digio e a nubank

A batalha entre a Digio e a Nubank beneficia a todos

Banco do Brasil e Bradesco colocaram no ar, através do banco CBSS, um sistema digital para venda e gestão de cartão de crédito. Batizada de Digio, a plataforma veio para combater o avanço do Nubank, startup brasileira que oferece cartão de crédito sem anuidade e com gestão através de um app. O banco já recebeu 100 mil pedidos de cartão de crédito e já emitiu cerca de 20 mil, segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O banco CBSS é mais uma empresa criada por Banco do Brasil e Bradesco por meio da holding Elo Participações. A empresa também é dona de Alelo, Livelo, Stelo e da Movera, todas empresas ligadas a serviços financeiros. Os dois bancos também são acionistas da Cielo e da Elo, que tem ainda a Caixa Econômica como sócia.

Criado em 2014, o banco CBSS nasceu para atender o público de baixa renda. Com uma estrutura separada da operação do Bradesco e Banco do Brasil, o banco CBSS se tornou uma espécie de fintech, cujo foco principal é criar e testar tecnologias novas que façam sentido para o setor bancário.

Os cartões Digio podem ser solicitados pelo smartphone ou pelo site da empresa. Por enquanto, a única opção é a bandeira Visa – enquanto o Nubank atua com Mastercard -, mas espera-se que as demais bandeiras também estejam disponíveis em breve. Para se cadastrar, novamente é parecido com o Nubank, com tudo sendo feito de maneira digital. Basta digitalizar os documentos e tirar uma selfie para servir de foto do cadastro.

São diversas funcionalidades, mas chama a atenção o poder de aumentar e diminuir o limite do cartão e informar roubo ou perda diretamente através do aplicativo – mais prático do que usar o telefone para realizar esse processo.

O processo de liberação de crédito não inclui apenas o tradicional que os bancos fazem, mas também uma análise do perfil do cliente através de suas redes sociais.

É natural que os bancos corram atrás de inovações, já que vivemos uma era de disrupção. Startups enxutas atacam os grandes bancos com soluções altamente inovadoras – e muitas vezes acabam sendo compradas pelos próprios bancos. O Santander, por exemplo, fez uma grande aquisição ao comprar ContaSuper, que oferecia uma conta digital. Já o Bradesco está desenvolvendo o Next, um banco digital focado no público jovem.

A tendência é que essas novas companhias funcionem separadamente da operação dos bancos, que é vista como muito engessada e altamente regulamentada. A revolução que as fintechs têm causado no mercado é enorme e os bancos precisam reagir rápido se ainda quiserem existir em 2030.

Fonte: StartSE

Clientes reclamam dos bancos que empurram o cartão ELO

Bradesco, Caixa e Banco do Brasil priorizam emitir cartões com a bandeira Elo, da qual são sócios, o que vem provocando queixas de clientes em sites como o Reclame Aqui.

O principal motivo de descontentamento com a bandeira, criada em 2010, é a falta de aceitação do cartão em estabelecimentos pelo país, o que provoca constrangimentos (e já gerou até memes). Surpreendidos com o cartão, clientes buscam mudar a bandeira do plástico para as líderes do mercado, VisaMasterCard.

É o caso da professora Elza Mauricio Moreira, 61, que tinha um cartão com a bandeira Visa e aponta que o Banco do Brasil fez, sem motivo aparente, a troca para a bandeira Elo. Foi aí que começaram os problemas, conta Elza, que pede a troca do plástico ao banco para outro com a bandeira antiga.

“Percebi que o cartão não é aceito em muitos lugares. Alguns colocam cartazes, mas outros parecem disfarçar e acabam dizendo que a máquina que aceita o cartão está sem conexão. Não costumo andar com dinheiro e estou nervosa de tanto passar vergonha e ter de deixar as minhas compras no caixa”, desabafa.

Segundo estudo da consultoria especializada em varejo Boanerges & Cia, a prioridade que Bradesco e Banco do Brasil têm dado à emissão de cartões Elo explica, em parte, o avanço da bandeira no mercado, que já reúne 17,9% dos cartões de débito ativos no país. Antes, esses bancos costumavam impulsionar a emissão de cartões Visa Electron.

