Categoria: Dicas

dicas para usar o cartão

Nubank é mesmo o queridinho dos brasileiros. O cartão de crédito ficou em primeiro lugar no ranking de cartões com melhor custo-benefício no Brasil, segundo uma pesquisa da consultoria CVA Solutions. O Amex ficou em segundo lugar e, na terceira posição, aparecem os cartões do Citibank.

Na sexta edição, o estudo ouviu mais de 4 mil usuários de cartão de crédito, de diferentes ocupações e faixas de renda. A pesquisa foi feita em novembro, com clientes de todo o Brasil. Os usuários de cada cartão, que têm experiência com o serviço, deram notas de 1 a 10 para custos e benefícios.

Principais atrativos

Zero ou baixa anuidade, programa de pontos e bom atendimento são os principais itens de um cartão que conquistam consumidores, segundo Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA Solutions.

Entre os custos, os clientes avaliaram a anuidade e os juros para pagar somente uma parte da parcela. Entre os benefícios, os consumidores deram nota para segurança, promoções, programa de pontos, atendimento, aceitação e operação do cartão, entre outros itens.

Valores do cartão de crédito

A pesquisa chegou a um “valor percebido” pelos usuários sobre cada cartão de crédito. Em geral, valores acima de um indicam que o cartão é melhor que a concorrência, em média. Resultados iguais a um indicam que o cartão é igual à concorrência, e menores que um, que é pior do que a média.

O estudo também ouviu a opinião de usuários de cartões de crédito de lojas e elegeu as melhores e piores bandeiras de cartões. Confira o ranking completo:

Fonte: Exame



Se você é universitário e está começando sua vida bancária, abra o olho. Cartões universitários oferecidos pelos bancos prometem zero anuidade no primeiro ano, mas a partir do segundo, cobram tarifas que chegam a 19 reais por mês.

Em contrapartida, novos cartões, como o Nubank e o Digio, não cobram anuidade e não exigem comprovação de renda. “Cartões universitários não fazem mais sentido”, alerta a economista Ione Amorim, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).Continuar lendo



banco neon

A proposta do banco digital é trabalhar, na medida do possível, sem taxas e de maneira totalmente independente de operações físicas. Tudo funciona através do aplicativo e o banco trabalha com o menor número de tarifas possíveis, sem anuidades e com algumas cobranças pontuais, como taxas a partir do segundo boleto e saque na rede 24 Horas no mês e em transferências para outros bancos.

A empresa aproveita o bom momento das fintechs no Brasil e tenta trazer um conceito que considera totalmente novo no Brasil – para o CEO, Pedro Conrade, todos os que poderiam ser considerados seus concorrentes não são “digitais”, mas “digitalizados”.

Criação da conta

Os 5 mil clientes que foram liberados estão, aos poucos, recebendo seus aceites. Para criar uma conta, os interessados precisaram baixar o app, fotografar seus documentos, inserir alguns dados pessoais e tirar uma “foto de segurança”. Nos testes, essa ferramenta mostrou-se segura: apenas o rosto do usuário de fato funcionou para desbloquear o aplicativo.

cartao-neon

Durante o período de espera pela liberação da conta, o Neon envia e-mails, notificações no app e até SMS para explicar a demora. Quando autorizado o cadastro, esses meios de contato também são utilizados e o banco convida o cliente a “fazer parte de uma revolução”.

Uma vez liberada a conta, é preciso fazer um depósito de pelo menos R$ 100 para ativar o cartão digital e receber em mãos o cartão físico com bandeira Visa – ambos de débito. Assim que o dinheiro cai, a primeira forma de pagamento é apresentada, enquanto o cartão de plástico chega em cerca de 5 dias.

Funções

O aplicativo é bastante limpo e intuitivo e travou poucas vezes durante o uso – nada anormal. Caindo o depósito, pede uma senha para o cartão, cuja criação é validada em diversos passos de segurança. Entre eles, um SMS com código alfanumérico e uma validação através da câmera que exige que o usuário pisque para avançar (ou seja, não adianta alguém ter uma foto sua).

