cartão de crédito

Cartões de loja x cartões de crédito: qual o melhor?

Os cartões de lojas e supermercados têm atraído consumidores por causa de descontos e benefícios. Segundo uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) em parceria com o Instituto Ipsos, os brasileiros estão preferindo os cartões de lojas no lugar do cartão de crédito. É muito comum que vendedores das lojas ofereçam o cartão e tentem conquistar o consumidor através dos benefícios. Mas será que vale mesmo a pena mesmo contratar o cartão de loja?

Segundo o advogado especialista em direitos do consumidor e consultor financeiro, Dori Boucault, o cartão pode funcionar como cartão de crédito normal, a diferença que ele é liberado com menor burocracia, em relação aos cartões de crédito solicitados no banco. Muitas lojas sequer pedem comprovante de renda, apenas RG e CPF.

A facilidade se reverte em juros: o especialista conta que o cartão de loja é menos burocrático que os cartões de banco, pois instituições bancárias tem maior estrutura para fazer análises de crédito, que verificam a condição de bom pagador do cliente, portanto, podem oferecer taxas de juros mais baixas. “As lojas garantem que os parcelamentos são sem juros, mas se você atrasar a fatura, os juros são mais altos que os cartões de banco. É importante saber o Índice das Taxas de Juros e solicitar o Custo Efetivo Total sobre os valores que podem incidir sobre um eventual atraso, como taxas e juros e tudo o que possa ser incluído”, explica.

A maioria dos cartões não cobra anuidade e oferece descontos exclusivos para serem usados nas lojas. Em algumas situações, o cartão de loja proporciona até maior tempo de parcelamento, mas outras taxas podem ser cobradas. “Muitos clientes reclamam que adquiriram o cartão de loja e na fatura vieram taxas como taxa de emissão de boleto, taxa administrativa do banco, taxa de manutenção, taxa de inatividade e outras taxas que, muitas vezes, custam mais que uma anuidade de um cartão de banco”, orienta Dori. O especialista orienta a procurar saber tudo o que pode ser cobrado nesse cartão, e não ir apenas pelas vantagens.

Para atrair consumidores, muitos cartões acumulam pontos a cada compra, o que possibilita a troca deles por benefícios nas próximas visitas a loja. Além disso, o cartão de loja costuma ter um prazo maior para pagamento das faturas. Mas aí mora outra armadilha: muitos cartões não permitem o pagamento eletrônico, assim o consumidor tem de ir até a loja para pagar a fatura. “Os setores dos cartões costumam ficar intencionalmente nos fundos das lojas, assim o consumidor pode ficar tentado a levar algo a mais que não estava planejado”, diz o advogado.

Quem tem vários cartões de crédito perde a noção de gastos. Com muitas faturas e parcelamentos, o controle de gastos e planejamento financeiro fica desordenado. “É importante se lembrar de pagar todas as faturas nas datas, pois cada um tem datas de vencimento diferentes e juros diferentes”, explica o advogado.

Segundo o especialista, se você é uma pessoa que consegue ter organização financeira, paga a fatura sempre no dia do vencimento e tem controle para não se endividar, pode valer a pena ter um cartão de loja. “Você poderá usufruir do desconto, do prazo e condições exclusivas. Para bons pagadores é uma oportunidade para economizar”, orienta Boucault. Mas, se você compra de vez em quando e não tem controle rígido, pode esquecer de pagar a fatura, isso acarreta juros e taxas.

Fonte: Estadão

benefícios escondidos dos cartões

Quais são os benefícios escondidos dos cartões de crédito?

Para fidelizar seus clientes, bancos e empresas de cartões de crédito e débito costumam oferecer alguns mimos, mas alguns deles não são tão explícitos e acabam sendo ignorados. No vídeo de finanças pessoais de hoje, o consultor financeiro André Massaro fala sobre os benefícios escondidos dos cartões.

Crédito da foto: Thinkstock/leekris

Fonte: EXAME

Os cartões de crédito que os brasileiros mais gostam

Os cartões de pagamento que mais agradam os brasileiros possuem a bandeira American Express, segundo o Estudo Cartões de Crédito da CVA Solutions, uma consultoria especializada em medir força de marca e valor percebido pelos consumidores. O custo-benefício dos cartões da Amex recebeu avaliação de 1,08 na pesquisa, contra 1,05 do segundo colocado, a Porto Seguro, e 1,02 do terceiro, o HSBC. Na lista de emissores com os clientes mais satisfeitos, em seguida ainda aparecem Santander, Credicard, Banco do Brasil, Caixa Bradesco e Itaú. É curioso notar que os maiores bancos brasileiros – ou seja, os maiores emissores de cartões – são também aqueles com os clientes menos satisfeitos. Na pesquisa da CVA, a Amex também é líder entre as bandeiras, seguida por Hipercard, Visa, Diners, Mastercard e Elo. Mas por que os produtos da American Express são tão bem-avaliados pelos clientes? O que os diferencia dos concorrentes?

