Caixa Econômica como sócia.

Criado em 2014, o banco CBSS nasceu para atender o público de baixa renda. Com uma estrutura separada da operação do Bradesco e Banco do Brasil, o banco CBSS se tornou uma espécie de fintech, cujo foco principal é criar e testar tecnologias novas que façam sentido para o setor bancário.

Os cartões Digio podem ser solicitados pelo smartphone ou pelo site da empresa. Por enquanto, a única opção é a bandeira Visa – enquanto o Nubank atua com Mastercard -, mas espera-se que as demais bandeiras também estejam disponíveis em breve. Para se cadastrar, novamente é parecido com o Nubank, com tudo sendo feito de maneira digital. Basta digitalizar os documentos e tirar uma selfie para servir de foto do cadastro.

São diversas funcionalidades, mas chama a atenção o poder de aumentar e diminuir o limite do cartão e informar roubo ou perda diretamente através do aplicativo – mais prático do que usar o telefone para realizar esse processo.

O processo de liberação de crédito não inclui apenas o tradicional que os bancos fazem, mas também uma análise do perfil do cliente através de suas redes sociais.

É natural que os bancos corram atrás de inovações, já que vivemos uma era de disrupção. Startups enxutas atacam os grandes bancos com soluções altamente inovadoras – e muitas vezes acabam sendo compradas pelos próprios bancos. O Santander, por exemplo, fez uma grande aquisição ao comprar ContaSuper, que oferecia uma conta digital. Já o Bradesco está desenvolvendo o Next, um banco digital focado no público jovem.

A tendência é que essas novas companhias funcionem separadamente da operação dos bancos, que é vista como muito engessada e altamente regulamentada. A revolução que as fintechs têm causado no mercado é enorme e os bancos precisam reagir rápido se ainda quiserem existir em 2030.

Fonte: StartSE

cartão bandeira elo

Clientes reclamam dos bancos que empurram o cartão ELO

Bradesco, Caixa e Banco do Brasil priorizam emitir cartões com a bandeira Elo, da qual são sócios, o que vem provocando queixas de clientes em sites como o Reclame Aqui.

O principal motivo de descontentamento com a bandeira, criada em 2010, é a falta de aceitação do cartão em estabelecimentos pelo país, o que provoca constrangimentos (e já gerou até memes). Surpreendidos com o cartão, clientes buscam mudar a bandeira do plástico para as líderes do mercado, VisaMasterCard.

É o caso da professora Elza Mauricio Moreira, 61, que tinha um cartão com a bandeira Visa e aponta que o Banco do Brasil fez, sem motivo aparente, a troca para a bandeira Elo. Foi aí que começaram os problemas, conta Elza, que pede a troca do plástico ao banco para outro com a bandeira antiga.

“Percebi que o cartão não é aceito em muitos lugares. Alguns colocam cartazes, mas outros parecem disfarçar e acabam dizendo que a máquina que aceita o cartão está sem conexão. Não costumo andar com dinheiro e estou nervosa de tanto passar vergonha e ter de deixar as minhas compras no caixa”, desabafa.

Segundo estudo da consultoria especializada em varejo Boanerges & Cia, a prioridade que Bradesco e Banco do Brasil têm dado à emissão de cartões Elo explica, em parte, o avanço da bandeira no mercado, que já reúne 17,9% dos cartões de débito ativos no país. Antes, esses bancos costumavam impulsionar a emissão de cartões Visa Electron.

Mas apesar da participação da bandeira no mercado ter crescido, o número de transações registradas em cartões Elo ainda é baixo se comparado ao de concorrentes. “A falta de aceitação pode ser uma das justificativas”, diz Vitor França, consultor da Boanerges & Cia.

Procurado, o Banco do Brasil enfatiza que cabe exclusivamente ao cliente a decisão final quanto à bandeira de sua preferência e toda a rede de agências é frequentemente orientada a deixar clara a liberdade que os clientes têm em suas escolhas.

Já a Caixa diz, em nota, que “as reclamações são objeto de atuação do banco, em parceria com a bandeira, para verificar as condições de aceitação na cidade ou região indicadas pelos clientes e promover a rápida ampliação da rede credenciada”.

O Bradesco disse que segue uma estratégia de distribuição de cartões e que o cliente sempre tem a opção de solicitar o produto com a bandeira de sua preferência.

“O banco busca constantemente adotar medidas que aprimorem os serviços prestados, por isso todas as manifestações dos clientes são atenciosamente recebidas, analisadas e respondidas. Vale acrescentar que o Bradesco tem o selo RA8000 no Reclame Aqui, o que reforça o seu comprometimento com os clientes.”

Taxa alta pode ser barreira

Levantamento da Boanerges & Cia indica que a Cielo cobra uma taxa mais alta do que a média de mercado a comerciantes por cada transação com cartões de débito Elo. A cobrança poderia ser um dos obstáculos para a maior aceitação do cartão Elo até setembro do ano passado, quando a bandeira ainda era aceita somente em máquinas da Cielo.

