Os bancos estão cortando os cartões de crédito dos clientes que julgam ser de maior risco, especialmente os das classes mais baixas. Só os dois maiores do País – Banco do Brasil e Itaú Unibanco – retiraram de circulação 1,2 milhões de cartões nos primeiros quatro meses deste ano, segundo dados informados pelas próprias instituições.

Na comparação com os quatro primeiros meses de 2016, a queda foi ainda maior. A base de cartões do BB caiu de 22,2 milhões para 17,2 milhões e a do Itaú recuou de 32,1 milhões para 28,9 milhões. Bradesco e Santander não abrem os números sobre a emissão e retirada dos cartões, mas executivos dizem que as instituições passaram a excluir clientes mais arriscados para diminuir os juros e as taxas do crédito parcelado, a nova modalidade que o governo impôs no lugar do crédito rotativo.

Símbolo da ascensão da classe C ao mundo do consumo, o uso de cartão de crédito dá sinais de exaustão diante da recessão e da cautela dos operadores com o calote que chegou aos 40% no crédito rotativo. “A gente vem observando redução da base total de cartões porque há uma maior seletividade por perfil de risco. Nós temos abdicado dos clientes de maior volatilidade e focamos em clientes com menor risco. Além disso, temos visto muita gente saindo do mercado por inadimplência”, diz o diretor-executivo de cartões do Itaú Unibanco, Marcos Magalhães.

O mesmo fenômeno acontece em outras instituições financeiras, especialmente as que mais sofreram com a inadimplência. Banco do Brasil e Santander preferiram não se pronunciar oficialmente. A Caixa é a única exceção porque ainda sofre para aumentar a adesão dos clientes aos cartões do banco. Teve alta ligeira de 200 mil cartões de crédito nos quatro primeiros meses deste ano e de 700 mil na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Mesmo assim, o banco estatal tem ainda uma carteira de apenas 7,2 milhões de cartões de crédito, a menor entre as grandes instituições.

No Bradesco, o número de clientes ativos não chegou a cair, mas cresceu o bloqueio de cartões por atraso no pagamento. “Esses clientes não conseguem fazer compras até que voltem a pagar. Se o atraso atingir 60 dias, a gente cancela o cartão”, diz o diretor de cartões do Bradesco, Cesario Narihito Nakamura. O problema de atraso no pagamento aconteceu inicialmente entre clientes de menor renda ou sem renda fixa.

Surpresa no caixa

Joe Weider Ferreira, encanador autônomo de Sorocaba, teve uma surpresa no caixa do supermercado semanas atrás. “Meu cartão antigo venceu e fiquei esperando o novo. Fomos ao mercado com o cartão da minha mulher e, ao tentar pagar a conta de R$ 50, vimos que o dela também estava bloqueado.” Sem aviso prévio, o cartão emitido pelo supermercado tinha sido cancelado e, naquele momento, não passava de um plástico colorido sem função.

“Foi chato. Eu tinha há dez anos. Já comprei televisão, máquina de lavar e celular com ele.” Uma década atrás, quando Ferreira recebeu o cartão oferecido pelo supermercado, o setor vivia uma época de ouro. Dados do Banco Central mostram que, entre 2008 e 2010, operadoras emitiram e enviaram quase 27 milhões de cartões aos brasileiros. Nessa época, o Brasil emitia quase um novo plástico a cada dois segundos.

Os dados mais recentes do estoque de cartões ainda são de 2015. Segundo o Banco Central, no acumulado, naquele ano, havia 165,2 milhões de plásticos no Brasil, número recorde desde o início da série, em 2008. O BC, porém, ainda não divulgou os números do ano passado.

Pressão

Embora os clientes relatem que estão sendo feitos cancelamentos sem aviso prévio, os grandes bancos afirmam que só cancelam os cartões por razões previstas em contrato, como atraso no pagamento. Mesmo sem cancelar unilateralmente, algumas operadoras usam de outras estratégias para pressionar o cliente a desistir do cartão, como diminuir o limite ou aumentar a cobrança da taxa de anuidade.

O diretor-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), Ricardo Vieira, reconhece que o cenário macroeconômico afeta o setor como outras áreas da economia.

O executivo explica, porém, que a entidade não tem dados sobre o número de cartões em circulação e prefere observar indicadores como faturamento e volume de transações. “Esses indicadores vão na contramão e continuam crescendo, mas isso não indica que não poderia estar acontecendo essa redução do número de cartões”, disse, ao comentar que alguns bancos podem estar “realizando movimento de limpeza da base de clientes”.

Fonte: CORREIO DO POVO



Após dois anos em gestação na Cidade de Deus – conjunto de edifícios que abriga a sede do Bradesco, em Osasco –, o projeto Next, um novo banco 100% digital, chegará ao mercado hoje, ao lançar seu aplicativo na AppStore e Google Play. O projeto é o mais recente movimento do banco em um cenário agitado para o setor, marcado pela chegada de várias fintechs – startups da área financeira – e pela expansão das corretoras independentes, culminando na aquisição de 49,9% da XP pelo Itaú, em um negócio de R$ 5,7 bilhões, no mês passado.

