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Cuidado com o pagamento mínimo

A opção de pagar um valor mínimo da fatura do cartão de crédito, que pode chegar a 10% do total das despesas de um determinado período, é o maior perigo do dinheiro de plástico. Esta é a porta de entrada para o chamado crédito rotativo, uma modalidade de financiamento que tem um dos custos mais altos do mercado. A cada mês o valor da parcela aumenta, com alto risco de, em determinado vencimento, já não caber mais no orçamento. Para quem já deixou de pagar o cartão porque a parcela disparou, a melhor saída é procurar a administradora para negociar uma forma de quitar os débitos.

O cartão deve ser usado como facilitador de pagamento e não com a função de empréstimo. Para não cometer erros, o ideal é calcular os custos mensais para saber com antecedência quanto poderá gastar no cartão. Você deve administrar o seu limite. Se realmente precisar de crédito, o mais indicado é conversar com o gerente do banco. Pesquise sobre a linha de crédito mais indicada para o seu perfil e com custo compatível com o seu orçamento.

Leia o contrato

Antes de incluir um novo cartão de crédito na sua carteira, leia atentamente o contrato de adesão da operadora e administradora do cartão. No documento, você vai conhecer os custos do serviço, desde a adesão até a tarifa de anuidade. Identifique também quais são as taxas de juros cobradas no rotativo, pelo juro de mora (juro cobrado proporcionalmente ao período do atraso no pagamento), custos para saques (alguns cartões permitem retirar dinheiro em caixas eletrônicos) e as condições dos programas de benefício. Se você não encontrar as informações no contrato, pergunte à administração e faça uma confirmação por escrito.

Fonte: Yahoo News