Anuidade Zero

Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.


É só você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO


OBS: Após a nova resolução do Banco Central, a grande maioria dos cartões passou a cobrar anuidade. Atualmente somente o Santander Free, Petrobras, Saraiva e Hipercard continuam totalmente isentos de taxas. Os demais cartões listados possuem anuidade, só que eles oferecem vantagens que como seguros automáticos e serviços para o lar. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar ao banco.



Não achou o cartão desejado? Faça outra busca



Especialista revela três dicas para fazer compras online com segurança

Apesar de grande parte dos brasileiros já estar acostumado a realizar compras online, uma pequena parcela ainda não se sente totalmente segura para comprar um produto pela internet.

No último levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 8% dos entrevistados afirmam não comprar pela internet por terem receio de não receber o que foi adquirido.

Para tentar ajudar esses consumidores, INFO conversou com Roney Almeida, diretor de e-commerce da empresa Infracommerce, que sugeriu que os clientes devem prestar atenção em três pontos importantes antes de fazer compras online com segurança.

1 – Exija as informações básicas da loja online

Desde 2012, o projeto de lei 281/2012, aprovado pelo Senado, estabelece que as lojas eletrônicas do País informem adequadamente o nome empresarial e o CNPJ, endereço físico e demais informações para que o consumidor possa entrar em contato, com facilidade, com o provedor do serviço.

Além disso, ficou assegurado o direito de arrependimento, obrigando o fornecedor a comunicar de imediato à instituição financeira ou à administração do cartão de crédito acerca do arrependimento por parte do consumidor.

2 – Valorize a descrição detalhada do produto

Conhecer detalhes como componentes do produto, tipo de tecido (no caso de roupas), instruções de uso, indicações de tamanho e cor, etc podem levar à decisão de comprar ou não determinado item.

Com informações claras e à vista do cliente, evitam-se experiências negativas.

3 – Confira reviews e opiniões de pessoas próximas

Ponto básico, porém, esquecido no momento da compra “por impulso”, é a avaliação que outros clientes já fizeram daquele fornecedor.

Apesar de o fator preço ser bastante preponderante na decisão final de compra, o cliente também deve se certificar de que a promessa feita pela internet será, de fato, cumprida. Uma boa ideia é conversar com amigos próximos e colegas de trabalho.

Fonte: Info

Bancos dificultam acesso a contas gratuitas, diz Idec

Apesar de serem vantajosas para o consumidor por serem gratuitas, as contas para uso exclusivo pela internet e caixas eletrônicos nem sempre são fáceis de contratar. É o que concluiu uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), realizada entre maio e junho deste ano.

Os chamados pacotes digitais são exclusivos para movimentação da conta bancária por canais de autoatendimento (internet banking, aplicativos do banco no celular e tablet e pelo caixa eletrônico) e cada instituição permite um determinado número de operações para cada tipo de serviço.

Nesse tipo de conta corrente, regulamentada pelo Banco Central (BC), não há a cobrança de tarifas por transferências e consulta de extratos, desde que essas operações sejam realizadas pelo caixa eletrônico ou internet banking. Caso o consumidor queira utilizar o atendimento telefônico ou ir até a agência da instituição financeira para realizar uma operação, ela será cobrada como um serviço adicional, conforme tabela de tarifas divulgada pelo banco.

Assim como qualquer outro pacote bancário, a conta digital permite que o cliente tenha acesso a serviços essenciais de forma gratuita, conforme norma do Banco Central: fornecimento de cartão com função débito; realização de até quatro saques e duas transferências entre contas no próprio banco por mês; fornecimento de até dois extratos mensais; e uso de até dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários para utilizar a forma de pagamento.

Poucas opções e burocracia

A primeira dificuldade verificada pelo levantamento do Idec foi encontrar um banco que ofereça a conta gratuita. Das seis instituições financeiras avaliadas,Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, ItaúSantander, apenas três oferecem o pacote de serviços digitais: o Banco do Brasil (Pacote Digital), o Bradesco (Digiconta) e o Itaú (IConta).

No Banco do Brasil, porém, não foi possível contratar o pacote. A instituição definiu por conta própria qual pacote seria destinado ao pesquisador, barrando o seu direito de escolha e violando o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Outro problema enfrentado foi a burocracia para abertura de conta. As três instituições que oferecem pacotes digitais disponibilizam um pré-cadastro pela internet, que foi preenchido pelos pesquisadores. Contudo, somente no Itaú ele foi realmente utilizado. No Bradesco e Banco do Brasil, foi necessário fornecer todas as informações novamente na agência.