Em seu projeto, o Bradesco tentou garantir que a cultura do Next não fosse “contaminada” pelos vícios de um grande banco, ao criar uma estrutura independente para o novo negócio. O vice-presidente executivo da instituição, Maurício Minas, diz que os 100 funcionários do Next – que funciona num andar de um dos edifícios da sede do Bradesco – têm um perfil diferente do geralmente encontrado em instituições financeiras.

Para colocar o projeto em pé, o Next muniu-se de uma equipe multidisciplinar que incluiu antropólogos, cientistas sociais e matemáticos. “Era importante que entendêssemos o comportamento das pessoas e pudéssemos gerar a inteligência para estabelecermos um diálogo com o público jovem e conectado”, explica Minas. “O banco foi criado do zero, em dois anos.”

Como o time do Next é relativamente pequeno, o banco digital usará a estrutura de apoio do Bradesco – pequenos times foram formados na instituição para dar suporte ao Next. Embora tenha operação independente e uma linha de comunicação própria com seus clientes, o banco digital vai ofertar produtos financeiros do Bradesco.

A instituição não revela o quanto investiu especificamente no Next, mas o Estado apurou que foram cerca de R$ 120 milhões. O vice-presidente da instituição lembra, porém, que o projeto foi viabilizado graças a investimentos feitos no Bradesco, entre eles um aporte de US$ 1 bilhão no setor de tecnologia.

Estilo. Para fazer frente a startups financeiras que já viraram referência, como a NuBank, especializada em cartão de crédito, o Next aposta em um leque completo de serviços bancários oferecidos sem necessidade de o cliente comparecer a uma agência ou assinar qualquer documento.

O Next também incentivará o cliente a definir metas financeiras que pretende cumprir, como a aquisição de um determinado bem. O acompanhamento desses objetivos se dará por meio de uma ferramenta que fará a gestão automática dos gastos do usuário, de forma semelhante ao app Guia Bolso.

Apesar de ser um banco, o Next tentará se inserir na vida do cliente em outros momentos – assim, espera se tornar essencial ao cliente. A oferta de descontos é focada no público mais jovem, com parcerias já firmadas com Uber, iFood e Cinemark. Para ter acesso às vantagens, o usuário terá de acessar essas plataformas pelo Next.

Desafios. O diretor de inovação da Accenture, Guilherme Horn, afirmou que foi acertada a decisão do Bradesco de criar uma estrutura independente para tocar o projeto Next – desta forma, evitou-se a criação de uma “filial” da instituição.

Ao se apresentar como um banco completo, no entanto, o Next concorrerá tanto com serviços financeiros especializados – como corretoras e fintechs – quanto com líderes de mercado, incluindo o próprio Bradesco. “O Next cria um produto novo que pode canibalizar o Bradesco. E é assim que deve ser: se toda a empresa tiver medo de fazer isso, a inovação não vai acontecer nunca”, diz Pedro Waengertner, presidente da aceleradora de startups Ace.

É no dia a dia da operação, no entanto, que o Next poderá ganhar ou perder o jogo. Uma fonte do setor financeiro, que pediu anonimato, afirma que estabelecer a relação próxima que startups como o NuBank têm com os consumidores é difícil.

Na opinião de Waengertner, resta saber se a execução do dia a dia do Next vai refletir, no fim das contas, o estilo matricial dos grandes bancos ou o pensamento “fora da caixa” típico das startups de sucesso.

Estadao



O que é uma carteira digital?

Uma carteira digital (digital wallet) é um software que armazena chaves públicas e privadas e interage com uma cadeias de blocos (blockchain) para permitir que o usuário envie e receba uma moeda digital, e monitorar seu saldo. Se você quiser usar Bitcoin ou qualquer outra criptomoeda, você precisará ter uma carteira digital.

Como elas funcionam?

Milhões de pessoas usam carteiras digitais, mas há um considerável mal entendido sobre como elas funcionam. Ao contrário das tradicionais carteiras de bolso, as carteiras digitais não armazenam moeda. Na verdade as moedas não são armazenadas em um local, nem existem em forma física. Tudo o que existe são registros de transações armazenadas na blockchain.

Carteiras digitais são programas que armazenam suas chaves públicas e privadas e interage com a blockchain, para que os usuários possam checar o saldo, enviar e receber fundos, e realizar outras operações. Quando uma pessoa envia bitcoins ou qualquer outro tipo de moeda digital, eles são basicamente assinando a propriedade das moedas para o seu endereço da carteira. Para poder gastar essas moedas e desbloquear os fundos, a chave privada armazenada em sua carteira deve corresponder ao endereço público que a moeda é atribuída. Se as chaves públicas e privadas corresponderem, o saldo da carteira digital aumentará e dos remetentes irá diminuir de acordo. Não há troca real de moedas. A transação é meramente um registro no blockchain, e uma mudança no saldo das carteiras digitais.

Quais são os tipos de carteiras digitais?

Existem vários tipos de carteiras que fornecem diferentes maneiras de armazenar e acessar sua moeda digital. Carteiras podem ser divididas basicamente em três categorias distintas – software, hardware e papel. Carteiras tipo software podem ser para desktop, móveis ou online.

