Anuidade Zero

Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.


É só você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO


OBS: Após a nova resolução do Banco Central, a grande maioria dos cartões passou a cobrar anuidade. Atualmente somente o Santander Free, Petrobras, Saraiva e Hipercard continuam totalmente isentos de taxas. Os demais cartões listados possuem anuidade, só que eles oferecem vantagens que como seguros automáticos e serviços para o lar. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar ao banco.



Não achou o cartão desejado? Faça outra busca



Nubank, um cartão de crédito para a geração digital

Temos um dos sistemas financeiros considerados mais seguros e digitais do mundo, mas ainda assim, algumas transações ainda não parecem tão fáceis de usar como um app qualquer. Em alguns bancos, receber um aviso SMS quando seu cartão é utilizado ainda é complicado, e quando existe um aplicativo, nossa, ele é tão labiríntico que você tem preguiça de usar.

Enxergando nesse problema uma oportunidade, uma startup brasileira resolveu agir. Surgia a Nubank, uma empresa de serviços financeiros que quer facilitar a forma como lidamos com nosso dinheiro e nossos bancos. O primeiro produto lançado pela Nubank é um cartão internacional da marca, da bandeira MasterCard, que promete uma experiência muito mais agradável.

A partir do site, os interessados podem fazer um cadastro e solicitar um cartão, com um crédito pré-aprovado – no meu caso, foi de até 1.000 reais. Tudo é preenchido online, e a comprovação da sua identidade é feita com fotos do seu documento, enviados a partir da interface do próprio aplicativo. Depois disso, basta aguardar alguns dias para receber o seu cartão Nubank em casa, pelo correio.

Dentre os milhares de clientes aguardando o seu convite para experimentar a novidade, eu fui uma das primeiras. O cartão roxinho parece mais fininho do que os tradicionais, e por isso aparentemente mais frágil, mas isso para mim não é nenhum problema, já que a intenção de utilização é mais voltada para compras online. Talvez no dia a dia o cartão possa se danificar com mais facilidade, devido ao tira-e-põe nas maquininhas de crédito.

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Assim que o cartão chega, a ativação é feita pelo próprio aplicativo. Nada de precisar ligar para a central, ou acessar o seu internet banking e brigar com guardiões digitais e tokens de acesso. Ao fazer uma compra, o aplicativo notifica quando, onde e em que valores ela foi realizada, mostrando na tela o seu extrato e o limite de crédito restante. Tão simples que até surpreende. Nenhum papel, nenhuma assinatura, tudo diretamente no meu smartphone e com uma interface agradável. “A anuidade deve ser um absurdo”, pensei comigo mesma, mas a surpresa foi boa: nenhuma taxa é cobrada pela Nubank (!)

“Vimos que existe muita oportunidade para atender um segmento de mercado de pessoas mais jovens e apaixonadas por tecnologia, que não precisam e não querem o atendimento presencial em agências”, explica o colombiano David Velez, CEO da Nubank, em entrevista ao B9. Junto com Cristina Junqueira (brasileira) e Edward Wible (americano), os três fundadores escolheram o Brasil para iniciar as operações da Nubank por conta do tamanho do mercado, pela representatividade do público jovem no país e por saberem que os preços dos serviços financeiros por aqui são exagerados, com juros muito altos e tarifas desnecessárias.

“Atualmente, 50% da população brasileira tem menos de 30 anos, e são pessoas que não querem pagar por uma estrutura física que não usam. Por isso desenvolvemos um modelo 100% digital e com processos muito mais simples. Queremos ser a nova geração de serviços financeiros no Brasil”, almeja Velez.

“Já que não precisamos pagar por uma estrutura física de um banco, entre outros custos de infraestrutura, podemos passar essa economia para nossos clientes no formato de produtos sem taxas, juros mais baixos e um excelente atendimento”, explicou o CEO em entrevista ao TechCrunch.

Fonte: Brainstorm9

Apple vai transformar o iPhone 6 em cartão de crédito

A Apple quer transformar o iPhone 6 em uma carteira digital a partir de parcerias com redes de pagamento, bancos e varejistas, revelou nesta sexta-feira reportagem da Bloomberg. Entre os acordos já fechados estão parcerias com as empresas de cartão de crédito Visa, Mastercard e American Express. A novidade será anunciada em 9 de setembro, no anúncio da nova geração do smartphone.

O próximo iPhone permitirá o pagamento de contas graças a uma nova tecnologia, a NFC (Near Field Communication), que será usada no novo aparelho pela primeira vez. A partir do Touch ID, o sistema de reconhecimento de digitais já disponível no iPhone, os usuários farão seus pagamentos de forma segura apenas com um toque.

Outras companhias, como o Google, também têm investido no pagamento móvel com tecnologia similar. Por enquanto, os varejistas americanos têm se mostrado resistência à ideia.

A iniciativa da Apple pode forçar os comerciantes a adotar o sistema porque a Apple é líder mercado nos Estados Unidos, explica Ben Bajarin, analista da Creative Strategies LLC, à publicação americana.

Ainda de acordo com o especialista, a Apple é a companhia que dita os padrões da indústria em todo o mundo. Se ela aposta em uma tecnologia, todo o mercado acompanha o seu movimento. Criar um sistema de pagamento pode contribuir para que os usuários sejam ainda mais leais ao seu ecossistema e também à marca. O recurso de carteira digital será anunciado na próxima semana.

