Com o objetivo de submeter as empresas de cartão de crédito e débito à regulamentação e à fiscalização do Banco Central, o senador Adelmir Santana (DEM-DF) apresentou um projeto de lei que classifica tais empresas como instituições financeiras. A proposta segue a recomendação feita pelo consultor legislativo do Senado Paulo Springer de Freitas de que o Banco Central seja o órgão regulador desse mercado a fim de evitar casos de abuso de poder econômico provocados pela concentração do setor.

O projeto (PLS 678/07), apresentado ao Senado no final de novembro, tramita atualmente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), na qual aguarda a designação do relator.

Ao justificar sua proposição, o senador informa que o número de transações com cartões de crédito e débito no Brasil aumentou de 900 milhões para 3,6 bilhões entre 2000 e 2006. No mesmo período, os valores transacionados no país cresceram de R$ 59 bilhões para R$ 221 bilhões. Adelmir Santana destaca que apenas três empresas – Visa, Mastercard e American Express – detêm mais de 90% do mercado nacional de cartões de crédito. Esses dados foram extraídos do estudo “Mercado de cartões de crédito no Brasil: problemas de regulação e oportunidades de aperfeiçoamento da legislação”, realizado pelo consultor Paulo Springer.

A partir dessas informações, o senador defende a necessidade de um órgão regulador e argumenta que, “quando a concentração aumenta, aumentam as oportunidades para abuso de poder econômico”.

Adelmir Santana também afirma, em sua proposta, que, “por incrível que possa parecer, a legislação atual não explicita nenhum órgão responsável pela regulamentação do setor”. Lembra, no entanto, que algumas atividades já são supervisionadas pelo Banco Central, como a concessão de crédito e o processamento de pagamentos.

Para classificar as empresas de cartão de crédito como instituições financeiras, submetendo-as à regulamentação e à fiscalização do Banco Central, o projeto de Adelmir Santana altera os artigos 17 e 18 da lei que trata da política e as instituições monetárias, bancárias e creditícias, entre outras disposições (Lei 4.595/64).

Fonte: Site do Senado Federal

Está em análise na Câmara um projeto de lei que obriga as administradoras de cartões de crédito a oferecer versão com foto do titular. O autor da proposta, deputado Eliene Lima (PP MT), argumenta que o cartão tem se consolidado como principal forma de pagamento, o que tem estimulado, por outro lado, o crescimento dos casos de fraudes e roubos.

O parlamentar sustenta que na prática os atendentes de lojas que realizam as operações com o cartão de crédito não conferem a assinatura de quem porta o cartão, muito menos solicitam documento de identidade. Para ele, a fotografia do titular pode tornar as operações mais seguras, sem torná-las mais onerosas.

O projeto foi apensado ao PL 4345/98, do Senado, com o mesmo teor. Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e como o projeto principal já recebeu parecer contrário da Comissão de Finanças e Tributação, mas favorável de outras comissões, os dois deverão ser votados pelo plenário.

Veja a íntegra do projeto aqui.

Fonte: Jornal Nort?o Online

Ao contr?rio do que diz a sabedoria popular, bancos e financeiras n?o t?m interesse em que seus clientes?fiquem?eternamente endividados?- at? porque, desta forma, eles n?o podem fazer novos empr?stimos.?”No fim de ano, queremos reabilitar o cliente para que ele possa adquirir novos cr?ditos”, explica Leonardo Santanda, diretor de cobran?a da Losango, subsidi?ria do HSBC.

E, de acordo com quem entende do assunto, o devedor inadimplente pode ter um bom desconto no pagamento de d?vidas velhas – muitas vezes, todo o juro ? perdoado.?”Em novembro e dezembro, a maioria (das financeiras)?faz campanha de renegocia??o. E at? desistem do juro”, diz Assun??o, diz??o vice-presidente da Associa??o Nacional das Institui??es de Cr?dito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Jos? Arthur Assun??o.

Segundo Assun??o, cerca de 30% das d?vidas em atraso s?o pagas nesta ?poca. A Acrefi representa 86 institui??es financeiras que totalizam um volume de cerca de R$ 100 bilh?es em cr?ditos pessoais.

?13? sal?rio

A escolha desta ?poca do ano para este tipo de a??o tem um motivo muito simples: ? quando trabalhadores e pensionistas recebem o 13? sal?rio, que neste ano representar? inje??o de R$ 64 bilh?es na economia, segundo o Departamento Intersindincal de Estat?stica e Estudos Socioecon?micos (Dieese).

Ari Pires, gerente comercial da ga?cha Aadvance Cobran?as, empresa que renegocia d?bitos a servi?o de bancos e financeiras, confirma a predisposi??o ao desconto de taxas. ?A primeira oferta que fazemos ao cobrar ? aquela estabelecida no contrato, mas as financeiras j? nos d?o uma al?ada para negociarmos?, explica.

“Claro que se o atraso ? de apenas 30 dias, a margem ? menor. Mas se passa de 365 dias, por exemplo, h? credores que permitem o pagamento apenas do principal da d?vida, sem taxas ou juro”, explica Pires.