Eu conversei com José Carvalho, presidente da American Express no Brasil, para que ele explicasse melhor o funcionamento dos produtos oferecidos pela empresa. Ele disse que a American Express possui um posicionamento um pouco diferente de seus principais concorrentes no Brasil, a Visa e a Mastercard. A Amex tenta cativar principalmente o público de média e alta renda – e não as massas. Seu principal produto para o público com renda entre R$ 6.000 e R$ 20.000 por mês é o American Express Gold Card, que concorre principalmente com os cartões Mastercard Platinum e Visa Platinum emitidos pelos bancos. Em geral, os produtos da Visa e da Mastercard desse segmento oferecem entre 1,2 e 1,5 ponto no programa de recompensas por dólar gasto. Já o Gold Card da Amex oferece sempre 1,5 ponto por dólar. A anuidade da maioria dos cartões desta faixa é de cerca de R$ 400.

Já o principal produto da Amex para quem tem renda superior a R$ 20.000 é o American Express Platinum Card. Esse cartão tem como principais concorrentes o Mastercard Black e Visa Infinite. Esses dois cartões geralmente oferecem entre 1,8 ponto e 2 pontos por dólar gasto. O cartão da Amex, por sua vez, sempre concede 2,2 pontos por dólar. A anuidade dos três costuma girar em torno de R$ 700.

A vantagem para o cliente na concessão de pontos é um dos motivos que explica a maior satisfação da Amex. O presidente da empresa no Brasil alerta, no entanto, que o consumidor não deve escolher um cartão apenas porque ele concede mais pontos. O consumidor também precisa analisar o que poderá comprar com esses pontos. “É preciso olhar o ‘earn’ e o ‘burn’. Não adianta nada fazer um monte de promoção para o consumidor acumular mais milhas se na hora de converter isso em compras também será necessário um maior número de pontos para adquirir um produto ou serviço.” Nesse quesito, a American Express oferece duas vantagens importantes em relação a diversos concorrentes:

1) os pontos não expiram; e

2) o consumidor pode comprar passagens aéreas das quatro grandes companhias aéreas nacionais (TAM, Gol, Azul e Avianca) e também de várias empresas internacionais com os pontos acumulados. Isso é importante porque, se a passagem exige o desembolso de muitos pontos na Gol, por exemplo, o cliente pode usar suas milhas para comprar um bilhete na Azul.

Executivo com passagem pela subsidiária britânica da American Express, José Carvalho diz que uma peculiaridade do mercado brasileiros é que a troca de pontos ainda é muito concentrada em passagens aéreas. Essa é uma característica dos consumidores brasileiros, já que, nos EUA, por exemplo, os cartões “cashback”, que devolvem dinheiro para os clientes, são muito populares.

Uma das inovações que a American Express promete lançar em breve para dar mais opções principalmente para o cliente que não tem o hábito de viajar é facilitar a conversão dos pontos por outros produtos e serviços. Nos EUA, o cliente da Amex já consegue, por exemplo, pagar sua compra no McDonald’s com pontos diretamente no caixa. O que a Amex promete trazer para o Brasil é justamente essa possibilidade de pagar no caixa um Big Mac com dinheiro ou então com um determinado número de pontos do programa Membership Rewards. Carvalho considera que a troca de pontos por milhas funciona muito bem para quem gosta de viajar e se planeja com antecedência, mas nem sempre é um grande negócio para todo mundo. “Já permitimos nos EUA o pagamento com pontos em estabelecimentos de diversos parceiros e queremos também fazer no Brasil porque acaba com aquela frustração de às vezes não conseguir usar as milhas para viajar porque a taxa de conversão pedida pela companhia aérea está elevada.”