Na função virtual, o Neon funciona como um cartão de crédito no e-commerce. Usando número e código de segurança, é possível comprar itens em sites e apps normalmente – a diferença é que é preciso ter o dinheiro em conta para que a transação seja aprovada.

A aprovação do pagamento pela loja, entretanto, demorou mais que o normal durante os testes do InfoMoney, embora o valor tenha sido descontado imediatamente após a confirmação do pedido.

Tanto em compras virtuais como físicas, o aplicativo envia imediatamente uma notificação com valor e nome do estabelecimento. Todos os gastos são divididos automaticamente em categorias, como “Bares e restaurantes”, “Vestuário”, “Lazer” e “Mercado”. É possível editar essas etiquetas a qualquer momento.

Para consultar todos os recebimentos e gastos do cartão, basta acessar o menu “saldo” no app. Cada lançamento também mostra, em um mapa, o local exato onde a transação foi realizada.

Transferências podem ser feitas rapidamente usando os contatos salvos no seu telefone. É possível incluir dados de contas bancárias para todos os seus contatos, e aqueles que também possuem conta no Neon são sinalizados.

Há um leitor de códigos de barras que funciona bem através da câmera do celular, ou o cliente pode digitar o número para realizar pagamentos. O horário de pagamento (para que ele não caia apenas no dia seguinte) é das 7h30 às 20h30.

Atendimento

Caso precise falar com o banco, o usuário pode enviar mensagens através do próprio aplicativo. O caminho é “Meu Neon”/”Precisa de ajuda?” e o ícone de chat no canto superior direito. Automaticamente é aberta uma janela de conversa entre cliente e algum responsável pelo atendimento no momento.

A resposta no app demora apenas alguns minutos e o usuário recebe uma notificação no smartphone. No caso da dúvida enviada, a questão não pôde ser resolvida imediatamente, mas a atendente se mostrou solícita.

Objetivos

Ainda não ativada, essa função do aplicativo pretende ajudar os usuários a fazer o dinheiro render. O cliente poderá inserir o valor que pretende guardar em determinado período e, a partir disso, o próprio Neon passará determinada quantia mensalmente da conta do usuário para um investimento apropriado.

Fonte: InfoMoney

greve bancaria

Os bancários de instituições públicas e provadas estão em greve no Brasil a partir dessa terça feira, 6 de setembro. Isto significa que muitas agências devem ter o funcionamento parcial ou suspenso.

Embora muitas operações bancárias não possam ser realizadas eletronicamente, o consumidor não pode se valer da greve para protelar os pagamentos. Por isso fique alerta à data de vencimento das contas e procure um meio alternativo para pagá-las, evitando problemas futuros.

Algumas alternativas às agências bancárias são as casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados. Além destes ainda tem a disposição os caixas eletrônicos, podendo realizar operações com o uso do cartão de crédito. Os aposentados e pensionistas que recebem pela Caixa Econômica Federal só poderão retirar o benefício nas casas lotéricas.

Caso precise sacar o dinheiro na boca do cixa, pode-se ligar para o banco para solicitar uma alternativa. A greve é um direito social, mas as empresas não são eximidas de garantir aos consumidores a prestação dos serviços essenciais, diz a Proteste.

Com informações da ProTeste e InfoMoney

cartão de crédito

Os cartões de lojas e supermercados têm atraído consumidores por causa de descontos e benefícios. Segundo uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) em parceria com o Instituto Ipsos, os brasileiros estão preferindo os cartões de lojas no lugar do cartão de crédito. É muito comum que vendedores das lojas ofereçam o cartão e tentem conquistar o consumidor através dos benefícios. Mas será que vale mesmo a pena mesmo contratar o cartão de loja?

Segundo o advogado especialista em direitos do consumidor e consultor financeiro, Dori Boucault, o cartão pode funcionar como cartão de crédito normal, a diferença que ele é liberado com menor burocracia, em relação aos cartões de crédito solicitados no banco. Muitas lojas sequer pedem comprovante de renda, apenas RG e CPF.