No quarto trimestre de 2015, a credenciadora cobrava em média 1,6% nestas transações, enquanto a média do mercado era de 1,51%.
França, da Boanerges & Cia, faz a ressalva de que a taxa média é apenas um indicador, já que a tarifa varia conforme o tipo e porte do estabelecimento. “Uma credenciadora que atue em segmentos no qual as taxas são mais altas terá, naturalmente, taxas maiores”.

O comerciante William Herbert Mac Laren, 53, tem conta no Bradesco há mais de 10 anos, e sempre teve cartão de débito com bandeira Visa. Quando o seu cartão expirou, um funcionário do banco disse que o banco passou a emitir somente cartões com a bandeira Elo. William reclamou. “Como lojista, sei que o cartão não é aceito em muitos lugares porque a taxa cobrada é alta. Empurrar o cartão ao consumidor parece uma forma de pressionar os lojistas a aceitarem o cartão”.

Aceitação do cartão cresce

Desde que as regras para arranjos de pagamentos foram modificadas pelo Banco Central em setembro de 2015, a exclusividade do contrato entre Elo e Cielo foi encerrada. Desde então a bandeira passou a ser aceita também em máquinas da Getnet, Rede, BIN e Sipag.

Como consequência, a aceitação da bandeira deu um salto e praticamente dobrou, segundo dados da própria Elo. De acordo com a companhia, a rede de estabelecimentos que aceitam o cartão com a bandeira passou de 1,45 milhão em 2014 para 2,6 milhões este mês.

Ainda assim existe um espaço no mercado a ser preenchido, já que a estimativa é de que 3 milhões de estabelecimentos aceitem cartões no país, segundo informações da bandeira.

A partir de julho, o cartão da Elo também passou a ser aceito em compras no exterior por meio de uma parceria com uma rede americana. Desde então a bandeira é aceita em 185 países e mais de 39 milhões de estabelecimentos lá fora. A parceria também vale para compras em sites internacionais.

Outro lado

Em nota, a Elo disse que “repudia” a afirmação de que seus cartões são “empurrados” aos clientes. A empresa frisou que tem 97 milhões de clientes e que “registra um número muito reduzido de queixas, principalmente levando-se em conta sua base de usuários.”

“No Reclame Aqui, (…) há somente oito queixas registradas na página da Elo com relação à aceitação do cartão este ano”, comenta a companhia. “De forma objetiva, o cartão Elo é aceito em 2,6 milhões de estabelecimentos, no Brasil, e em mais 35 milhões em 185 países no mundo”, completou.

Quais são seus direitos

Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que o consumidor não é obrigado a aceitar o cartão pelo qual não tenha interesse e que não tem aceitação consolidada, de acordo com o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. “A prática é abusiva e pode ser considerada como venda casada”.

Ao realizar qualquer mudança em contratos de cartões, como troca de bandeira, por exemplo, o banco deve consultar o cliente, diz Ione.

Consumidores que se depararem com um cartão não solicitado da bandeira e a justificativa de que não pode ser trocado por outro deve registrar a queixa no Banco Central, além de sites como o Consumidor.gov.br e o Procon, que podem aplicar penalidades à instituição financeira, como multas.

Estabelecimentos que não aceitem o plástico devem deixar a informação visível de forma ostensiva e em local acessível, tanto em meios eletrônicos como ambientes físicos. “O comerciante não pode induzir o cliente a consumir e somente depois dizer que não trabalha com a bandeira. O cliente passará por uma situação constrangedora se não tiver outro meio de pagamento alternativo”, diz Ione.

*Texto atualizado às 15h20 do dia 16/09/2016 para incluir o posicionamento da Elo.

Fonte: EXAME

greve bancaria

Greve bancária não é motivo para deixar de pagar contas, cuidado!

Os bancários de instituições públicas e provadas estão em greve no Brasil a partir dessa terça feira, 6 de setembro. Isto significa que muitas agências devem ter o funcionamento parcial ou suspenso.

Embora muitas operações bancárias não possam ser realizadas eletronicamente, o consumidor não pode se valer da greve para protelar os pagamentos. Por isso fique alerta à data de vencimento das contas e procure um meio alternativo para pagá-las, evitando problemas futuros.

Algumas alternativas às agências bancárias são as casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados. Além destes ainda tem a disposição os caixas eletrônicos, podendo realizar operações com o uso do cartão de crédito. Os aposentados e pensionistas que recebem pela Caixa Econômica Federal só poderão retirar o benefício nas casas lotéricas.

Caso precise sacar o dinheiro na boca do cixa, pode-se ligar para o banco para solicitar uma alternativa. A greve é um direito social, mas as empresas não são eximidas de garantir aos consumidores a prestação dos serviços essenciais, diz a Proteste.

Com informações da ProTeste e InfoMoney

cartão de crédito

Cartões de loja x cartões de crédito: qual o melhor?

