A Tarde On Line – Salvador – Meios eletrônicos ganharam mais espaço e representaram 81,1% de todos os pagamentos feitos em 2007 que não usaram o dinheiro vivo no varejo. A constatação foi feita pela pesquisa Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil, divulgada hoje pelo Banco Central. Em 2006, a participação dos meios eletrônicos era 4,2 pontos porcentuais inferior: 76,9%.
O levantamento mostra que, sozinhos, os cartões de crédito e débito representavam 46,2% de todos os pagamentos feitos em 2006 no varejo. Em 2007, a participação aumentou para 50%. No mesmo intervalo de tempo, o peso do cheque no varejo diminuiu de 23,1% para 19%.
Em valores, o uso do cartão de crédito aumentou 24,6% ante 2006 e somou R$ 182 bilhões. Os pagamentos com cartão de débito tiveram elevação de 23,8%, para R$ 83 bilhões. No mesmo período, contas pagas com débito em conta cresceram 16,8%, para R$ 180 bilhões.
Com taxa de expansão muito inferior, a utilização do cheque cresceu 2,67% e somou R$ 1,038 trilhão no ano passado. Em valor, o uso do cheque ainda representa montante maior que o verificado nos cartões porque, segundo o relatório do BC, os cheques continuam sendo usados em operações de grande valor e a substituição pelo dinheiro de plástico ocorre sobretudo em compras pequenas.
Na média, segundo o levantamento, cada pagamento em cheque foi de R$ 716 no ano passado e no cartão de crédito, de R$ 84. No cartão de débito, o valor é menor, de R$ 49. No débito em conta, o valor médio é de R$ 212.

G1.com.br – Até o final da próxima semana, deverá ser publicado no Diário Oficial do município um edital para selecionar bandeiras de cartões, nas modalidades débito e crédito, que poderão ser usadas para pagar a contratação de serviço funerário em São Paulo. No crédito, o pagamento do funeral poderá ser parcelado em até três vezes.
Até hoje, um funeral na cidade só poderia ser pago à vista. Com a publicação do edital, a previsão do Serviço Funerário Municipal é de que os moradores de São Paulo possam usar o cartão para pagar um funeral já em setembro.
Segundo o superintende do serviço, Celso Jorge Caldeira, a projeção é de que após três ou quatro meses de vigência da nova forma de pagamento, o parcelamento no cartão de crédito possa ser estendido para seis vezes.
O serviço do funeral, que é um monopólio do município nos 22 cemitérios paulistanos, inclui o caixão, traslados, velório, taxa de sepultamento, flores, velas e paramentos. O valor pode variar de R$ 200 a R$ 12 mil, dependendo da escolha de quem contrata o serviço, mas em média sai por R$ 1.250.
Caldeira conta que utilização de cartão para pagar o serviço é uma demanda antiga da população, mas o edital demorou a ser feito porque o Serviço Funerário Municipal passaria a ter despesas. “Foi um parto porque, em princípio, teríamos que pagar as taxas de administração dos cartões, mas conseguimos um parecer favorável da Secretaria de Finanças. Então vamos pagar essa taxa, mas muito baixa, porque vamos escolher as empresas que financiarem as taxas mais baixas”, disse.
Ainda de acordo com Caldeira, atualmente a inadimplência na contratação de funerais na cidade é baixa, de 1,8%, mas a implantação do uso de cartões vai adequar a demanda do serviço “à nova realidade das pessoas na forma de pagarem suas dívidas”.

