Anuidade Zero

Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.


É só você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO


OBS: Após a nova resolução do Banco Central, a grande maioria dos cartões passou a cobrar anuidade. Atualmente somente o Santander Free, Petrobras, Saraiva e Hipercard continuam totalmente isentos de taxas. Os demais cartões listados possuem anuidade, só que eles oferecem vantagens que como seguros automáticos e serviços para o lar. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar ao banco.



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Conheça o Nubank, o cartão mais cobiçado do momento

Cartão Nubank: Fila de espera para obter o cartão de crédito soma 70 mil pessoas

Cartão Nubank: Fila de espera para obter o cartão de crédito soma 70 mil pessoas

São Paulo – Um cartão de crédito vem chamando a atenção dos consumidores brasileiros e já tem uma fila de espera de nada menos do que 70 mil pessoas, que aguardam ansiosamente para ganhar o seu. O Nubank Mastercard Platinum, emitido pela administradora de cartões Nubank, tem despertado interesse por prometer transparência, custos menores e a possibilidade de resolver qualquer pendência pela internet.

O cartão da Nubank, startup criada em setembro do ano passado, não tem taxa de anuidade nem tarifas, cobra juros rotativos abaixo da média do mercado – que são os juros cobrados em caso de atraso ou parcelamento da fatura – e é gerenciado por um aplicativo no celular, que oferece informações detalhadas sobre os gastos realizados no plástico.

Segundo a empresa, o cartão tem feito sucesso por suprir uma demanda reprimida de consumidores que estão acostumados com taxas de juros exorbitantes, atendimentos burocráticos e estão insatisfeitos com seus cartões, que oferecem poucas informações e meios para controlar os gastos no crédito.

Para obter o cobiçado cartão, além de ser proprietário de um smartphone com sistema iOS ou Android, o consumidor precisa  ser aprovado em uma análise de crédito.

Como essa avaliação pode durar horas, dias, semanas ou meses, a demora tem gerado reclamações de consumidores nas redes sociais, ávidos para utilizar o produto.

Acesso restrito

Sem revelar o número de usuários do cartão, a startup aponta que, apesar de a fila de pedidos crescer, está dobrando sua base de clientes a cada três meses. “Queremos crescer aos poucos”, diz Cristina Junqueira, diretora e co-fundadora da Nubank.

Ao realizar a análise de crédito, a administradora do cartão leva em consideração o histórico de crédito de cada consumidor, assim como qualquer instituição financeira. Mas também inclui filtros adicionais na avaliação, baseados em um modelo próprio. “Ser indicado por um amigo que tenha um bom histórico de crédito, por exemplo, pode contribuir para uma avaliação positiva, mas também não é determinante”, diz Cristina.

A executiva garante que quem tem um bom histórico de crédito é aprovado rapidamente, assim como quem tem um histórico ruim é reprovado de forma ágil. “A demora maior se refere a consumidores que estão na faixa intermediária. Ainda estamos aprimorando nossa análise”.

Custos menores

Além de não cobrar anuidade ou tarifas, o cartão da Nubank cobra uma taxa de juros de 7,75% ao mês no caso de atraso no pagamento ou parcelamento do valor, quando o cliente cai no chamado crédito rotativo.

De acordo com dados do Banco Central referentes ao período de 30 de abril a 7 de maio deste ano, entre 44 instituições financeiras, os juros rotativos cobrados pela Nubank só não são menores do que a taxa média da Caixa e de seis bancos de pequeno porte.

A oferta de uma taxa de juros mais baixa foi possibiltada por meio de uma parceria com dois bancos de pequeno porte – cujos nomes a empresa não revela – e também por conta da estrutura digital da empresa, que dispensa atendimento presencial e reduz a necessidade de atendimento por telefone.

O objetivo da Nubank é reduzir os juros ainda mais ao longo do tempo, principalmente para clientes que tenham uma boa avaliação de crédito, diz Cristina.