Outra ação da American Express é a reforma ou ampliação das salas VIP em aeroportos. Hoje são cinco salas em aeroportos brasileiros: Cumbica (uma no terminal 1 e outra no terminal 3), Congonhas, Santos Dumont e Recife. A sala do terminal 1 de Guarulhos foi reformada recentemente e virou Bradesco Cartões Lounge. O novo espaço é muito maior que o antigo e ganhou novos serviços, como bar e até mesmo local para tomar banho – tudo de graça para os portadores dos cartões Gold ou Platinum. No exterior o cliente Amex também tem mais facilidades. “No último ano a American Express abriu salas VIP em oito aeroportos ao redor do mundo. Nessas salas o cliente pode comer, beber, tomar banho e até dormir. É muito mais que um lugar para pegar uma água de graça.”

Os cartões da Amex também oferecem uma extensa lista de benefícios que varia de acordo com o tipo de cartão e a promoção que está sendo feita no momento da compra. Há clientes que obtém SemParar com mensalidade gratuita, descontos em passagens aéreas, táxi gratuito até o aeroporto de Cumbica, upgrade gratuito em hotéis, etc. “A gente aproveita esses momentos ruins da economia para negociar promoções e descontos com empresas aéreas, hotéis e lojas, oferecendo condições mais vantajosas para o cliente que paga com Amex”, afirma.

Outra novidade que a Amex planeja trazer para o Brasil em breve é o cartão Black. O produto já está disponível em alguns países emergentes, mas não no Brasil. Trata-se do produto de maior valor agregado da Amex. Ninguém pode ligar na empresa e solicitá-lo. O American Express Black só é oferecido a um pequeno número de pessoas, geralmente milionários ou bilionários. O cartão não tem limite de pagamento e conta com vantagens exclusivas que não estão disponíveis para outros clientes.

Outras características

Os cartões Gold e Plantinum da Amex são um pouco diferentes dos outros cartões de crédito. Os dois não possuem limite prévio de crédito como seus concorrentes – ainda que a empresa costume ligar para os clientes e confirmar o uso antes de aprovar despesas elevadas. Isso significa que muitos clientes podem pagar bens como um carro se quiserem com os cartões Gold ou Platinum. Por outro lado, o cartão é considerado de pagamento, e não de crédito. A diferença é que o cliente não pode parcelar o pagamento da fatura, que deve ser integralmente quitada na data do vencimento. Como os juros no Brasil são elevadíssimos e costumam facilmente superar os 10% ao mês e como ninguém deveria usar o crédito rotativo do cartão por essa razão, isso não chega a ser uma desvantagem. Para o cliente, na verdade, isso pode ser até uma vantagem, já que a possibilidade de parcelamento pode ser uma armadilha – os juros do rotativo são umas das principais reclamações de consumidores contra empresas de cartões.

A principal desvantagem dos cartões da Amex em relação aos das bandeiras Mastercard e Visa é a aceitação mais restrita. Hoje os cartões Amex só são aceitos em máquinas de pagamento da Cielo ou em grandes e médias empresas. Carvalho acredita que até o final deste ano uma mudança em toda a indústria de cartões deve alterar essa realidade. Ele explica que o Banco Central já vem cobrando das maiores instituições financeiras brasileiras o fim de todos os contratos de exclusividade no setor de cartões. Hoje só máquinas da Cielo aceitam as bandeiras Amex e Elo e os vales da Alelo. Da mesma forma, os cartões Hiper só são aceitos na Rede, do Itaú. O setor já vem testando a eliminação total desses contratos de exclusividade com máquinas preparadas para aceitar cartões de qualquer bandeira. Então máquinas da Cielo, da Rede, da GetNet ou qualquer outra adquirente estão sendo preparadas para aceitar todos os cartões emitidos no país. A mudança tende a melhorar aceitação dos cartões da Amex, já que, hoje, muitos clientes que possuem um cartão Amex são obrigados também a carregar outro para fazer pagamentos em locais que só aceitam Visa ou Mastercard.

Na emissão, Carvalho também prevê a expansão da empresa. Hoje mais de 90% dos cartões Amex no Brasil são emitidos pelo Bradesco, que comprou a licença para o uso da marca no país. Mas os cartões Amex também são emitidos pelo BB e pelo HSBC. Com a aquisição do HSBC pelo Bradesco anunciada nesta segunda-feira, a tendência é aumentar a emissão de cartões Amex no banco comprado. E a empresa também continua negociando com o Santander para que o banco espanhol comece a emitir Amex no Brasil. Na Espanha, as duas empresas já são parceiras, o que facilita as conversações.

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/Pages/News/NewsViewPrint.aspx?NewsId=4197438

Confira os melhores e piores cartões para acumular milhas

Levantamento da associação de consumidores Proteste, realizado a pedido de EXAME.com, mostra quais são os melhores e piores cartões de crédito para acumular milhas.