SRZD – Rio de Janeiro, RJ, Brazil – A Igreja Universal do Reino de Deus está implantando um novo sistema para arrecadar dízimos e ofertas de seus fiéis. Investiu R$ 800 mil na aquisição de máquinas de cartão de crédito e em breve poderá receber as doações pelo sistema desenvolvido pela operadora Visa. Através dele, será possível arrecadar o dinheiro sem desconto de impostos, obrigatórios nas transações em geral ? mas dispensados de donativos do gênero por força de lei. As máquinas estarão disponíveis nos principais templos do país. O sistema de arrecadação por cartão de crédito possibilita maior controle na arrecadação.
A Igreja Apostólica Renascer em Cristo já oferece este sistema de dízimo por cartão aos seus fiéis.
Já a Igreja Católica tem o cartão de crédito Solidariedade, lançado durante a última edição da Feira da Providência, evento anual promovido pela Arquidiocese do Rio. São duas as modalidades do cartão católico, também de bandeira Visa, lançado em parceria com o Bradesco ? a nacional, cuja renda mínima é de R$ 400; e o cartão Gold, que é internacional e exige renda mensal acima de R$ 2 mil. As anuidades variam entre 60 e 160 reais, e 30% dos valores arrecadados são destinados a entidades que atendem carentes indicados pela Arquidiocese. Mas, diferentemente do sistema da Igreja Universal e Renascer em Cristo, o cartão católico não serve para a entrega do dízimo.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (11) um “diagnóstico” no qual informa que os pagamentos realizados por meios eletrônicos cresceram 9,4% de 2006 para 2007, chegando a 81,1% no ano passado.

Esses dados consideram apenas os meios eletrônicos e cheques, e não contabilizam os pagamentos feitos com dinheiro. Segundo o BC, são considerados meios eletrônicos de pagamento: cartões de débito e de crédito, transferências de crédito (DOC, TED e Bloquetos de Cobrança) e débitos em conta.

No período de 2002 a 2007, que engloba todas as pesquisas realizadas pelo Banco Central, o crescimento do uso de meios eletrônicos de pagamento foi 53,4%.

“A maior utilização dos instrumentos eletrônicos evidencia-se quando se observa que o total de pagamentos não-em-dinheiro cresceu 53,4%, ao passo que os cheques decresceram 36,8% no período de 2002 a 2007. Considerando-se o período de 2006 a 2007, esses percentuais foram de 9,4% e -10,6%”, informou o BC no diagnóstico.

Cheques

Já o uso do cheque, de acordo com a instituição, caiu 10,6% no ano passado, frente a 2006, e 36,8% nos últimos seis anos. A participação dos cheques (sem considerar pagamentos em espécie), por sua vez, caiu de 23,1% em 2006 para 18,8% no ano passado.

“O valor médio por cheque aumentou cerca de 15%, superior à inflação do período, indicando que a substituição desse instrumento por instrumentos eletrônicos ocorre, principalmente, nas transações de pequeno valor”, avalia o BC.

Papel-moeda

A utilização do papel-moeda como instrumento de pagamento, segundo o Banco Central, aumentou nos últimos quatro anos à média anual de 17%. “A quantidade de papel-moeda per capita, que era de R$ 242,52 em 2002, subiu para R$ 442,83 em 2007”, informou a instituição.

Cartões de crédito

Segundo o Banco Central, houve “aceleração” no crescimento da quantidade de cartões de crédito em circulação, que aumentou 38% de 2006 para 2007, ante crescimento médio de 25% nos três anos anteriores. No ano passado, os cartões de crédito ultrapassaaram a barreira dos 100 milhões. Em 2006, estavam em cerca de 87 milhões, passando para cerca de 120 milhões de cartões válidos no ano passado.

Instrumentos eletrônicos

Dentre os instrumentos eletrônicos, informou o Banco Central, destacaram-se os cartões de pagamento, cuja participação representava 46,2% do total de pagamentos de varejo em 2006 e passou a ser de cerca de 50% em 2007.

No grupo de pagamentos com valores unitários inferiores a R$ 5 mil, as transações com cartões aumentaram sua participação de 48% para 55% e a das transferências de crédito (DOC, Bloquetos e TED) de 17% para 22%, enquanto a dos cheques reduziu de 34% para 23%.

A participação das TED (transferências eletrônicas disponíveis) com valor até R$ 5 mil, cujo depósito na conta corrente do destinatário acontece de imediato, passou de 6,9% em 2005 para 8,3% em 2007.

O Banco do Brasil lança nesta segunda-feira, 11, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil, o cartão de crédito OAB Platinum Visa. O lançamento acontecerá durante cerimônia de comemoração do Dia do Advogado, às 9h, na sede do Conselho Federal da OAB, em Brasília.