?Campanha anual

Todos os anos, em novembro,?a?Losango – que pertence ao banco HSBC -?faz campanha para renegociar com devedores inadimplentes e a quantidade de transa??es deste tipo aumenta em at? 20%. “Fazemos renegocia??es?por meio?de 30 assessorias de cobran?a e temos?toda uma gama de ofertas para tentar chegar a um acordo”,?diz Santanda.

Fonte: G1

O cartão de crédito é uma forma segura de pagamento nas compras on-line. As operadoras investem na proteção e avaliam as lojas que querem oferecer suas marcas. O prazo para o desconto da conta também atua em favor do comprador. Tudo isso, desde que o micro esteja protegido. A opinião é de Carlos Bernardo, especialista em segurança da Febraban (Federa??o Brasileira dos Bancos).

Os técnicos ouvidos pela Folha consideram o boleto bancário também uma forma segura -útil para quem não fica à vontade para finalizar a operação bancária pela internet. Já o PayPal, uma espécie de dinheiro on-line popular nos EUA, ganhou um similar brasileiro.

O PagSeguro (pagseguro.uol.com.br), do UOL, ligado ao Grupo Folha, serve como intermediáário entre o comprador e o vendedor. O cliente paga ao serviço, que repassa à loja ou à pessoa física cadastrada no site.

De acordo com Ricardo Dortas, diretor de projetos especiais do UOL, o PagSeguro serve como ponto de referência para quem encontra problemas durante a compra.

Fonte: GUSTAVO VILLAS BOAS da Folha de S.Paulo

Há muito, muito tempo o cartão de crédito já substitui o dinheiro. Mas agora essa ferramenta da modernidade quer expandir suas funções, sendo útil também na hora de abrir garrafas, palitar os dentes, olhar no espelho e até calçar um sapato. Essa é a proposta da designer coreana Ji-Young Chun, que teve o seu (ainda conceitual) New Card divulgado pelo super bacana site Yanko. Outras sugestões de como o dinheiro de plástico pode lhe ser útil? Escreva a? nos coment?rios. ;)

Fonte: Blog da Reda??o do G1

Gra?as ao seu sucesso, a promo??o que d? passagens na primeira classe da United Airlines para clientes dos cart?es American Express foi prorrogada
at? o dia 31 de mar?o de 2008. Quem comprar uma passagem de primeira classe da United Airlines pagando com os cart?es American Express Green, American Express Gold Card e The Platinum Card, receber? gratuitamente uma segunda passagem na mesma classe e no mesmo v?o.

A promo??o, v?lida para viagens do Brasil (S?o Paulo e Rio de Janeiro) para os Estados Unidos, teve in?cio no dia 12 de abril. Al?m
disso, as passagens compradas poder?o ser parceladas em cinco vezes
iguais, nos cart?es da bandeira American Express. As op??es de
parcelamento podem sofrer altera??es no decorrer da promo??o, neste caso, ser? v?lida a pol?tica vigente no ato da emiss?o do bilhete.

Fonte: Brasilturis Jornal

Desde 15 de novembro, o McDonald’s deu in?cio ? campanha “Mastercard”. Durante a promo??o, quem comprar uma McOferta de McN?fico Bacon ou Chicken Gourmet e pagar com Redeshop / MasterCard Maestro (cart?o de d?bito) ganhar? um vale-casquinha, a ser retirada no mesmo dia da compra.

Os clientes poder?o consultar a ?ntegra do regulamento da promo??o por meio do site do McDonald’s.

Fonte: Folha

As bandeiras Visa e Mastercard concentram mais de 80% do faturamento do mercado de cartões de crédito no país, de acordo com pesquisa do instituto Ibope Inteligência divulgada nesta quinta-feira (29).
Segundo o instituto,’Visa e Mastercard’ têm, respectivamente, 46% e 37% do faturamento do meio de pagamento no Brasil. Em seguida, vêm os cartões de loja – como os distribuídos por lojas de departamento e eletrodomésticos – com 6% do faturamento.
Os outros cartões com faturamento relevante no país são o Hipercard, o American Express -‘cujas operações no país foram’compradas pelo Bradesco – e o Diners. Todos estão empatados, com 4% do faturamento total, que chega a R$ 5,4 bilhões por mês, segundo o Ibope.

Número de cartões

Em número de cartões emitidos, os cartões de loja aparecem com 21% de participação. De acordo com executivos do Ibope, o faturamento baixo desta modalidade se explica por seu uso limitado – ao contrário dos demais cartões, o de loja só pode ser usado em um estabelecimento específico.

Atualmente, existem cerca de 86 milhões cartões em uso no Brasil – do total 37% deles são da bandeira Visa e 32% são da Mastercard. Entre as demais operadoras, a Hipercard tem 5% de participação no mercado, a Amex contribui com 2% e a Diners, com 1%.

Fonte: G1

Voc? esta can?ado de todo m?s ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cart?o de cr?dito? Fa?a como eu… Pra que pagar anuidade se existem v?rios cart?es que n?o cobram essa taxa.

? so voc? pensar que qualquer compra que voc? faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utiliza??o do servi?o e voc? ainda tamb?m ter que pagar essa taxa?? ? facilidade demais pros bancos. Vamos come?ar nossa campanha. ANUIDADE N?O