Mas apesar da participação da bandeira no mercado ter crescido, o número de transações registradas em cartões Elo ainda é baixo se comparado ao de concorrentes. “A falta de aceitação pode ser uma das justificativas”, diz Vitor França, consultor da Boanerges & Cia.

Procurado, o Banco do Brasil enfatiza que cabe exclusivamente ao cliente a decisão final quanto à bandeira de sua preferência e toda a rede de agências é frequentemente orientada a deixar clara a liberdade que os clientes têm em suas escolhas.

Já a Caixa diz, em nota, que “as reclamações são objeto de atuação do banco, em parceria com a bandeira, para verificar as condições de aceitação na cidade ou região indicadas pelos clientes e promover a rápida ampliação da rede credenciada”.

O Bradesco disse que segue uma estratégia de distribuição de cartões e que o cliente sempre tem a opção de solicitar o produto com a bandeira de sua preferência.

“O banco busca constantemente adotar medidas que aprimorem os serviços prestados, por isso todas as manifestações dos clientes são atenciosamente recebidas, analisadas e respondidas. Vale acrescentar que o Bradesco tem o selo RA8000 no Reclame Aqui, o que reforça o seu comprometimento com os clientes.”

Taxa alta pode ser barreira

Levantamento da Boanerges & Cia indica que a Cielo cobra uma taxa mais alta do que a média de mercado a comerciantes por cada transação com cartões de débito Elo. A cobrança poderia ser um dos obstáculos para a maior aceitação do cartão Elo até setembro do ano passado, quando a bandeira ainda era aceita somente em máquinas da Cielo.

No quarto trimestre de 2015, a credenciadora cobrava em média 1,6% nestas transações, enquanto a média do mercado era de 1,51%.
França, da Boanerges & Cia, faz a ressalva de que a taxa média é apenas um indicador, já que a tarifa varia conforme o tipo e porte do estabelecimento. “Uma credenciadora que atue em segmentos no qual as taxas são mais altas terá, naturalmente, taxas maiores”.

O comerciante William Herbert Mac Laren, 53, tem conta no Bradesco há mais de 10 anos, e sempre teve cartão de débito com bandeira Visa. Quando o seu cartão expirou, um funcionário do banco disse que o banco passou a emitir somente cartões com a bandeira Elo. William reclamou. “Como lojista, sei que o cartão não é aceito em muitos lugares porque a taxa cobrada é alta. Empurrar o cartão ao consumidor parece uma forma de pressionar os lojistas a aceitarem o cartão”.

Aceitação do cartão cresce

Desde que as regras para arranjos de pagamentos foram modificadas pelo Banco Central em setembro de 2015, a exclusividade do contrato entre Elo e Cielo foi encerrada. Desde então a bandeira passou a ser aceita também em máquinas da Getnet, Rede, BIN e Sipag.

Como consequência, a aceitação da bandeira deu um salto e praticamente dobrou, segundo dados da própria Elo. De acordo com a companhia, a rede de estabelecimentos que aceitam o cartão com a bandeira passou de 1,45 milhão em 2014 para 2,6 milhões este mês.

Ainda assim existe um espaço no mercado a ser preenchido, já que a estimativa é de que 3 milhões de estabelecimentos aceitem cartões no país, segundo informações da bandeira.

A partir de julho, o cartão da Elo também passou a ser aceito em compras no exterior por meio de uma parceria com uma rede americana. Desde então a bandeira é aceita em 185 países e mais de 39 milhões de estabelecimentos lá fora. A parceria também vale para compras em sites internacionais.

Outro lado

Em nota, a Elo disse que “repudia” a afirmação de que seus cartões são “empurrados” aos clientes. A empresa frisou que tem 97 milhões de clientes e que “registra um número muito reduzido de queixas, principalmente levando-se em conta sua base de usuários.”

“No Reclame Aqui, (…) há somente oito queixas registradas na página da Elo com relação à aceitação do cartão este ano”, comenta a companhia. “De forma objetiva, o cartão Elo é aceito em 2,6 milhões de estabelecimentos, no Brasil, e em mais 35 milhões em 185 países no mundo”, completou.

Quais são seus direitos

Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que o consumidor não é obrigado a aceitar o cartão pelo qual não tenha interesse e que não tem aceitação consolidada, de acordo com o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. “A prática é abusiva e pode ser considerada como venda casada”.