A Nubank não exige renda mínima para que os clientes tenham acesso ao cartão. “Temos estudantes que ganham mil reais por mês entre os usuários”, afirma a executiva.

Uma desvantagem do cartão de crédito é que ele não oferece um programa de fidelidade aos clientes, como a maioria dos cartões existentes no mercado. Mas Cristina diz que ter um programa de pontos está nos planos da startup. “Não sabemos ainda se iremos inclui-lo no cartão ou vendê-lo separadamente, como um produto premium”, conta a executiva. Outra restrição que deve ser solucionada é a criação do aplicativo também para smartphones com o sistema Windows Phone.

Cuidados

É necessário, no entanto, que o consumidor tenha cautela. São cobradas tarifas nos saques de valores em terminais eletrônicos que aceitam cartões Mastercard localizados no Brasil e no exterior.

Nesse caso, as taxas cobradas, definidas por cada rede que opera o terminal de autoatendimento, podem chegar a 19 reais e não compensar o uso do serviço.

Mesmo que os juros cobrados pelo cartão da Nubank sejam menores do que a média, especialistas não recomendam parcelar o ou atrasar o pagamento da fatura, pois a taxa ainda é considerada alta e pode provocar descontrole financeiro caso a dívida não seja quitada o quanto antes.

A Nubank pode oferecer limites de crédito que variam de 700 reais a 10 mil reais, conforme a renda e histórico de crédito do usuário. Mas valores altos exigem planejamento para que não comprometam o orçamento no caso de gastos imprevistos, por exemplo.

Mais facilidade para controlar os gastos do cartão

Os gastos no cartão de crédito emitido pela Nubank podem ser monitorados em tempo real pelo aplicativo do cartão no celular, que pode ser baixado na Apple Store ou no Google Play.

O app registra todos os pagamentos feitos com o cartão e permite alterar o nome dos estabelecimentos nos quais foram realizadas as compras. Os gastos são apresentados em um mapa, que facilita a visualização de cada despesa.

No momento em que o usuário parcela uma compra, por exemplo, ele consegue consultar como ficarão distribuídas as prestações visualizando as faturas na ferramenta.

A taxa de câmbio e a do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incidem sobre compras internacionais, podem ser visualizadas de forma separada do valor da compra.

É possível reduzir e aumentar o limite de crédito disponível, bloquear e desbloquear o cartão ou antecipar o pagamento da fatura a qualquer momento pelo app. Caso o usuário queira aumentar o limite de crédito, mas o valor não esteja disponível, o pedido também é feito pelo aplicativo.

Apesar de assegurar que o usuário consegue resolver qualquer demanda sozinho, o Nubank oferece um chat para responder a eventuais dúvidas, além de e-mail e atendimento telefônico. “No chat geralmente conseguimos responder a demanda na mesma hora”, diz Cristina. “Já a maior parte dos e-mails enviados por usuários são respondidos em até meia hora”.

A administradora de cartões também irá incluir em breve duas funcionalidades no aplicativo: débito automático da fatura e a possibilidade de parcelar os gastos online, já com a possibilidade de visualizar os juros que serão cobrados na operação.

Peça seu convite para receber o seu no site deles www.nubank.com.br

Fonte: EXAME

Fique de olho: os serviços que todos os bancos devem oferecer de graça

No segundo semestre de 2014, o Banco Central  recebeu mais de 16 mil reclamações de clientes de instituições financeiras, sendo que a cobrança irregular de tarifa de serviços não contratados está entre as cinco causas que mais levaram as queixas.

E não é para menos que os consumidores reclamam. A Fundação Procon-SP postou em seu blog um lembrete que, segundo o artigo 2 da Resolução 3919 do Banco Central do Brasil, existe uma série de serviços que os bancos são obrigados a oferecer de graça.