Apesar de o pacote digital também ser vantajoso para o banco, pois diminui a demanda por atendimento nas agências e nos canais telefônicos, essas vantagens são dificultadas por vícios que permanecem no atendimento ao cliente nas agências, analisa Ione Amorim, economista do Idec e coordenadora da pesquisa.

Irregularidades

Assim como ocorreu no Banco do Brasil, o HSBC e o Santander também impediram que o consumidor escolhesse o seu pacote de serviços. Ambos os bancos basearam-se na renda dos pesquisadores e selecionaram pacotes mais caros, apesar de os pesquisadores informarem que só pretendiam usar os canais de autoatendimento e queriam pagar o mínimo possível.

O Santander impôs ao pesquisador a contratação do pacote Van Gogh, que custa 64 reais por mês, apesar de ter oferecido utilização de forma gratuita por 90 dias. Já o HSBC definiu o pacote Advance, cuja mensalidade é de 54,50 reais.

Para Ione, do Idec, essas práticas desrespeitam tanto o direito à informação quanto o de escolha do consumidor. O correto seria que todas as opções de pacote fossem apresentadas ao consumidor, diz a economista do Idec.

Com exceção do Bradesco, todos os bancos consultados enviaram cartões de crédito ao pesquisador sem solicitação. A prática constitui venda casada, que é abusiva e vedada pelo artigo 39 do CDC e pela Resolução n° 3.919/2010 do Banco Central.

No Itaú, houve ainda a inclusão de seguros de proteção para o cartão e cheque especial, sem que o pesquisador solicitasse.

Outro problema registrado pela pesquisa foi o não fornecimento de contratos pelos bancos, assim como o termo de adesão que discrimina os serviços incluídos no pacote contratado. Nenhum banco entregou ambos os documentos, apenas um ou outro, e o HSBC não entregou nenhum deles.

Método de pesquisa

Entre os dias 22 de maio e 3 de junho, pesquisadores do Idec de 28 a 53 anos e renda média de cinco salários mínimos abriram contas pessoais, sem vínculo com o empregador, em cada uma das seis instituições financeiras.

A abordagem nas agências, todas localizadas na cidade de São Paulo, foi padronizada e as conversas foram gravadas. A orientação era solicitar o pacote eletrônico ou o mais barato que houvesse, enfatizando que o uso seria exclusivo pelo autoatendimento.

Fonte: Exame

Qual cartão pedir: nacional ou internacional?

Qual cartão pedir: nacional ou internacional?

Antes de tudo compare as taxas de anuidade, as vantagens como programas de fidelidade e aceitação no mercado e veja se você tem o perfil de comprar em sites nacionais ou internacionais

Que existem  diversos modelos de cartões de crédito no mercado todos sabem. Mas e as diferenças entre eles? Os cartões são categorizados por famílias, tipos e modelos, cada um com condições e benefícios exclusivos. No entanto, a diferença básica entre eles, e que deve ser conhecida por todos, é o modelo: nacional ou internacional.

Cartão Nacional

O cartão nacional é o modelo básico, recomendado para quem faz compras no Brasil e em sites nacionais. Suas taxas de anuidade são inferiores as do modelo internacional. Os seus serviços são praticamente os mesmos: crédito rotativo, parcelamento, pagamento de contas, saques, programas de fidelidade e canais de atendimento.

Cartão Internacional

Já o modelo internacional, na prática, é uma melhoria do nacional. Com ele, os consumidores conseguem comprar tanto em território nacional quanto estrangeiro, além de sites internacionais.

Não é preciso fazer a conversão para a moeda estrangeira, ela é feita automaticamente no fechamento da fatura. Portanto, se você compra em algum site ou país estrangeiro, estará sujeito à variação cambial no momento do fechamento da fatura.

Uma diferença importante que deve ser levada em consideração é o valor da taxa de anuidade. Nos cartões internacionais ela é mais cara, justamente porque esse cartão inclui o consumidor em programas de fidelidade melhores e fornece maior aceitação no mercado.

O melhor cartão

Isso vai variar muito de acordo com o perfil    do consumidor. Se você não costuma viajar com frequência e não participa de muitos programas de fidelidade, não tem porque pagar altas taxas de anuidade de um cartão internacional.

O inverso também é válido. Se você está sempre viajando, usando sites internacionais, comprando e acumulando milhas no cartão, o modelo internacional é o mais apropriado, pois conseguirá vantagens que compensarão as taxas de anuidade.

Fonte: BankFacil