Ao realizar qualquer mudança em contratos de cartões, como troca de bandeira, por exemplo, o banco deve consultar o cliente, diz Ione.

Consumidores que se depararem com um cartão não solicitado da bandeira e a justificativa de que não pode ser trocado por outro deve registrar a queixa no Banco Central, além de sites como o Consumidor.gov.br e o Procon, que podem aplicar penalidades à instituição financeira, como multas.

Estabelecimentos que não aceitem o plástico devem deixar a informação visível de forma ostensiva e em local acessível, tanto em meios eletrônicos como ambientes físicos. “O comerciante não pode induzir o cliente a consumir e somente depois dizer que não trabalha com a bandeira. O cliente passará por uma situação constrangedora se não tiver outro meio de pagamento alternativo”, diz Ione.

*Texto atualizado às 15h20 do dia 16/09/2016 para incluir o posicionamento da Elo.

Fonte: EXAME

Greve bancária não é motivo para deixar de pagar contas, cuidado!

Os bancários de instituições públicas e provadas estão em greve no Brasil a partir dessa terça feira, 6 de setembro. Isto significa que muitas agências devem ter o funcionamento parcial ou suspenso.

Embora muitas operações bancárias não possam ser realizadas eletronicamente, o consumidor não pode se valer da greve para protelar os pagamentos. Por isso fique alerta à data de vencimento das contas e procure um meio alternativo para pagá-las, evitando problemas futuros.

Algumas alternativas às agências bancárias são as casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados. Além destes ainda tem a disposição os caixas eletrônicos, podendo realizar operações com o uso do cartão de crédito. Os aposentados e pensionistas que recebem pela Caixa Econômica Federal só poderão retirar o benefício nas casas lotéricas.

Caso precise sacar o dinheiro na boca do cixa, pode-se ligar para o banco para solicitar uma alternativa. A greve é um direito social, mas as empresas não são eximidas de garantir aos consumidores a prestação dos serviços essenciais, diz a Proteste.

Com informações da ProTeste e InfoMoney

Cartões de loja x cartões de crédito: qual o melhor?

Os cartões de lojas e supermercados têm atraído consumidores por causa de descontos e benefícios. Segundo uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) em parceria com o Instituto Ipsos, os brasileiros estão preferindo os cartões de lojas no lugar do cartão de crédito. É muito comum que vendedores das lojas ofereçam o cartão e tentem conquistar o consumidor através dos benefícios. Mas será que vale mesmo a pena mesmo contratar o cartão de loja?

Segundo o advogado especialista em direitos do consumidor e consultor financeiro, Dori Boucault, o cartão pode funcionar como cartão de crédito normal, a diferença que ele é liberado com menor burocracia, em relação aos cartões de crédito solicitados no banco. Muitas lojas sequer pedem comprovante de renda, apenas RG e CPF.

A facilidade se reverte em juros: o especialista conta que o cartão de loja é menos burocrático que os cartões de banco, pois instituições bancárias tem maior estrutura para fazer análises de crédito, que verificam a condição de bom pagador do cliente, portanto, podem oferecer taxas de juros mais baixas. “As lojas garantem que os parcelamentos são sem juros, mas se você atrasar a fatura, os juros são mais altos que os cartões de banco. É importante saber o Índice das Taxas de Juros e solicitar o Custo Efetivo Total sobre os valores que podem incidir sobre um eventual atraso, como taxas e juros e tudo o que possa ser incluído”, explica.

A maioria dos cartões não cobra anuidade e oferece descontos exclusivos para serem usados nas lojas. Em algumas situações, o cartão de loja proporciona até maior tempo de parcelamento, mas outras taxas podem ser cobradas. “Muitos clientes reclamam que adquiriram o cartão de loja e na fatura vieram taxas como taxa de emissão de boleto, taxa administrativa do banco, taxa de manutenção, taxa de inatividade e outras taxas que, muitas vezes, custam mais que uma anuidade de um cartão de banco”, orienta Dori. O especialista orienta a procurar saber tudo o que pode ser cobrado nesse cartão, e não ir apenas pelas vantagens.