O cartão OAB Platinum Visa é exclusivo para advogados afiliados à OAB, tem isenção de anuidade no primeiro ano e leiaute diferenciado com a logomarca da Ordem em destaque.

A partir do dia 11 de agosto, o Banco também inicia divulgação em homenagem à data comemorativa nos caixas automáticos e Internet. O Banco do Brasil é o banco oficial do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e de várias seccionais da OAB em todo o País. A Ordem tem 670 mil advogados afiliados, dos quais 226 mil são correntistas do BB.

Fonte: Jornal O Documento

O Grupo Mancini e o Banco Votorantim Cartões fecharam parceria para trazer benefícios a seus clientes. No dia dos Pais, 10 de agosto, ao pagar a conta em qualquer uma das casas do grupo com o Cartão de Crédito Banco Votorantim, os clientes ganham um exclusivo avental bordado. Com a sugestiva chamada “chega de ganhar gravatas no Dia dos Pais”, a ação ganha anúncio em veículos de grande circulação e distribuição de malas-direta.

O grupo de gastronomia inclui os restaurantes Famiglia Mancini, Walter Mancini Ristorante, Pizzaria Avanhandava 34 e Bar Jeremias, O Bom, todos localizados na revitalizada e charmosa Rua Avanhandava, no centro da capital paulista.

Fonte: Portal Fator Brasil

São Paulo, 6 de agosto de 2008 – A Partner Conhecimento está organizando o C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, que acontece de 27 a 29 de agosto, no Hotel Transamérica. “É primordial na atualidade que os gestores das instituições financeiras tenham a consciência que suas decisões de empréstimos e investimentos e outros produtos devem contribuir para a sustentabilidade ambiental e social”, diz Álvaro Musa, sócio-diretor da Partner.

Globalmente há US$ 130 trilhões sob a gestão de mecanismos de circulação de dinheiro (bancos, fundos de pensão, investimento em bolsas, derivativos, etc). Para onde direcionar esse volume com responsabilidade social e ambiental é tarefa para os gestores financeiros. Esse assunto será colocado em discussão durante o evento que a Partner Conhecimento promoverá em comemoração a seus dez anos de atividade, por ocasião do C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, que acontece entre os dias 27 e 29 deste mês.

No evento, em comemoração aos dez anos da Partner, renomadas personalidades do mundo econômico e financeiro brasileiro serão homenageadas pela contribuição que têm dado para a propagação dos bons princípios de responsabilidade sócio-ambiental e de governança corporativa. São nomes como Raymundo Magliano Filho (Presidente do Instituto Bovespa de Responsabilidade Social e Ambiental e ex-presidente da Bovespa), Érico Ferreira (Diretor Presidente da Omni S/A Crédito, Financiamento e Investimento e ex-Presidente da Acrefi) e outros.

Fonte: Gazeta Mercantil

  • Com pouco mais de quatro meses de operação, a bandeira Libercard já conquista clientes corporativos e estabelecimentos na cidade de Fortaleza (CE)
  • Novas cidades e Estados já estão na mira da administradora de cartões
  • A companhia, que pertence à Mandacaru administradora de cartões do Grupo Guanabara, atua no mercado de meios de pagamento
  • O foco são produtos como cartões de crédito e gestão de benefícios
  • O sistema é o smart contactless, com mecanismos pré e pós-pagos
  • Atualmente, são 500 estabelecimentos credenciados para a aceitação dos cartões
  • O comércio de bairro como mercados, farmácias e postos de combustíveis estão entre eles
  • O case Libercard será apresentado no C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, no dia 28 de agosto.

Por Heloisa Valente

(07/08/08) – Com pouco mais de quatro meses de operação, a bandeira Libercard já conquista clientes corporativos e estabelecimentos na cidade de Fortaleza (CE). A companhia, que pertence à Mandacaru administradora de cartões do Grupo Guanabara, atua no mercado de meios de pagamento com foco em produtos como cartões de crédito e gestão de benefícios, com mecanismos pré e pós-pagos.