O correntista tem o direito a receber dois extratos gratuitos, contando toda movimentação dos últimos 30 dias; por isso, é importante verificar se não há cobranças indevidas. Segundo o parágrafo único do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor, “o consumidor cobrado em quantia indevida tem o direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável”.

Confira abaixo os serviços gratuitos que fazem parte do rol de Serviços Essenciais do BC:

Relativo a conta corrente:

  • Fornecimento de cartão com função débito;
  • fornecimento da segunda via do cartão de débito, exceto nos casos decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição eminente;
  • realização de até 4 saques, por mês, e guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;
  • realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e ou internet;
  • fornecimento de at’2 extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias por meio de guichê de caixa e/ou terminal de autoatendimento;
  • realização de consultas mediante utilização da internet;
  • fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminado, mês a Mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;
  • compensação de cheques;
  • fornecimento de até 10 folhas de cheques por mês, desde que o cliente reuna os requisitos necessários à utilização de cheques, conforme a regulamentação em vigor e condições pactuadas;
  • prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

Relativo a poupança:

  • relativamente à conta de depósito de poupança;
  • fornecimento de um cartão com função movimentação;
  • fornecimento de segunda via do cartão, exceto nos casos de pedidos de reposição formulados pelo correntista, decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição financeira;
  • realização de até dois saques, por mês, em guichê de caixa ou em terminal de autoatendimento;
  • realização de até duas transferências, por mês, para conta de depósitos de mesma titularidade;
  • fornecimento de até dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias;
  • fornecimento, até dia 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;
  • prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

Henrique Meireles inicia projeto de Banco 100% digital

FLÁVIO DIAS, EX-WALMART.COM E AGORA NO BANCO ORIGINAL: "AINDA EM 'SOFT LAUNCH', MAS AQUECENDO FORTE OS MOTORES" (FOTO: CLAUS LEHMANN)

FLÁVIO DIAS, EX-WALMART.COM E AGORA NO BANCO ORIGINAL: “AINDA EM ‘SOFT LAUNCH’, MAS AQUECENDO FORTE OS MOTORES” (FOTO: CLAUS LEHMANN)

O Banco Original, que atua principalmente no agronegócio, está prestes a lançar um ambicioso projeto de banco puramente digital, que já começa a sair do papel. Sob comando de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, o serviço vai oferecer tudo que um banco tradicional tem, inclusive crédito e opções de investimento. Mas não terá agências: todas as operações serão feitas pela internet e por aplicativos – para sacar dinheiro, a instituição terá como parceira a Rede 24 Horas.

Agora, o projeto já tem um site com a nova identidade do banco, ainda sem publicidade ou divulgação na mídia. Os serviços estão sendo testados por funcionários e pessoas próximas. “Eles continuam valendo para um grupo (agora mais significativo) de colaboradores e parceiros, ainda no modo de ‘soft launch'”, afirma Flávio Dias, diretor executivo do projeto – ele é ex-presidente do Walmart.com no Brasil, de onde saiu para comandar a equipe de mais de 100 pessoas que trabalha no projeto do Original. “Estamos aquecendo forte os motores e fazendo ajustes para abrir ao público em breve”, diz.

O serviço completo, que terá como alvo principalmente o público de alta renda, deve ser lançado até o final do ano, segundo o banco. O projeto nasce num momento em que outros bancos e agentes financeiros também apostam em serviços puramente digitais. É o caso do Santander, que comprou em dezembro 50% da propriedade do Superbank, também uma espécie de banco totalmente digital, que, porém, não oferece a opção de dar crédito aos clientes. Outra iniciativa parecida é o Zuum, joint venture da Telefonica com a Mastercard.

O Original pertence ao grupo J&S, também dono do frigorífico JBS. A instituição tem R$ 4,6 bilhões em ativos totais, o que faz dela o 57º maior banco do país neste critério, segundo relatório enviado ao Banco Central em dezembro.

Font: Época Negócios