  • Desktop: as carteiras são baixadas e instaladas em um PC ou laptop. Elas só são acessíveis a partir do único computador no qual elas são baixadas. Carteiras para desktop oferecem um dos mais altos níveis de segurança, no entanto, se o computador é hackeado ou pegar um vírus, existe a possibilidade de que você possa perder todos seus fundos.
  • Online: são carteiras executadas “na nuvem”, e acessíveis a partir de qualquer dispositivo em qualquer local. Esse tipo é o mais fácil de usar e acessar, porém carteiras online armazenam suas chaves privadas, e são controladas por uma terceira parte. Isso as torna vulneráveis à ataques hacker e a roubo.
  • Móvel: são carteiras executadas em um aplicativo para smartphone ou tablet. São úteis porque elas podem ser usadas em qualquer lugar, incluindo em lojas no comércio. São geralmente mais compactas e simples do que carteiras para desktop, por causa do espaço limitado disponível em um celular.
  • Hardware: a diferença dessa carteira para as tipo software, é que ela armazena as chaves privadas em um dispositivo hardware tipo um USB. Embora as carteiras hardware façam transações on-line, as chaves são armazenadas offline, o que proporciona maior segurança. Carteiras de hardware podem ser compatíveis com várias interfaces web e podem suportar moedas diferentes. É bem simples fazer uma transação. Os usuários simplesmente conectam seu dispositivo em qualquer computador ou dispositivo com internet, digita um pin (senha), seleciona o envio da moeda, e confirma. Carteiras hardware são fáceis de usar, mantendo seu dinheiro offline e longe de perigo.
  • Papel: são carteiras não tão praticas de se usar no dia a dia, mas proporcionam um alto nível de segurança. A carteira de papel (paper wallet) é basicamente uma cópia física ou impressão das suas chaves públicas e privadas, também pode se referir ao software que é usado para gerar com segurança um par de chaves, que são então impressas. Usar uma carteira de papel é relativamente simples. Para enviar bitcoin ou qualquer outra moeda, basta transferir para o endereço público mostrado em sua carteira de papel. Se você quiser retirar ou gastar os fundos, tudo que você precisa fazer é transferir de sua carteira de papel para sua carteira software. Esse processo pode ser feito manualmente digitando suas chaves privadas ou digitalizando o código QR na carteira de papel.

 

Carteiras digitais são seguras?

Carteiras são seguras em graus variados. O nível de segurança depende do tipo de carteira que você usa (desktop, móvel, online, papel, hardware) e do provedor de serviços. Um servidor web é um ambiente intrinsecamente mais arriscado para manter a sua moeda em comparação com offline. Carteiras online podem expor os usuários a possíveis vulnerabilidades na plataforma da carteira, que pode ser explorada por hackers para roubar seus fundos. As carteiras offline por outro lado, não podem ser hackeadas porque simplesmente não estão conectadas a uma rede online e não confiam em terceiros para segurança.

Embora as carteiras online provaram ser as mais vulneráveis e propensas a ataques de hackers, devemos ter precauções com segurança ao usar qualquer carteira. Lembre-se que não importa qual carteira você usa, se você perder suas chaves privadas, você perde seu dinheiro. Se sua carteira é hackeada, ou você envia dinheiro para um golpista, não há nenhuma maneira de recuperar o dinheiro ou reverter a transação. Você deve tomar precauções e ter muito cuidado!

  • Faça backup da sua carteira. Armazene apenas pequenas quantidades para uso diário, em seu computador, celular ou online. Sempre mantendo a maioria de seus fundos em um ambiente mais seguro. Opções de armazenamento offline para o backup, como papel ou USB irá protegê-lo contra falhas do computador, e permite que você recupere sua carteira se perdida ou roubada. Isso não vai te proteger contra hackers maliciosos. A realidade é que se você optar por usar uma carteira online, sempre existirá um risco inerente.
  • Atualize o software. Mantenha seu software atualizado para que você tenha os mais recentes aprimoramentos de segurança disponíveis. Você deve atualizar regularmente não apenas em seu computador, mas em todas as plataformas que você usa.
  • Adicione camadas extras de segurança. Quanto mais camadas de segurança, melhor. Definir senhas longas e complexas e garantir qualquer retirada de fundos solicite uma senha é básico. Use carteiras que tenham uma boa reputação e forneçam camadas de segurança extra como autenticação de dois fatores (2FA), e solicite o código PIN sempre que o aplicativo da carteira for aberto. Você também pode querer considerar uma carteira que oferece transações com multi assinaturas (multisig), como Coinbase, Armory ou Copay. Uma carteira multisig requer a permissão de outro(s) usuário(s) antes que uma transação possa ser feita.

Carteira Bitcoin ou multi-moedas?

Embora Bitcoin seja de longe a moeda digital mais conhecida e popular, surgiram centenas de novas criptomoedas (referidas como altcoins), cada uma com um ecossistema e infra-estrutura distintas. Se você estiver interessado em usar uma variedade de criptomoedas, a boa notícia é que você não precisa configurar uma carteira separada para cada moeda. Em vez de usar uma carteira que suporta uma moeda única, pode ser mais conveniente para configurar uma carteira multi-moeda que permite que você use diversas moedas da mesma carteira.