Para atrair consumidores, muitos cartões acumulam pontos a cada compra, o que possibilita a troca deles por benefícios nas próximas visitas a loja. Além disso, o cartão de loja costuma ter um prazo maior para pagamento das faturas. Mas aí mora outra armadilha: muitos cartões não permitem o pagamento eletrônico, assim o consumidor tem de ir até a loja para pagar a fatura. “Os setores dos cartões costumam ficar intencionalmente nos fundos das lojas, assim o consumidor pode ficar tentado a levar algo a mais que não estava planejado”, diz o advogado.

Quem tem vários cartões de crédito perde a noção de gastos. Com muitas faturas e parcelamentos, o controle de gastos e planejamento financeiro fica desordenado. “É importante se lembrar de pagar todas as faturas nas datas, pois cada um tem datas de vencimento diferentes e juros diferentes”, explica o advogado.

Segundo o especialista, se você é uma pessoa que consegue ter organização financeira, paga a fatura sempre no dia do vencimento e tem controle para não se endividar, pode valer a pena ter um cartão de loja. “Você poderá usufruir do desconto, do prazo e condições exclusivas. Para bons pagadores é uma oportunidade para economizar”, orienta Boucault. Mas, se você compra de vez em quando e não tem controle rígido, pode esquecer de pagar a fatura, isso acarreta juros e taxas.

Fonte: Estadão

Clientes de cartão Santander Free são lesados por cobrança de anuidade

O cliente do Santander que tem cartão Free foi surpreendido, no início do mês, pela prática abusiva de alteração unilateral das regras para utilização sem pagar anuidade. A PROTESTE enviou ofício pedindo esclarecimentos ao banco e cumprimento da oferta, e orienta os consumidores lesados a buscar seus direitos, pois estão sendo desrespeitados vários artigos do Código de Defesa do Consumidor.
Caso você tenha sido lesado você pode fazer uma reclamação com a ajuda da PROTESTE, além disso também fornecemos um modelo de petição para acionar o Banco,  no Juizado Especial Cível. Basta entrar em contato pelo 0800 2013900.


Mudanças são descumprimento à oferta

Antes para se livrar da anuidade era preciso usar o cartão todo mês e agora é exigido gastar pelo menos R$100,00. Todo mês em que não houver  esse gasto no cartão, haverá cobrança de valor proporcional à anuidade, que totaliza R$ 270,00. Também foi extinto o programa de benefícios desse cartão de crédito, que possibilitava acumular pontos que poderiam ser trocados por milhas aéreas, para compra de passagens.

Na avaliação da PROTESTE é importante buscar seus direitos, pois trata-se de um grave descumprimento de oferta. A justiça pode decidir que sejam declaradas nulas de pleno direito as cláusulas contratuais em desacordo com o CDC, como as que alteram as regras para usufruir da isenção da anuidade. Além das que impossibilitem a utilização dos pontos acumulados em trocas por passagens aéreas ou programas de milhagens.

Fonte: Proteste

Mastercard lança o primeiro cartão voltado ao público Evangélico

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Essa semana foi lançado o primeiro Cartão Master Card Evangélico do Brasil que além de poder realizar compras em mais de 2 milhões de estabelecimentos no Brasil contribui com obras da Comunidade Evangélica.

 

Para ter o cartão Master Card AP não é necessário comprovar renda nem consultar SPC/SERASA. Você tem a possibilidade de estipular o quanto quer gastar e não ter sustos no final do mês

O cartão possui vários benefícios como:

  • Possibilita fazer compras pela internet
  • Participa do programa Master Card Surpreenda
  • Descontos em Passagens de Avião, hotéis etc…
  • Descontos de até 80% em Hospitais Particulares e Exames médicos
  • Descontos de até 90% nas grandes redes de farmácias
  • Cartão Pré Pago.Você define o limite e controla seus gastos.
  • Não há cobrança de anuidade.
  • Não é preciso comprovar renda nem consultar SPC/SERASA

Saiba mais, clique aqui

Seguros dos Cartões Mastercard terão que ser emitidos manualmente

A Mastercard fez uma alteração em sua política de seguros para produtos e viagens adquiridos após 1o de julho de 2016. Agora os clientes que tiverem direito a seguro de aluguel de carro ou seguro de viagens, por exemplo, precisam emitir o certificado pelo site da AIG Mastercard. Quem comprou um bilhete de viagem antes dessa data não vai precisar de certificado.

Para emitir o certificado é necessário acessar o site da Mastercard AIG ou ligar para 0800-725-2025, tendo em mãos informações pessoais, como nome completo como aparece no passaporte, número do passaporte, CPF, endereço residencial e também informações da data da compra e datas da viagem.

