A NovaDutra, concessionária que administra a Rodovia Via Dutra, não aceitará mais cartões de crédito nas praças do pedágio a partir desta sexta-feira (25). O motivo alegado foi uma mudança na forma de pagamento de meios eletrônicos. Continuam sendo aceitos cartões do tipo Sem Parar/Via Fácil, Vale Pedágio DBTrans, Visa Vale Pedágio e dinheiro em espécie.

De acordo com a NovaDutra, não haverá mudanças na forma de pagamento dos usuários do Sem Parar/Via Fácil, procedimento pelo qual o motorista passa direto pela cabine e tem o valor do pedágio descontado na fatura do cartão de crédito.

A Via Dutra liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. A notícia da proibição do uso do cartão de crédito nos pedágios está sendo divulgada por meio de faixas nas cabines ao longo da estrada. Mais informações podem ser obtidas no telefone da concessionária: 0800-0173536.

Fonte: G1



Reuters/Brasil Online

NOVA YORK (Reuters) – A MasterCard afirmou nesta terça-feira que seu lucro no primeiro trimestre mais que dobrou em um ano, ajudado por um dólar mais fraco e venda de participação na empresa de serviços de cartão de crédito Redecard, no Brasil.

O lucro líquido da empresa norte-americana foi de 446,9 milhões de dólares, ou 3,38 dólares por ação, contra 214,9 milhões de dólares, ou 1,57 dólar por ação, um ano antes.

Excluindo-se itens especiais, a MasterCard teve lucro de 3,01 dólares por ação, contra previsão média de 2 dólares por ação, segundo previsão de analistas obtida pela Reuters Estimates.

A receita aumentou 29,2 por cento, para 1,182 bilhão de dólares, ajudada pelas flutuações cambiais e um aumento de 15,7 por cento no número de transações processadas.

A MasterCard ainda passou a promover mudanças de preços, o que ajudou a impulsionar a receita.

Investidores estão preocupados sobre como a economia irá afetar as empresas de cartões de crédito, como a MasterCard. A companhia não realiza empréstimos, assim ela não possui riscos de crédito, mas se o gasto do consumidor cair, a receita da MasterCard pode ser afetada.

O presidente-executivo da empresa, Bob Selander, afirmou em comunicado que a “MasterCard continua a ver crescimento na região dos Estados Unidos apesar da continuada incerteza econômica”.

Na segunda-feira, a rival Visa anunciou aumento de lucro trimestral para 314 milhões de dólares.



Vinícius Segalla – Diário de SP

SÃO PAULO – As taxas de anuidade dos cartões de crédito nacionais cobradas pelos bancos podem chegar a uma diferença de 86,6%. Este índice pode ser ainda maior se for considerado que muitos bancos dão descontos de 50% no primeiro ano de adesão.

Em levantamento feito pelo DIÁRIO junto a oito bancos, o cartão com a menor anuidade foi o do Banco do Brasil, que custa R$ 45. Já o maior é o Santander Light, que sai por R$ 84. Como alternativa, o banco oferece um outro cartão, o Santander Free, livre de anuidade, mas que tem juros de 9,9% ao mês no crédito rotativo, quase o dobro do Light, que cobra 5,5%.

No primeiro trimestre deste ano, as compras realizadas com cartões somaram R$ 85 bilhões, o que representa um crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2007.

Na categoria dos internacionais, novamente, o Santander fica com a maior anuidade entre as pesquisadas – R$ 94, a partir do segundo ano de contrato. Já no HSBC, a anuidade do OpenCard Internacional é de R$ 64, também a partir do segundo ano, 47% menor que no Santander.

Na hora de escolher um cartão, porém, o valor da anuidade não é o único fator a ser levado em conta. Os juros cobrados no crédito rotativo, que é o financiamento do valor não pago ao fim do mês, são um dos mais altos no mercado, podendo chegar a 14,1% ao mês, como é o caso do Itaú.

– Os juros do rotativo são altíssimos, e o consumidor não se dá conta disso – alerta a economista Hessia Costilla, da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

Segundo ela, as taxas brasileiras são cerca de dez vezes maiores que as praticadas na Europa e EUA.

por Angela Crespo.