A facilidade se reverte em juros: o especialista conta que o cartão de loja é menos burocrático que os cartões de banco, pois instituições bancárias tem maior estrutura para fazer análises de crédito, que verificam a condição de bom pagador do cliente, portanto, podem oferecer taxas de juros mais baixas. “As lojas garantem que os parcelamentos são sem juros, mas se você atrasar a fatura, os juros são mais altos que os cartões de banco. É importante saber o Índice das Taxas de Juros e solicitar o Custo Efetivo Total sobre os valores que podem incidir sobre um eventual atraso, como taxas e juros e tudo o que possa ser incluído”, explica.

A maioria dos cartões não cobra anuidade e oferece descontos exclusivos para serem usados nas lojas. Em algumas situações, o cartão de loja proporciona até maior tempo de parcelamento, mas outras taxas podem ser cobradas. “Muitos clientes reclamam que adquiriram o cartão de loja e na fatura vieram taxas como taxa de emissão de boleto, taxa administrativa do banco, taxa de manutenção, taxa de inatividade e outras taxas que, muitas vezes, custam mais que uma anuidade de um cartão de banco”, orienta Dori. O especialista orienta a procurar saber tudo o que pode ser cobrado nesse cartão, e não ir apenas pelas vantagens.

Para atrair consumidores, muitos cartões acumulam pontos a cada compra, o que possibilita a troca deles por benefícios nas próximas visitas a loja. Além disso, o cartão de loja costuma ter um prazo maior para pagamento das faturas. Mas aí mora outra armadilha: muitos cartões não permitem o pagamento eletrônico, assim o consumidor tem de ir até a loja para pagar a fatura. “Os setores dos cartões costumam ficar intencionalmente nos fundos das lojas, assim o consumidor pode ficar tentado a levar algo a mais que não estava planejado”, diz o advogado.

Quem tem vários cartões de crédito perde a noção de gastos. Com muitas faturas e parcelamentos, o controle de gastos e planejamento financeiro fica desordenado. “É importante se lembrar de pagar todas as faturas nas datas, pois cada um tem datas de vencimento diferentes e juros diferentes”, explica o advogado.

Segundo o especialista, se você é uma pessoa que consegue ter organização financeira, paga a fatura sempre no dia do vencimento e tem controle para não se endividar, pode valer a pena ter um cartão de loja. “Você poderá usufruir do desconto, do prazo e condições exclusivas. Para bons pagadores é uma oportunidade para economizar”, orienta Boucault. Mas, se você compra de vez em quando e não tem controle rígido, pode esquecer de pagar a fatura, isso acarreta juros e taxas.

Fonte: Estadão

Fazer compras de eletrônicos e outros produtos mais caros em lojas online do exterior normalmente é um bom negócio, mas, como é preciso usar um cartão de crédito para isso, a taxa do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sempre preocupa.

Atualmente, você paga 6,38% de IOF quando compra em moeda estrangeira no seu cartão internacional brasileiro, mas, caso compre dinheiro em espécie em solo nacional e leve o valor para sua viagem, a taxa é de apenas 1,1%. Mas e se fosse possível pagar uma taxa menor mesmo usando o cartão de crédito?

O pessoal do Ebanx achou que isso seria uma boa ideia e lançou o seu Ebanx Dollar Card, um cartão virtual internacional pré-pago que cobra somente a taxa da conversão do real para dólar como se fosse uma remessa internacional, que tem taxa ainda menor que a da compra em espécie.

Isso acontece porque você carrega o Dollar Card fazendo o pagamento de um boleto, e o Ebanx transforma o valor em dólaratravés de uma remessa. O saldo em moeda americana é então liberado no seu cartão de crédito virtual, que pode ser usado para comprar na Amazon, por exemplo, e receber as compras no hotel durante uma viagem aos EUA.

Isso também serve para comprar produtos de sites como o AliExpress, que trazem os dispositivos para o Brasil por fretes bem baratos ou gratuitos. Nesse caso, você não apenas economiza na entrega como também no IOF.