Existe alguma taxa de transação?

Não há uma resposta direta aqui.

Em geral, as taxas são uma fração minúscula das taxas bancárias tradicionais. Às vezes, as taxas precisam ser pagas para certos tipos de transações para os mineradores da rede, como uma taxa de processamento, enquanto algumas transações não têm qualquer taxa. Também é possível definir sua própria taxa. Em média, uma transação de 226 bytes resultaria em uma taxa de 18.080 satoshis ou U$ 0,12. Em alguns casos, se você optar por definir uma taxa baixa, sua transação pode ter uma baixa prioridade, e você pode ter que esperar horas ou mesmo dias para a transação ser confirmada. Se você precisar que sua transação seja concluída e confirmada rápida, então você pode precisar aumentar a quantidade que você está disposto a pagar. Qualquer carteira que você acabar usando, as taxas de transação não são algo que você deve se preocupar. Você pagará taxas baixíssimas, e existem vários serviços que pagam as taxas dos clientes, como a carteira da Xapo ou a Smart Wallet da coinBR.

 

As carteiras de criptomoedas são anônimas?

Sim e não. As carteiras são pseudônimos. Embora as carteiras não estejam vinculadas à identidade real de um usuário, todas as transações são armazenadas publicamente e permanentemente na blockchain. Seu nome ou endereço pessoal não vai estar lá, mas dados como o endereço da carteira podem ser rastreados para sua identidade de várias maneiras. Embora existam esforços em andamento para tornar o anonimato e a privacidade mais fáceis de se alcançar, há desvantagens óbvias para o anonimato total. Confira o projeto DarkWallet que está trabalhando para reforçar a privacidade e o anonimato através de endereços disfarçados e mistura de moedas.

Qual é a melhor carteira digital?

Existe uma lista cada vez maior de opções. Antes de escolher uma carteira, você deve considerar como você pretende usá-la.

  • Você precisa de uma carteira para compras diárias ou apenas comprar e manter moeda digital para um investimento?
  • Você planeja usar várias moedas ou uma moeda única?
  • Você precisa acessar a sua carteira digital de qualquer lugar ou apenas de casa?
  • Tire algum tempo para avaliar suas necessidades e, em seguida, escolha a carteira mais adequada para você.

Bread Wallet

Bread Wallet é uma carteira móvel de bitcoin que torna o envio de bitcoins tão fácil quanto o envio de um e-mail. A carteira pode ser baixada da App Store ou na Google Play. No seu conjunto, a interface limpa da Bread Wallet, o design leve e o compromisso de melhorar continuamente a segurança tornam o aplicativo seguro, rápido e agradável, tanto para principiantes como para usuários experientes.

  • Prós: Boa privacidade e segurança, fácil para iniciantes, simples e limpo, software de código aberto, gratuito.
  • Contras: Nenhuma interface web ou desktop, carece de recursos, é online.

Mycelium

Usuários avançados que procuram uma carteira de bitcoin móvel, esta é a opção. A carteira móvel Mycelium permite que os usuários de iPhone e Android mantenham controle completo sobre os bitcoins. Nenhuma terceira parte pode congelar ou perder seus fundos! Com uma segurança de nível empresarial superior à maioria dos outros aplicativos e recursos como armazenamento offline, backups  criptografados, um scanner de código QR integrado, bate-papo seguro, entre outros. Você pode entender por que Mycelium tem sido considerado como uma das melhores carteiras no mercado.

  • Prós: Boa privacidade, segurança avançada, software de código aberto, gratuito.
  • Contras: Nenhuma interface web ou para desktop, online, não indicada para novatos

Exodus

Exodus é uma carteira digital relativamente nova e desconhecida, que atualmente só está disponível para desktop. Permite o armazenamento e o comércio de Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Dogecoin e Dash através de uma interface incrivelmente fácil de usar, intuitiva e bonita. Exodus também oferece um guia muito simples para fazer backup de sua carteira. Um diferencial é que ele foi construído na plataforma da exchange shapeshift, que permite aos usuários trocar altcoins por bitcoins e vice-versa, sem sair da carteira.

  • Prós: Boa privacidade e segurança, indicado para inciantes, intuitivo, fácil de usar, suporta várias moedas, software de código aberto, grátis.
  • Contras: É online, sem interface web ou aplicativo para dispositivos móveis

Copay

Criado pela Bitpay, a Copay é uma das melhores carteiras do mercado. Se você está procurando conveniência, o Copay é facilmente acessado por meio de uma interface amigável em computadores, celulares ou online. Uma das melhores coisas sobre a Copay é que é uma carteira multi assinatura, para que amigos ou parceiros de negócios possam compartilhar fundos. É simples o suficiente para usuários iniciantes, mas tem muitos recursos adicionais que irão impressionar os mais experientes também.