Especialistas dizem o que fazer em caso de problemas com o caixa eletrônico

Banco 24 HorasA nutricionista Maria Regina Vidal Buchele, de 49 anos, teve seu cartão de crédito preso em um caixa eletrônico de uma agência da Caixa Econômica Federal, no último dia 5. Ao procurar ajuda, constatou que não havia um vigia, no local, e que o 0800 do banco não funcionava.

Como todos os clientes correm o risco de encontrar falha nos terminais eletrônicos, a Federação dos Bancos e os órgãos em defesa do consumidor recomendam um passo a passo de medidas para tentar solucionar esse tipo de problema.

Maria Regina chegou às 10h na agência da Caixa do Ceisa Center, no Centro da Capital. A primeira opção que tentou, que foi conferir o saldo, não funcionou. Em seguida, iniciou o pagamento dos funcionários do condomínio do qual é síndica. Na última tela, clicou em confirmar, mas a máquina travou e segurou o cartão.

— Tentei pedir ajuda, mas nenhum vigia estava na agência, e não havia um telefone na sala do autoatendimento. Foi quando encontrei um 0800 da Caixa, escrito em um cartaz de propaganda do banco. Liguei cinco vezes para o número, sem conseguir falar com o responsável. Transferiam a ligação para ninguém, ou então, caía antes — contou a nutricionista.

Um senhor ofereceu ajuda e conseguiu arrancar o cartão do terminal eletrônico. Mas a primeira tentativa de Maria Regina foi a de quebrar o cartão. Sem sucesso, começou a procurar informações nas outras máquinas até conseguir bloquear o cartão de crédito. Depois de uma hora, ela conseguiu sair do local.

— Se eu precisasse viajar, estava sem cartão e sem dinheiro — reforçou Maria Regina.

Na segunda-feira, a nutricionista procurou o gerente da sua agência, com uma carta de reclamação e o comprovante do bloqueio em mãos. No mesmo momento, o funcionário desbloqueou o cartão e enviou o problema para o 0800 do banco, na intenção de melhorar o serviço.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Brasil somou 182 mil terminais eletrônicos, no final de 2011, dos quais 50 mil estão instalados fora das agências bancárias. A pesquisa não contabilizou dados por estado.

Segundo a Federação, todas as cabines de autoatendimento devem ter telefones à disposição do cliente, ao contrário do apresentado na agência de Maria Regina. A entidade informou que, diante de qualquer problema com o caixa eletrônico durante o expediente bancário, o consumidor deve procurar imediatamente um funcionário identificado do banco. Nos outros horários, o usuário deve ligar para um dos telefones que estão nas salas de autoatendimento.

Os terminais eletrônicos da rede 24 horas são outro problema, de acordo com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). Uma pesquisa da entidade registrou que não foi possível utilizar o caixa em 75% das visitas, porque estavam em estabelecimentos fechados ou sem condições de uso. O levantamento foi feito na cidade de São Paulo, com 23 pontos 24 horas, primeiro nos dias de semana, após às 22h, e depois, em dias úteis.

A presidente da Proteste, Maria Inês Dolci, comenta que o banco tem a obrigação de prestar um serviço de qualidade e sem falhas ao cliente. Se ele se sentir prejudicado, pode procurar a Justiça, mas levando o registro da reclamação junto à instituição bancária.

Marcel Vieira de Souza, chefe de atendimento do Procon de Florianópolis, reforça que o órgão em defesa do consumidor trabalha apenas com provas documentais. Nem testemunhas substituem o registro do problema.

— Acreditamos no consumidor, mas sem provas, o processo termina já na conciliação com a empresa. O banco pode, até mesmo, decidir não fazer uma proposta — afirmou Marcel, acrescentando que um Boletim de Ocorrência (BO) também deve servir como registro dos fatos.

Fique atento

CINCO PROBLEMAS MAIS COMUNS

> Cliente não consegue fazer o saque, mas o valor é debitado da sua conta ou poupança

> Cliente recebe um valor menor do que o solicitado e debitado da conta ou poupança

> O cartão ficar trancado na máquina

> O caixa eletrônico não tem disponibilidade de notas, ou de outros serviços

> Falta de manutenção da máquina, com dificuldade de leitura do cartão

O QUE FAZER

> O mais importante é registrar a sua reclamação no momento em que ocorrer o problema, ou logo depois. Um registro pode ser o número de protocolo da ligação para o 0800 do banco, uma solicitação para o Banco Central, ou um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

> Procure a ajuda de um funcionário identificado para a função, nos horários de expediente, ou de um vigia

> Se não encontrar, usar o telefone disponível na cabine de autoatendimento

> Caso a cabine não tenha, usar o telefone pessoal para ligar para o 0800 do banco. A Febraban disponibiliza em seu site uma seção que oferece aos usuários os telefones dos bancos para atendimento ao cliente. Basta acessar o link:http://www.febraban.org.br/atendimento_bco.asp

> Se não for atendido, reclame diretamente com o Banco Central, no número 0800 979 2345. Para registrar uma reclamação contra a instituição no Banco Central, é só entrar no link http://www.bcb.gov.br/?RECLAMACAODENUNCIA, e clicar em “registre a sua demanda”.

> Se nada funcionar, reclame no Procon da sua cidade.

Fontes: Proteste, Procon de Florianópolis, Febraban e Diário Catarinense

Por Janaina Cavalli – janaina.cavalli@diario.com.br