Os cartões de lojas e supermercados têm atraído consumidores por causa de descontos e benefícios. Segundo uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) em parceria com o Instituto Ipsos, os brasileiros estão preferindo os cartões de lojas no lugar do cartão de crédito. É muito comum que vendedores das lojas ofereçam o cartão e tentem conquistar o consumidor através dos benefícios. Mas será que vale mesmo a pena mesmo contratar o cartão de loja?

Segundo o advogado especialista em direitos do consumidor e consultor financeiro, Dori Boucault, o cartão pode funcionar como cartão de crédito normal, a diferença que ele é liberado com menor burocracia, em relação aos cartões de crédito solicitados no banco. Muitas lojas sequer pedem comprovante de renda, apenas RG e CPF.

A facilidade se reverte em juros: o especialista conta que o cartão de loja é menos burocrático que os cartões de banco, pois instituições bancárias tem maior estrutura para fazer análises de crédito, que verificam a condição de bom pagador do cliente, portanto, podem oferecer taxas de juros mais baixas. “As lojas garantem que os parcelamentos são sem juros, mas se você atrasar a fatura, os juros são mais altos que os cartões de banco. É importante saber o Índice das Taxas de Juros e solicitar o Custo Efetivo Total sobre os valores que podem incidir sobre um eventual atraso, como taxas e juros e tudo o que possa ser incluído”, explica.

A maioria dos cartões não cobra anuidade e oferece descontos exclusivos para serem usados nas lojas. Em algumas situações, o cartão de loja proporciona até maior tempo de parcelamento, mas outras taxas podem ser cobradas. “Muitos clientes reclamam que adquiriram o cartão de loja e na fatura vieram taxas como taxa de emissão de boleto, taxa administrativa do banco, taxa de manutenção, taxa de inatividade e outras taxas que, muitas vezes, custam mais que uma anuidade de um cartão de banco”, orienta Dori. O especialista orienta a procurar saber tudo o que pode ser cobrado nesse cartão, e não ir apenas pelas vantagens.

Para atrair consumidores, muitos cartões acumulam pontos a cada compra, o que possibilita a troca deles por benefícios nas próximas visitas a loja. Além disso, o cartão de loja costuma ter um prazo maior para pagamento das faturas. Mas aí mora outra armadilha: muitos cartões não permitem o pagamento eletrônico, assim o consumidor tem de ir até a loja para pagar a fatura. “Os setores dos cartões costumam ficar intencionalmente nos fundos das lojas, assim o consumidor pode ficar tentado a levar algo a mais que não estava planejado”, diz o advogado.

Quem tem vários cartões de crédito perde a noção de gastos. Com muitas faturas e parcelamentos, o controle de gastos e planejamento financeiro fica desordenado. “É importante se lembrar de pagar todas as faturas nas datas, pois cada um tem datas de vencimento diferentes e juros diferentes”, explica o advogado.

Segundo o especialista, se você é uma pessoa que consegue ter organização financeira, paga a fatura sempre no dia do vencimento e tem controle para não se endividar, pode valer a pena ter um cartão de loja. “Você poderá usufruir do desconto, do prazo e condições exclusivas. Para bons pagadores é uma oportunidade para economizar”, orienta Boucault. Mas, se você compra de vez em quando e não tem controle rígido, pode esquecer de pagar a fatura, isso acarreta juros e taxas.

Fonte: Estadão

Clientes de cartão Santander Free são lesados por cobrança de anuidade

O cliente do Santander que tem cartão Free foi surpreendido, no início do mês, pela prática abusiva de alteração unilateral das regras para utilização sem pagar anuidade. A PROTESTE enviou ofício pedindo esclarecimentos ao banco e cumprimento da oferta, e orienta os consumidores lesados a buscar seus direitos, pois estão sendo desrespeitados vários artigos do Código de Defesa do Consumidor.
Caso você tenha sido lesado você pode fazer uma reclamação com a ajuda da PROTESTE, além disso também fornecemos um modelo de petição para acionar o Banco,  no Juizado Especial Cível. Basta entrar em contato pelo 0800 2013900.


Mudanças são descumprimento à oferta

Antes para se livrar da anuidade era preciso usar o cartão todo mês e agora é exigido gastar pelo menos R$100,00. Todo mês em que não houver  esse gasto no cartão, haverá cobrança de valor proporcional à anuidade, que totaliza R$ 270,00. Também foi extinto o programa de benefícios desse cartão de crédito, que possibilitava acumular pontos que poderiam ser trocados por milhas aéreas, para compra de passagens.

Na avaliação da PROTESTE é importante buscar seus direitos, pois trata-se de um grave descumprimento de oferta. A justiça pode decidir que sejam declaradas nulas de pleno direito as cláusulas contratuais em desacordo com o CDC, como as que alteram as regras para usufruir da isenção da anuidade. Além das que impossibilitem a utilização dos pontos acumulados em trocas por passagens aéreas ou programas de milhagens.

Fonte: Proteste

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