SAULO LUZ

Usar o cartão de crédito pode se transforma num pesadelo para o consumidor se ele não for comedido. “O primeiro conselho para quem utiliza cartão de crédito é nunca entrar no crédito rotativo – quando o consumidor efetua o pagamento mínimo da fatura, acumulando o restante par ao mês seguinte”, conta Vanessa Vieira, advogada da Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste). Segundo ela, o cartão deve ser usado como facilitador de pagamento e não com a função de empréstimo. “Um bom começo é avaliar seus custos mensais para saber o quanto se pode gastar no cartão de crédito. É importante que estes gastos nunca ultrapassem 20% de seu orçamento”, completa.
Para quem já deixou de pagar porque o valor das parcelas está muito alto, a melhor saída é procurar a administradora do cartão para negociar uma forma de quitar estes débitos. “É importante tentar renegociar a dívida. Converse bem para conseguir parcelas menores que caibam no tamanho do seu orçamento. Mas lembre-se, aceitar não é obrigação da empresa”, diz Vanessa.
Se a situação ficar tão crítica, quando o consumidor não tem mais como arcar com a dívida, uma saída pode ser fazer um empréstimo pessoal – a juros menores possíveis – para quitar a dívida antiga, evitando que haja rolagem da dívida e os juros aumentem. “Essa pode ser uma saída, pois qualquer outro tipo de crédito tem juros menores do que o do cartão de crédito. Porém, é preciso tomar cuidado com outras tarifas – como a de abertura de crédito – que também são altíssimas e passam despercebidas”, explica Dinah Barreto, assistente de direção do Procom-SP. “Infelizmente não tem milagre para resolver este tipo de problema. O consumidor pode negociar até o limite da possibilidade de pagamento, mas o melhor é o consumidor nunca gastar aquilo que ele não pode quitar no dia do vencimento. ”, completa.

Com o objetivo de submeter as empresas de cartão de crédito e débito à regulamentação e à fiscalização do Banco Central, o senador Adelmir Santana (DEM-DF) apresentou um projeto de lei que classifica tais empresas como instituições financeiras. A proposta segue a recomendação feita pelo consultor legislativo do Senado Paulo Springer de Freitas de que o Banco Central seja o órgão regulador desse mercado a fim de evitar casos de abuso de poder econômico provocados pela concentração do setor.

O projeto (PLS 678/07), apresentado ao Senado no final de novembro, tramita atualmente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), na qual aguarda a designação do relator.

Ao justificar sua proposição, o senador informa que o número de transações com cartões de crédito e débito no Brasil aumentou de 900 milhões para 3,6 bilhões entre 2000 e 2006. No mesmo período, os valores transacionados no país cresceram de R$ 59 bilhões para R$ 221 bilhões. Adelmir Santana destaca que apenas três empresas – Visa, Mastercard e American Express – detêm mais de 90% do mercado nacional de cartões de crédito. Esses dados foram extraídos do estudo “Mercado de cartões de crédito no Brasil: problemas de regulação e oportunidades de aperfeiçoamento da legislação”, realizado pelo consultor Paulo Springer.

A partir dessas informações, o senador defende a necessidade de um órgão regulador e argumenta que, “quando a concentração aumenta, aumentam as oportunidades para abuso de poder econômico”.

Adelmir Santana também afirma, em sua proposta, que, “por incrível que possa parecer, a legislação atual não explicita nenhum órgão responsável pela regulamentação do setor”. Lembra, no entanto, que algumas atividades já são supervisionadas pelo Banco Central, como a concessão de crédito e o processamento de pagamentos.

Para classificar as empresas de cartão de crédito como instituições financeiras, submetendo-as à regulamentação e à fiscalização do Banco Central, o projeto de Adelmir Santana altera os artigos 17 e 18 da lei que trata da política e as instituições monetárias, bancárias e creditícias, entre outras disposições (Lei 4.595/64).

Fonte: Site do Senado Federal

Está em análise na Câmara um projeto de lei que obriga as administradoras de cartões de crédito a oferecer versão com foto do titular. O autor da proposta, deputado Eliene Lima (PP MT), argumenta que o cartão tem se consolidado como principal forma de pagamento, o que tem estimulado, por outro lado, o crescimento dos casos de fraudes e roubos.

O parlamentar sustenta que na prática os atendentes de lojas que realizam as operações com o cartão de crédito não conferem a assinatura de quem porta o cartão, muito menos solicitam documento de identidade. Para ele, a fotografia do titular pode tornar as operações mais seguras, sem torná-las mais onerosas.