Seguro de Viagem

A proteção durante a viagem, desde que você compre os bilhetes de viagem com seu cartão Mastercard, que inclui a cobertura de acidentes pessoais (MasterSeguro de Viagens), bem como despesas médicas em caso de lesão ou doença durante a viagem ao exterior (MasterAssist). Esta proteção do Seguro Viagem também pode incluir cobertura durante uma transação em caixa eletrônico, Proteção de Bagagem (por bagagem despachada extraviada ou atraso), bem como de Inconveniências de Viagem (por cancelamento de viagem e atraso de embarque). Sujeito aos termos e condições. Agora, com o seu Bilhete de Seguro de Viagem você também receberá sua Carta Schengen personalizada automaticamente.

Seguro para aluguel de veículos (MasterRental)

A Mastercard oferece proteção para danos físicos  e roubo dos veículo alugado pago com o cartão, bem como cobertura para roubo ou furto qualificado de compras elegíveis feitas com o cartão ocorrido dentro do  carro alugado.

Para ver outros benefícios que seu cartão Mastercard oferece, acesse esse link. Os benefícios variam conforme o tipo de cartão, Gold, Platinum ou Black.

Fonte: Melhores Destinos

Banco Neon, 100% digital e sem taxas mensais

E o mercado de fintechs continua recebendo novos players no Brasil. Depois de Nubank e Original ganharem destaque, chega o banco digital Neon, uma espécie de upgrade da startup Controly e que mistura recursos e características desses nomes citados acima.

Com uma proposta ousada de “mudar a forma como os jovens lidam com dinheiro”, o Neon é fruto também de uma mente jovem, Pedro Conrade, de 24 anos, que é CEO e criador da empresa.

“Cerca de 70% das dívidas do jovem são com cartão de crédito. E muitas vezes esses gastos com o cartão não são para algo essencial na sua vida. Assim geralmente você está um mês atrasado na sua vida financeira. E os bancos comuns não fazem questão nenhuma de ajudar o cliente nisso. A gente propõe uma melhora de gestão financeira”, explica o executivo, que diz que prefere .

Tudo pelo celular

Como se trata de um banco digital, o Neon não possui agência física, mas oferece um cartão físico internacional com bandeira Visa. Para criar uma conta, basta baixar o aplicativo para iOS ou Android e fornecer apenas dados pessoais e uma foto, tudo em poucos minutos.

Depois disso, é preciso aguardar uma confirmação da empresa que fornecerá os dados de agência e conta do cliente. Com isso em mãos, o usuário poderá fazer operações diversas pelo celular, como verificar saldo, realizar transferências, pagar contas, receber pagamentos. A chegada do cartão físico, de bandeira Visa, acontece em cerca de cinco dias úteis, podendo ser até no dia seguinte para o caso de clientes de São Paulo, por exemplo.

Uma curiosidade. Para fazer um depósito para a conta, o Neon recorre ao bom e velho boleto. Quando a transação é solicitada, o app gera um boleto que o usuário pode pagar em qualquer lotérica.

Sem mensalidade, mas com taxas

Um dos principais atrativos do Neon é o fato de não possuir uma mensalidade fixa, como costuma acontecer com as chamadas “cestas de serviços” dos bancos tradicionais. Os usuários podem fazer um saque (pela rede 24horas) e um TED por mês de graça – os demais custam 6,90 reais e 3,50 reais cada, respectivamente.

Além disso, o Neon cobra taxa de 2,50 reais por boleto e IOF+4% para gastos internacionais.

Apenas débito

No entanto, ao contrário do Nubank, por exemplo, o cartão do Neon só permite compras na função débito atualmente. Ou seja, é preciso ter o dinheiro na conta para poder fazer a transação desejada.

De acordo com Pedro, isso faz parte justamente da ideia da companhia de melhorar a gestão financeira dos clientes. No entanto, o banco não descarta lançar a função de crédito no futuro.

SAC 24 horas

Como não poderia deixar de ser, o atendimento ao cliente do Neon tem uma grande presença nas plataformas digitais, incluindo o chat dentro do próprio aplicativo, além da presença de atendentes nas principais redes sociais, incluindo Facebook, Twitter, Instagram e LinkedIn.