Como funciona

Esse Dollar Card da Ebanx funciona como um cartão internacional normal, uma vez que é emitido na Europa. Contudo, não há um objeto de plástico comum, e todos os dados dele ficam disponíveis em um aplicativo que você deve instalar no seu Android ou iOS, bem ao estilo Nubank.

Todas as compras podem ser controladas por lá, sendo possível inclusive gerar boletos para recarregar o cartão. Na primeira recarga, contudo, você deve pagar a anuidade do Dollar Card, que custa US$ 5 (cerca de R$ 17) em parcela única. Uma nova taxa só será cobrada no segundo ano de uso.

saldo-ebank

O Dollar Card opera com a taxa de 0,38% de IOF, que é o valor do imposto para remessas internacionais. Somando essa taxa à cotação do dólar turismo (que é sempre mais alta que a do dólar comercial), o usuário pagará no fim das contas R$ 3,51 por cada dólar recarregado. Esse valor pode variar conforme a cotação flutua, portanto, é possível esperar isso baixar para fazer uma recarga maior.

Isso é interessante porque você tem mais controle sobre a cotação da moeda quando compra alguma coisa. No cartão normal, você compra itens em dólares, mas o valor só será convertido para reais quando sua fatura “fechar”. Até lá, a moeda americana pode ter ficado mais cara, o que faz você pagar mais pelo mesmo produto, e ainda acumula mais valor sobre o IOF.

O Ebanx garante que o Dollar Card funciona nas seguintes lojas online: AliExpress, Amazon, PayPal, Shipito, Facebook, Strawberrynet, Disney Store, Wish, Box4World, Asos, GearBest, HobbyKing, eBay, LightInTheBox, Google Play Store, Rose Wholeale, Tidal, Society6, Dealextreme, Popkind, além de vários outros.

Fonte(s)

juros no rotativo

O cartão de crédito pode se tornar um vilão no fim do mês, se não for usado com consciência. Segundo dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), todas as taxas de juros das operações de cartão de crédito subiram em abril. As taxas médias de juros no rotativo do cartão de crédito tiveram alta de 435,6% ao ano no mesmo mês.

“O cartão é um meio seguro. Porém, se usado sem consciência promove compras por impulso. Por isso, é preciso ter responsabilidade na hora de consumir. Antes de fazer uma compra, sempre pergunte se realmente precisa disso, se tem dinheiro para comprar e se tem como pagar a fatura total do cartão no seu vencimento”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, que elaborou uma lista de recomendações sobre o uso do cartão de crédito.

As regras principais são procurar bancos com taxas de juros baixas e ficar atento ao limite, que não deve ultrapassar 50% do valor do salário. Dessa forma, o usuário evita gastar mais do que recebe. Para economizar, pode procurar empresas que não cobram anuidade. O consumidor deve ter bom senso na hora de parcelar o valor da compra, já que há incidência de juros, e evitar pagar a parcela mínima. “Caso não consiga pagar o total, procure outra linha de crédito, que não ultrapasse 2,5% ao mês”, comenta Reinaldo Domingos.

Em caso de perda de controle sobre as finanças, o educador financeiro orienta que o consumidor faça imediatamente um diagnóstico financeiro.

Fonte: JC

poupança

Programado para ser lançado nesta segunda-feira, 16, o Bradesco lança uma poupança que recria a versão de um cofrinho de moedas, só que em versão eletrônica.

Na prática o usuário acumula os centavos dos produtos comprados. Por exemplo: se a compra teve o valor de 32,98, o banco arredonda o preço e deposita o restante (neste cado, 2 centavos) na conta digital.

O correntista também pode escolher o valor do arredondamento da compra para, em seguida, depositar na poupança. As compras são válidas para cartões de débito e crédito.

É possível ainda que o cliente escolha valores pequenos para depositar na poupança. Os números variam entre R$ 1 e R$ 5.  Vale lembrar que o banco não pode impor ao cliente a adesão deste serviço.