  • Prós: Boa privacidade e segurança, transações multisig, múltiplas plataformas e dispositivos, armazenamento em multiplas carteiras, amigável para iniciantes, software de código aberto, grátis.
  • Contras: Pode ser lento e sem resposta, suporte limitado ao usuário.

 

Jaxx

Jaxx é uma interface de usuário e carteira multi moedas com suporte de Ethereum, Ethereum Classic, Dash, Litecoin, REP, Zcash, Rootstock e Bitcoin. Foi projetada para oferecer uma experiência suave. Ela está disponível em uma variedade de plataformas e dispositivos (Windows, Linux, Chrome, Firefox, OSX, Android e  iOS) e se conecta com sites através do Firefox e extensões do Chrome. A Jaxx permite a conversão entre Bitcoin e Ethereum via Shapeshift e a importação de carteiras de papel Ethereum. Com uma variedade de recursos e a contínua integração de novas moedas, a Jaxx é uma excelente opção para quem precisa de uma carteira com variedade de moedas.

  • Prós: Boa privacidade e segurança, multi moedas, carteira lingada através de plataformas múltiplas, excelente suporte ao usuário, fácil uso, grátis.
  • Contras: Não é de código aberto, pode ser lento para carregar.

Armory

Armory é uma carteira de bitcoin para desktop, de código aberto, perfeita para usuários experientes que colocam ênfase na segurança. Algumas das características da Armory incluem armazenamento a offline, multisig, backups impressos, interface de carteiras múltiplas, criptografia de carteira resistente à GPU, importação de chaves, varredura de chave e muito mais. Embora é demorado para entender e usar o seu total potencial, é uma ótima opção para mais bitcoiners que buscam manter seus fundos seguros e protegidos.

  • Prós: Boa privacidade, grandes recursos de segurança, opções multi-assinatura, opções de armazenamento offline, grátis.
  • Contras: Apenas acessível através do cliente desktop, não é fácil para iniciantes.

Ledger

Ledger é uma carteira Bitcoin tipo hardware, que é ideal para armazenar grandes quantidades de bitcoins. Ledger não pode ser infectado por malware e nunca expõe suas chaves privadas, o que torna tão seguro quanto segurar o dinheiro nas próprias mãos. Ledger  é de código aberto e transparente, com todas as decisões técnicas beneficiando a comunidade. É fácil de usar, tem uma interface intuitiva e é compatível com Windows, OS X e Linux. Uma das poucas desvantagens da carteira Ledger é que ela precisa estar com você para enviar bitcoins. Isso torna a Ledger melhor para usuários inativos, investidores ou pessoas que querem manter grandes quantidades de bitcoin com uma alta segurança.

  • Prós: Boa segurança e privacidade, armazenamento offline, fácil de usar uma interface web, software de código aberto, fácil para iniciantes.
  • Contras: Custam a partir de R$ 320, é necessário um dispositivo para enviar bitcoins. Outros modelos podem ser encontrados a partir de R$ 200 aqui. (frete grátis)

Green Address

Green Address é uma carteira de bitcoin fácil de usar, e uma excelente escolha para iniciantes. É acessível via desktop, online ou móvel, com aplicativos disponíveis para Chrome, iOS e Android. Os recursos incluem endereços multisig e autenticação de dois fatores (2FA) para maior segurança, backup de carteira de papel e confirmação de transação instantânea. Uma desvantagem é que Green Address precisa aprovar todos os pagamentos, logo que você não tem controle total sobre seus gastos.

  • Prós: Segurança sólida, multi plataforma, multisig, fácil para iniciantes, software de código aberto, grátis.
  • Contras: Online, privacidade média, uma terceira parte deve aprovar os pagamentos.

Blockchain.info

Blockchain.info é uma das carteiras de bitcoin mais populares. Por favor, não confunda a tecnologia Blockchain, com esse serviço de carteira. O acesso pode ser feito a partir de qualquer navegador ou smartphone. A plataforma fornece duas camadas adicionais diferentes. Para a versão de navegador, os usuários podem ativar a autenticação em dois fatores, enquanto os usuários móveis podem ativar uma solicitação de código PIN sempre que o aplicativo da carteira for aberto. Embora sua carteira seja armazenada online e todas as transações precisarão passar pelos servidores da empresa, Blockchain.info não tem acesso às suas chaves privadas.

  • Prós: Fácil de usar, interface web e móvel, bem conhecida, fácil para iniciantes, grátis.
  • Contras: É online, privacidade fraca, depende de uma terceira parte, já teve interrupções e usuários relatando problemas.

 

 

Criptomoedasfacil

O valor de um bitcoin atingiu mais outro recorde: a criptomoeda mais popular do mundo ultrapassou o marco de US$ 2.000 pela primeira vez. No entanto, ela vem perdendo espaço para outras moedas virtuais, que rapidamente se tornaram muito valiosas.

O bitcoin, criado pelo misterioso programador Satoshi Nakamoto, é uma moeda que independe de controle governamental e se baseia em provas criptográficas para autorizar transações. Todos podem ver a qual carteira pertence um bitcoin, mas apenas os seus proprietários podem ter acesso a esse dinheiro.