Júnia Moreira da Fonseca, sócia-diretora da Libercard, diz que são aproximadamente 500 pontos comerciais credenciados na aceitação do plástico. “Os cartões utilizam um sistema de compras bastante moderno e inovador, sendo a primeira rede smart contactless da América Latina para meios de pagamento”, conta. A empresa trabalha, ainda, no lançamento de outros produtos que irão aliar pagamentos em transporte e comércio.

A bandeira também credencia os estabelecimentos utilizando sua própria rede. São variados os setores comerciais de aceitação, como mercados, farmácias, postos de combustíveis e lojas de departamento. De acordo com a executiva, fica em evidência o comércio de bairro, com o objetivo de trazer comodidade e facilidade para os clientes. “Queremos estar no dia-a-dia das pessoas. Para nós, inovação, facilidade e acessibilidade formam o nome do jogo”, ressalta.

As soluções estão adaptadas para suportar transações de pequeno valor, mas não se restringem às classes populares. No entanto, Júnia comenta que este é um nicho importante para os negócios. A operação, atualmente restrita à Fortaleza, pode ganhar outros mercados em breve. Novas cidades e Estados já estão na mira da administradora de cartões.

Nesta primeira etapa dos trabalhos, os cartões chegam às mãos dos usuários via clientes corporativos, que concedem aos colaboradores os benefícios. Mas, a idéia é expandir esse mecanismo diretamente ao portador. O cartão inteligente, com utilização de chip, paga por aproximação e digitação de senha. A compra é processada “real time”, com agilidade e segurança.

O Libercard unifica em um só cartão inúmeros produtos de crédito e benefícios corporativos, tudo contabilizado e registrado separadamente. Para facilitar ainda mais, o pagamento pode ser efetuado através do desconto na folha. A tecnologia dos cartões permite que a empresa realize o pedido de carga e que o funcionário faça a recarga de créditos nos próprios estabelecimentos credenciados.

Atualmente, os produtos administrados são o Liber Compra e o Liber Vale Alimentação e Cesta básica. Com eles, os usuários podem comprar alimentação, medicamentos, pagar por refeições e ainda adquirir crédito para o vale transporte eletrônico. O case da Libercard será apresentado durante o C4 – Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, evento que a Partner Conhecimento realiza entre os dias 27 e 29 deste mês, em São Paulo.

Em sua palestra, programada para o dia 28 de agosto, Júnia falará sobre o universo do cartão-transporte: um mercado a ser explorado. De acordo com ela, a principal abordagem estará centrada na chamada “Camada  Quatro” (base da pirâmide social) que vem impulsionando tecnologias inovadoras neste setor,facilitando a vida das pessoas com maior autonomia e liberdade.

Fonte: Partner Report

Laycer Tomaz

Dr. Talmir quer evitar situação humilhante para o consumidor

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3632/08, do deputado Dr. Talmir (PV-SP), que obriga as empresas administradoras de cartão de crédito a informar o consumidor sempre que ele utilizar 90% de seu limite de crédito. A comunicação deverá ser feita por carta.

O objetivo do autor é evitar que o consumidor enfrente situações humilhantes no momento da aquisição de bens ou serviços. Ele argumenta que, na maioria dos casos, o limite de crédito preestabelecido pela adminsitradora é ultrapassado inadvertidamente.

Administração eficiente
Na avaliação de Dr. Talmir, é praticamente impossível ao consumidor administrar de modo eficiente seu limite de crédito, em razão da falta de clareza dos extratos fornecidos ao consumidor, especialmente em relação aos débitos parcelados e aos prazos para inclusão de despesas na fatura.

O parlamentar considera uma situação “desconfortável e humilhante” para o consumidor ser surpreendido com a informação de que não tem crédito no momento de uma compra. Ele argumenta que o caso se torna mais grave quando o bem ou serviço que se pretendia adquirir é urgente ou de primeira necessidade, como a compra no supermercado ou de serviços hospitalares.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
– PL-3632/2008

Reportagem – Newton Araújo Jr.
Edição – Regina Céli Assumpção

Agencia Camara