E a companhia também conta com o tradicional atendimento via telefone pelo número 0800 326 0844.

Vale destacar que tanto os canais digitais quanto o 0800 funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana.

100 mil em 12 meses

Atualmente, a companhia conta com 60 funcionários, sendo 35 em São Paulo e o restante em Belo Horizonte. Mas esse número deve crescer em breve. Isso por causa da grande procura inicial que fez com que as cinco mil contas inaugurais fossem esgotadas em apenas 48 horas. Por isso, e também para agilizar o processo de liberação de novos clientes, a startup começou a contratar mais gente para atender tamanha demanda.

O objetivo do Neon, segundo Pedro, é ter 100 mil clientes nos próximos 12 meses. “Mas queremos 100 mil clientes retidos, o que é muito diferente de apenas clientes cadastrados. Muitas vezes empresas do mercado de fintech divulga números gigantescos, mas que dizem respeito apenas a cadastros. Nós queremos 100 mil pessoas recorrentes”, destaca.

Fonte: IDGNOW

Fuja do IOF alto: cartão pré-pago tem saldo em dólar para compras no exterior

Fazer compras de eletrônicos e outros produtos mais caros em lojas online do exterior normalmente é um bom negócio, mas, como é preciso usar um cartão de crédito para isso, a taxa do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sempre preocupa.

Atualmente, você paga 6,38% de IOF quando compra em moeda estrangeira no seu cartão internacional brasileiro, mas, caso compre dinheiro em espécie em solo nacional e leve o valor para sua viagem, a taxa é de apenas 1,1%. Mas e se fosse possível pagar uma taxa menor mesmo usando o cartão de crédito?

O pessoal do Ebanx achou que isso seria uma boa ideia e lançou o seu Ebanx Dollar Card, um cartão virtual internacional pré-pago que cobra somente a taxa da conversão do real para dólar como se fosse uma remessa internacional, que tem taxa ainda menor que a da compra em espécie.

Isso acontece porque você carrega o Dollar Card fazendo o pagamento de um boleto, e o Ebanx transforma o valor em dólaratravés de uma remessa. O saldo em moeda americana é então liberado no seu cartão de crédito virtual, que pode ser usado para comprar na Amazon, por exemplo, e receber as compras no hotel durante uma viagem aos EUA.

Isso também serve para comprar produtos de sites como o AliExpress, que trazem os dispositivos para o Brasil por fretes bem baratos ou gratuitos. Nesse caso, você não apenas economiza na entrega como também no IOF.

Como funciona

Esse Dollar Card da Ebanx funciona como um cartão internacional normal, uma vez que é emitido na Europa. Contudo, não há um objeto de plástico comum, e todos os dados dele ficam disponíveis em um aplicativo que você deve instalar no seu Android ou iOS, bem ao estilo Nubank.

Todas as compras podem ser controladas por lá, sendo possível inclusive gerar boletos para recarregar o cartão. Na primeira recarga, contudo, você deve pagar a anuidade do Dollar Card, que custa US$ 5 (cerca de R$ 17) em parcela única. Uma nova taxa só será cobrada no segundo ano de uso.

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O Dollar Card opera com a taxa de 0,38% de IOF, que é o valor do imposto para remessas internacionais. Somando essa taxa à cotação do dólar turismo (que é sempre mais alta que a do dólar comercial), o usuário pagará no fim das contas R$ 3,51 por cada dólar recarregado. Esse valor pode variar conforme a cotação flutua, portanto, é possível esperar isso baixar para fazer uma recarga maior.

Isso é interessante porque você tem mais controle sobre a cotação da moeda quando compra alguma coisa. No cartão normal, você compra itens em dólares, mas o valor só será convertido para reais quando sua fatura “fechar”. Até lá, a moeda americana pode ter ficado mais cara, o que faz você pagar mais pelo mesmo produto, e ainda acumula mais valor sobre o IOF.

O Ebanx garante que o Dollar Card funciona nas seguintes lojas online: AliExpress, Amazon, PayPal, Shipito, Facebook, Strawberrynet, Disney Store, Wish, Box4World, Asos, GearBest, HobbyKing, eBay, LightInTheBox, Google Play Store, Rose Wholeale, Tidal, Society6, Dealextreme, Popkind, além de vários outros.

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