Em 2013, o bitcoin ultrapassou o marco de US$ 1.000 pela primeira vez, mas seu valor caiu desde então devido a uma série de fatores, incluindo a derrocada da MtGox, maior casa de câmbio de bitcoins na época.

No final do ano passado, a criptomoeda retornou à faixa dos US$ 1.000 em parte graças à sua regulamentação na China; até dezembro, mais de 90% das transações de câmbio envolviam yuans (a moeda chinesa).

Então, em poucos meses, o bitcoin dobrou de valor. Um fator que ajudou a impulsionar o preço é a crescente influência do Japão, onde a criptomoeda foi regulamentada: ela é considerada um método legal de pagamento desde abril.

Tecnoblog

A Mastecard criou uma nova forma de autenticar as compras sem o uso de senhas nos cartões de crédito e débito. A empresa apresentou hoje um cartão que traz um leitor de impressões digitais embutido para a autenticação no momento da compra.

A África do Sul é o primeiro mercado no qual os cartões serão testados. Os primeiros testes no país envolveram uma rede de mercados (a Pick n Pay) e o Absa Bank, uma subsidiária do Barclays Africa.

Em comunicado, a Mastercard explica como funcionará o processo. A impressão digital precisará ser cadastrada uma vez na instituição financeira que emite o cartão. Com isso feito e o cartão desbloqueado, a digital pode ser usada em compras em locais físicos.

Na imagem acima você pode perceber que o cartão traz um bloco escuro no canto superior direito. É ali que a leitura das impressões digitais é feita.

“Seja desbloqueando um smartphone ou fazendo compras online, impressões digitais estão ajudando a entregar conveniência adicional e segurança”, afirma Ajay Bhalla, presidente da Mastercard, em comunicado.

A empresa ainda defende a ideia de que maior facilidade nas compras traz também aumento no volume de compras para estabelecimentos comerciais. Outro benefício seria a queda no número de fraudes.

O comunicado da empresa afirma que outros testes estão sendo planejados em mercados europeus e asiáticos nos próximos meses.

EXAME

Vantajosas para quem foge de filas em agências bancárias e de longas esperas em serviços de callcenter, as contas 100% digitais estão cada vez mais difíceis de se encontrar – sobretudo nos grandes bancos.

Neste mês, Bradesco e Itaú anunciaram que vão descontinuar suas contas digitais gratuitas, reduzindo ainda mais as opções para quem busca serviços bancários sem custo.

Ainda que nada mude para os clientes que já usam essas contas nos dois bancos, não será possível fazer a migração para esse tipo de produto no caso de quem já é correntista.Continuar lendo

O Intermedium vai lançar ainda no primeiro semestre a conta gratuita para pessoas jurídicas. O lançamento será feito em etapas, para que o banco consiga atender toda a demanda pelo produto, que promete ser alta. “No início vamos priorizar quem já tem conta pessoa física conosco”, diz Menin.

Mesmo disponibilizando mais serviços e sendo mais complexa do que a conta pessoa física, a gratuidade da conta PJ é sustentável, de acordo com o executivo. “O cliente pessoa jurídica deixa muito dinheiro na conta (float) e também consome mais serviços, pagam mais contas. Muitas empresas importam e exportam então precisam fazer câmbio”, justifica. E o banco ganha com todas essas operações.

O processo para abrir a conta pessoa jurídica será um pouco mais trabalhoso do que a física, mas ainda totalmente digital. “É possível abrir a conta PF em até 10 minutos. A abertura da conta PJ vai ter etapas diferentes, com uma parte documental mais exigente. É um tipo de conta mais complexo”, diz o presidente do Intermedium.

InfoMoney

Não restam dúvidas de que possuir uma conta bancária tem se tornado uma das grandes necessidades nos dias atuais, seja para pessoa física ou jurídica.

Trabalhar com dinheiro em espécie está “fora de moda”. Muitas pessoas optam pelo cartão de crédito ou débito, talão de cheques, entre outros. Esse comportamento se deve, principalmente, à comodidade, praticidade e segurança.

Transportar dinheiro, ainda que em pequena quantia, representa um enorme risco, devido ao aumento da violência e da criminalidade no país.

O fato é que há um custo para manter uma conta corrente aberta, custo esse que, às vezes, é bastante elevado. São as chamadas taxas que os bancos costumam titular de “taxa de manutenção”. Quando na verdade, essas taxas se referem aos pacotes de serviços oferecidos pelos bancos, que levam em consideração o perfil de cada pessoa. Mas, esses pacotes de serviços não são obrigatórios.

O que poucos sabem é que todo cidadão brasileiro tem direito a possuir uma conta corrente livre de taxas. É isso mesmo, você não precisa pagar nada!

Esse é um direito garantido pela resolução nº 3.518/2007, em vigor desde 30 de abril de 2008 e atualizada pela Resolução nº 3.919/2010, do Banco Central do Brasil.

O artigo 2º da Resolução nº 3.919/2010 proíbe as instituições bancárias de cobrar tarifas pela prestação de serviços bancários essenciais a pessoas naturais, isto é, à pessoa física.