 

dicas para usar o cartão
As taxas dos cartões de crédito no Brasil são consideradas as mais altas do mundo. Segundo dados do Banco Central (BC), os juros dos cartões subiram 8,1 pontos percentuais entre dezembro e janeiro, atingindo a marca histórica de 439,5% ao ano.
Para as famílias brasileiras que já estão com o orçamento apertado nesse início de ano, controlar as finanças e o uso do cartão de crédito é fundamental para não cair na inadimplência.
Segundo o advogado especialista em direitos do consumidor e consultor financeiro, Dori Boucault, é possível utilizar o cartão de crédito sem comprometer as finanças. “O cartão é um bom instrumento de compra a crédito, pois se o consumidor não estiver com o dinheiro em mãos, ele tem até 40 dias para pagar”, orienta Dori.
Ainda segundo o consultor, o cartão é um meio mais seguro de fazer compras já que dispensa o uso do dinheiro. Mas alguns cuidados são necessários para não transformar esse aliado em vilão.
Algumas dicas:
1 – Controle a compulsão: ao fazer compras com o cartão, as pessoas não veem o  dinheiro saindo do bolso, por isso, muitas vezes, compram sem pensar nos gastos.
2 – Antes de comprar faça a si mesmo três perguntas: eu preciso  disso? Eu tenho dinheiro para quando chegar a fatura? Eu preciso disso agora ou posso deixar para mais tarde?
3 – Evite atrasos no pagamento: o cartão possui taxas de juros altas, com isso  existe um risco muito grande de ficar no vermelho se não pagar a fatura total na data do vencimento.  Se possível, utilize só um cartão: ter muitos cartões também atrapalha a sua  vida financeira. Dori Boucault conta que o ideal é ter um cartão com data de
vencimento próxima à data do pagamento do salário, pois, assim, você pode pagar  a fatura quando cair o salário e evita os atrasos.
4- Evite pagar o valor mínimo: o chamado crédito rotativo possui juros muito altos, que podem dobrar o valor da fatura. O advogado orienta a procurar o gerente caso tenha parcelas em atraso.
5 – Tente fazer um parcelamento com situações possíveis de serem cumpridas, alongando o pagamento é
possível conseguir uma parcela menor, mas fique de olho se esse juro não é  abusivo!
6 – Fique de olho nas parcelas: em caso de compras parceladas o advogado orienta a observar se o valor não muda de acordo com a parcela. Ele diz que se o valor aumentar com os juros, não vale a pena utilizar a forma parcelada.
7 – Utilize linhas de créditos menores: caso não consiga pagar o valor total da fatura e não for possível negociar com o banco, procure uma linha de crédito com juros mais baixos, como o crédito consignado, por exemplo, onde os juros são menores. Assim é possível saldar integralmente a fatura do cartão.  O consumidor passa a dever a linha de financiamento e não mais ao cartão.
8 – Saiba a quantia certa de limite do cartão: Dori Boucault diz que o ideal é ter um cartão de crédito com limite que corresponda até 30% do salário e comprar apenas aquilo que cabe no seu orçamento. Dori também orienta a ter em mente que aquele crédito pertence ao banco.
9 – Cuidados com as compras no exterior: nas compras em sites internacionais é preciso ficar atento, pois o preço está, geralmente, em dólar e é preciso fazer a conversão correta.
10 – Tenha em mente como anda a moeda do seu país e que sobre a compra ainda virá o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que corresponde a 7% da compra.
11 – Fique atento aos programas de milhas: muitos cartões oferecem milhas e pontos  que são verdadeiras tentações, já que algumas oferecem prêmios e viagens. Dori diz que se você souber utilizá-las, pode valer a pena, mas é preciso ficar  atento a detalhes como data do vencimento, forma de utilização e data de possibilidade de viagem. Para utilizar os pontos, normalmente, é preciso ter paciência para fazer a conversão das milhas, pois o atendimento pode ser burocrático e demorado.
JC
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