O projeto foi apensado ao PL 4345/98, do Senado, com o mesmo teor. Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e como o projeto principal já recebeu parecer contrário da Comissão de Finanças e Tributação, mas favorável de outras comissões, os dois deverão ser votados pelo plenário.

Veja a íntegra do projeto aqui.

Fonte: Jornal Nort?o Online

Ao contr?rio do que diz a sabedoria popular, bancos e financeiras n?o t?m interesse em que seus clientes?fiquem?eternamente endividados?- at? porque, desta forma, eles n?o podem fazer novos empr?stimos.?”No fim de ano, queremos reabilitar o cliente para que ele possa adquirir novos cr?ditos”, explica Leonardo Santanda, diretor de cobran?a da Losango, subsidi?ria do HSBC.

E, de acordo com quem entende do assunto, o devedor inadimplente pode ter um bom desconto no pagamento de d?vidas velhas – muitas vezes, todo o juro ? perdoado.?”Em novembro e dezembro, a maioria (das financeiras)?faz campanha de renegocia??o. E at? desistem do juro”, diz Assun??o, diz??o vice-presidente da Associa??o Nacional das Institui??es de Cr?dito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Jos? Arthur Assun??o.

Segundo Assun??o, cerca de 30% das d?vidas em atraso s?o pagas nesta ?poca. A Acrefi representa 86 institui??es financeiras que totalizam um volume de cerca de R$ 100 bilh?es em cr?ditos pessoais.

?13? sal?rio

A escolha desta ?poca do ano para este tipo de a??o tem um motivo muito simples: ? quando trabalhadores e pensionistas recebem o 13? sal?rio, que neste ano representar? inje??o de R$ 64 bilh?es na economia, segundo o Departamento Intersindincal de Estat?stica e Estudos Socioecon?micos (Dieese).

Ari Pires, gerente comercial da ga?cha Aadvance Cobran?as, empresa que renegocia d?bitos a servi?o de bancos e financeiras, confirma a predisposi??o ao desconto de taxas. ?A primeira oferta que fazemos ao cobrar ? aquela estabelecida no contrato, mas as financeiras j? nos d?o uma al?ada para negociarmos?, explica.

“Claro que se o atraso ? de apenas 30 dias, a margem ? menor. Mas se passa de 365 dias, por exemplo, h? credores que permitem o pagamento apenas do principal da d?vida, sem taxas ou juro”, explica Pires.

?Campanha anual

Todos os anos, em novembro,?a?Losango – que pertence ao banco HSBC -?faz campanha para renegociar com devedores inadimplentes e a quantidade de transa??es deste tipo aumenta em at? 20%. “Fazemos renegocia??es?por meio?de 30 assessorias de cobran?a e temos?toda uma gama de ofertas para tentar chegar a um acordo”,?diz Santanda.

Fonte: G1

O cartão de crédito é uma forma segura de pagamento nas compras on-line. As operadoras investem na proteção e avaliam as lojas que querem oferecer suas marcas. O prazo para o desconto da conta também atua em favor do comprador. Tudo isso, desde que o micro esteja protegido. A opinião é de Carlos Bernardo, especialista em segurança da Febraban (Federa??o Brasileira dos Bancos).

Os técnicos ouvidos pela Folha consideram o boleto bancário também uma forma segura -útil para quem não fica à vontade para finalizar a operação bancária pela internet. Já o PayPal, uma espécie de dinheiro on-line popular nos EUA, ganhou um similar brasileiro.

O PagSeguro (pagseguro.uol.com.br), do UOL, ligado ao Grupo Folha, serve como intermediáário entre o comprador e o vendedor. O cliente paga ao serviço, que repassa à loja ou à pessoa física cadastrada no site.

De acordo com Ricardo Dortas, diretor de projetos especiais do UOL, o PagSeguro serve como ponto de referência para quem encontra problemas durante a compra.

Fonte: GUSTAVO VILLAS BOAS da Folha de S.Paulo

Há muito, muito tempo o cartão de crédito já substitui o dinheiro. Mas agora essa ferramenta da modernidade quer expandir suas funções, sendo útil também na hora de abrir garrafas, palitar os dentes, olhar no espelho e até calçar um sapato. Essa é a proposta da designer coreana Ji-Young Chun, que teve o seu (ainda conceitual) New Card divulgado pelo super bacana site Yanko. Outras sugestões de como o dinheiro de plástico pode lhe ser útil? Escreva a? nos coment?rios. ;)

Fonte: Blog da Reda??o do G1