São considerados serviços essenciais um número limitado de transações que você tem direito a fazer no mês. Caso você ultrapasse esse limite, será cobrada uma tarifa à parte para cada serviço extra utilizado.

De acordo com a Resolução do Banco Central, esse tipo de conta corrente disponibiliza os seguintes serviços mensais:

  • Um extrato anual;
  • Dois extratos mensais contendo a movimentação dos últimos trinta dias;
  • Duas transferências de saldo entre contas do mesmo banco;
  • Quatro saques;
  • Dez folhas de cheques;
  • Fornecimento de cartão com função débito;
  • Compensação de cheques;
  • Consultas ilimitadas pelo Internet Banking.

Além disso, os bancos devem fornecer, gratuitamente, a segunda via do cartão de débito quando o atual estiver vencido ou próximo do vencimento. Nos casos de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente, os pedidos de reposição formulados pelo correntista serão tarifados.

Mas, atenção: Haverá uma resistência muito forte por parte dos bancos que, normalmente, não cumprem as normas impostas pelo Banco Central. Os bancos sempre irão insistir em vender seus pacotes de serviços caríssimos.

Se você vai abrir uma conta corrente ou apenas alterar o pacote de serviços tarifado para os serviços essenciais, demonstre que você conhece seus direitos.

Não se deixe intimidar pela insistência do atendente ou gerente que lhe oferecerá um pacote de serviços com tarifa. Se for necessário, leve o texto da Resolução impresso e garanta o seu direito de ter uma conta livre de taxas!

JusBrasil por Jacira Brito

Por falta de controle ou planejamento financeiro, muitas pessoas acabam consumindo mais do que podem e, quando estão altamente endividadas, costumam colocar a culpa do seu desequilíbrio financeiro no cartão de crédito. Assim, o cartão de crédito é considerado por muitos o maior inimigo das finanças pessoais.

Antes de qualquer julgamento, é interessante termos a consciência de que o cartão nada mais é do que uma ferramenta. Toda ferramenta, se for mal utilizada, é capaz de provocar grandes estragos. Porém, se for utilizada com sabedoria, proporciona ao seu usuário enormes vantagens e benefícios.

Com o cartão de crédito não é diferente! Se for utilizado sem disciplina e planejamento, esse “dinheiro de plástico” provavelmente irá causar descontrole financeiro e dívidas exorbitantes, que serão muito difíceis de serem quitadas.

Porém, se usado com consciência, o cartão de crédito certamente será um grande aliado de suas finanças, e lhe permitirá ter acesso a grandes benefícios e facilidades. A seguir, são apresentadas 10 dicas valiosas para que você faça um uso inteligente do seu cartão de crédito, evitando juros altos e despesas desnecessárias, e aproveitando as principais vantagens dessa ferramenta.

10 dicas para usar melhor seu cartão de crédito

1 – Elabore seu planejamento financeiro

É recomendável que você faça seu planejamento financeiro antes de utilizar o cartão de crédito. Agindo assim, você poderá se programar e saberá quanto pode gastar no cartão de forma a ter dinheiro para pagar o valor total da fatura na data do vencimento. 
Além disso, ao fazer seu planejamento financeiro, você evitará andar com o cartão sem necessidade e, consequentemente, deixará de gastar em itens supérfluos. Para as despesas do dia a dia, prefira comprar sempre com dinheiro, pois ao ver o dinheiro saindo do bolso você refletirá mais sobre a necessidade da comprar. 

2 – Limite do cartão deve ser de, no máximo, 50% do seu salário

Ao utilizar o cartão de crédito, você tem a falsa sensação de que o dinheiro não está saindo da sua conta. Isso pode ser definido como “a prazerosa ilusão de comprar sem gastar um centavo”. Entretanto, o pesadelo começa no momento em que a fatura chega à sua residência ou email.

Por isso, o educador financeiro Reinaldo Domingos dá uma dica preciosa para quem costuma gastar além da conta: o limite do cartão de crédito deve ser, no máximo, 50% da sua receita líquida, ou seja, daquilo que você ganhar após todos os descontos.

3 – Registre todas as despesas

Você tem que saber e analisar como o seu dinheiro foi gasto. Dessa maneira, é imprescindível que você anote todas as despesas realizadas no cartão de crédito. A maneira mais fácil de fazer isso é utilizando um aplicativo de finanças pessoais, como o Mobills.
Contudo, se você não gosta de utilizar a tecnologia para facilitar a sua vida, o extrato detalhado do cartão pode ser o seu instrumento de controle. Nesse caso, você vai ter que usar uma planilha ou o velho caderninho para realizar o controle financeiro e analisar a qualidade dos seus gastos. De um jeito ou de outro, é fundamental que você veja para onde está indo seu dinheiro, para que você possa tomar as atitudes necessárias para melhorar sua situação financeira.

4 – Utilize apenas um cartão

Ter apenas um cartão de crédito facilita bastante nosso planejamento e controle de gastos. O ponto que merece mais destaque é a impulsividade na hora de gastar. Quem tem mais de um cartão, fica mais propício a exagerar nas comprar e acaba gastando mais do que pode.

Quando o limite de um cartão é atingido, algumas pessoas passam a utilizar o outro cartão, e depois o outro… Enfim, só vão perceber o estrago no outro mês, quando as faturas chegarem. Além disso, cada cartão de crédito apresenta custos de anuidade, que às vezes não são nada baratos. Quem tem só um cartão, certamente deixará de gastar um bom dinheiro com essas taxas.

Outra vantagem é que, tendo só um cartão, com certeza você perderá menos tempo na hora de checar a fatura para analisar todas as despesas daquele mês.

5 – Negocie as taxas de anuidade. Sempre!

Alguns cartões de crédito, principalmente aqueles que oferecem os melhores programas de vantagens e descontos, costumam cobrar taxas de anuidade bem elevadas. Algumas dessas anuidades chegam a até R$ 300,00. É um dinheirão. Se você usa seu cartão de crédito constantemente, saiba que está numa posição de vantagem para negociar essas taxas.

A cada compra que você faz, a operadora do cartão de crédito recebe um percentual referente ao valor da compra. Você pode utilizar esse argumento, dizendo que já é um bom cliente, que usa o cartão constantemente e já garante à operadora um bom repasse dos valores que você compra.

Há pouco tempo, usei esse argumento e ainda negociei mais um pouco e acabei conseguindo um desconto de 50% na minha anuidade. Nada mal!

Outra dica para evitar despesas elevadas com anuidade é analisar se você realmente usa todos os benefícios que o cartão oferece. Cartões internacionais costumam apresentar anuidades mais elevadas, e algumas pessoas possuem esses cartões, mesmo sem estar em condições ou ter a intenção de viajar para o exterior.

6 – Jamais pague somente o mínimo!

Pagar somente o valor mínimo pode tornar a sua dívida simplesmente impagável! Isso se deve ao fato do cartão ser uma das modalidades mais caras de financiamento, perdendo apenas para as financeiras. Sendo assim, evite pagar o valor mínimo ou parcelar a dívida.

Se tiver dificuldades para pagar o valor total da fatura, é melhor tomar dinheiro emprestado no crédito pessoal, pagar o cartão à vista e parcelar esse novo empréstimo, pois os juros costumam ser bem menores. 

Contudo, o ideal mesmo é você seguir a dica 1 e elaborar seu planejamento financeiro antes de comprar qualquer coisa no cartão de crédito. Você não pode tratar o cartão de crédito com uma renda extra e se endividar pela falta de controle financeiro.

7 – Consulte o saldo do cartão frequentemente, para evitar sustos na hora da fatura.

Por não ver o dinheiro saindo do bolso na hora de pagar, algumas pessoas relaxam bastante com o cartão de crédito, e muitas vezes acabam gastando mais do que podem. Acredite, isso é bastante comum de acontecer.

Quando o dinheiro não sai do bolso, é fácil de nos confundirmos e acabamos saindo um pouco do controle na hora de gastar. E quando a fatura chega é um susto!

8 – Evite pagar contas de água, luz e telefone no cartão 

Algumas pessoas acham muito interessante concentrar todos os pagamentos no cartão de crédito, pela facilidade de ter que se preocupar apenas com uma fatura.

Entretanto, pagar as contas de concessionárias (água, luz e telefone) no cartão não costuma ser um bom negócio, pois as administradoras dos cartões normalmente cobram tarifas para prestar esses serviços. Assim, é necessário se informar sobre o valor das tarifas cobradas e analisar se vale a pena gastar a mais para comprar este “benefício”.

9 – Fique atento aos programas de descontos e vantagens.

Hoje em dia, é fácil encontrar cartões de crédito com programas de recompensa e vantagens. Um bom exemplo é o programa de milhas. Quando você compra com determinado cartão, acumula pontos que podem posteriormente trocados por milhas e passagens aéreas. Há também pontos que podem ser trocados por combustíveis ou outros produtos em geral, como eletrodomésticos, bicicletas, etc.

Além disso, alguns cartões oferecem descontos de até 50% em cinemas, teatros, jogos de futebol ou em compras feitas em redes de lojas parceiras. Dessa maneira, quem fica atento a essas vantagens, tem a chance de economizar uma boa grana em algumas compras, e ainda consegue juntar pontos suficientes para comprar passagens de avião ou abastecer o carro. Com certeza é uma boa!

Vale alertar para não cair no erro de achar que vale a pena gastar mais para acumular os pontos. NÃO! Os pontos são um benefício extra para comprar através daquele cartão de crédito. Não ache que é vantajoso comprar cada vez mais pensando em ganhar os pontos.

10 – Evite fazer cartões de loja

É bastante comum que as lojas ofereçam cartões de crédito para os consumidores, visando fidelizar os clientes. Porém, você deve tomar muito cuidado e refletir sobre a real necessidade de fazer cartões de lojas.

Apesar de existirem alguns benefícios nas compras com os cartões da lojas, várias delas só permitem o pagamento da fatura dentro da própria loja, o que pode incentivar o consumo desnecessário e fazer você gastar mais. 

 

Para ver outras dicas financeiras, você também pode acessar o blog Receita Financeira, do consultor financeiro Davi Augusto (coautor deste texto).

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