A pesquisa inclui 63 produtos oferecidos por sete bancos: Itaú, Banco do Brasil,Bradesco, Santander, HSBC, Caixa e Citi.

Os cartões foram classificados em três faixas, de acordo com a taxa de conversão dos gastos (contabilizados em dólar) para milhas.

Foram enquadrados na faixa de conversão alta os cartões que geram 1,6 milha ou mais para cada dólar gasto; na faixa intermediária ficaram aqueles que garantem entre 1,1 milha a 1,5 milha por dólar gasto; e na baixa foram enquadrados os cartões que garantem 1 milha ou menos por dólar.

Confira nas tabelas a seguir quais cartões garantem as maiores e menores pontuações:

Cartões com pontuação alta 

Cartões Renda exigida Anuidade Conversão de dólar para ponto Validade dos pontos
Itaucard Master Black* Não informa R$ 750,00 US$ 1,00 = 2 ponto 36 meses
Itaucard Visa Infinite* Não informa R$ 750,00 US$ 1,00 = 2 ponto 36 meses
Banco do Brasil Smiles Platinum MasterCard R$ 7.000,00 R$ 398,00 US$ 1,00 = 2 milhas 36 meses
Banco do Brasil Ourocard Platinum Amex Não informa R$ 363,00 US$ 1,00 = 1,6 ponto 36 meses
Bradesco Smiles Platinum R$ 6.000,00 R$ 398,00 US$ 1,00 = 2 milhas 36 meses
Bradesco Infinite Visa R$ 20.000,00 1ª anuidade: R$ 553,00/ 2ª anuidade: R$ 790,00 US$ 1,00 = 1,8 ponto (compras até R$ 9 mil) / 2 pontos (compras acima de R$ 9 mil) 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Bradesco Mastercard Black R$ 20.000,00 R$ 790,00 US$ 1,00 =1,8 ponto (compras até R$ 9 mil)/ 2 pontos (compras acima de R$ 9 mil) 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Santander Unlimited Visa Infinite/ Mastercard Black Somente para clientes Private R$ 816,00 US$ 1,00 = 2,2 bônus Não expira
HSBC Premier Mastecard Black Não informa R$ 780,00 US$ 1,00 = 2 pontos (transação nacional)/ 3 pontos (transação internacional) 36 meses
Caixa Vista Infinite R$ 15.000,00 R$ 600,00 US$ 1,00 = 2,1 pontos 36 meses

Cartões com pontuação intermediária

Cartões Renda exigida Anuidade Conversão de dólar para ponto Validade dos pontos
TAM Itaucard 2.0 Gold Visa R$ 2.500,00 R$ 306,00 US$ 1,00 = 1,33 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 Gold MasterCard R$ 2.500,00 R$ 290,00 US$ 1,00 = 1,33 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 Platinum MasterCard R$ 9.400,00 R$ 432,00 US$ 1,00 = 1,5 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 Platinum Visa R$ 9.400,00 R$ 456,00 US$ 1,00 = 1,5 Multiplus 24 meses
Itaucard 2.0 Platinum Programa Sempre Presente MasterCard R$ 5.000,00 R$ 333,00 US$ 1,00 = 1,5 ponto 36 meses
Itaucard 2.0 Platinum Programa Sempre Presente Visa* R$ 5.000,00 R$ 366,00 US$ 1,00 = 1,5 ponto 36 meses
Tudo Azul Itaucard 2.0 Gold Mastercard R$ 2.500,00 R$ 290,00 US$ 1,00 = 1,33 milha (compras comuns) US$ 1,00 = 2 milhas (compras de passagens azul) 24 meses após a data de transferência dos pontos
Tudo Azul Itaucard 2.0 Platinum Mastercard R$ 5.000,00 R$ 432,00 US$ 1,00 = 1,5 milha (compras comuns) US$ 1,00 = 2,5 milhas (compras de passagens azul) 24 meses após a data de transferência dos pontos
Banco do Brasil Smiles International MasterCard R$ 800,00 R$ 123,00 US$ 1,00 = 1,35 milha 36 meses
Banco do Brasil Smiles Gold MasterCard R$ 2.000,00 R$ 261,00 US$ 1,00 = 1,5 milha 36 meses
Banco do Brasil Ourocard Platinum Visa / MasterCard R$ 7.000,00 R$ 339,00 US$ 1,00 = 1,2 ponto (compras até R$ 4 mil reais) / 1,5 ponto (compras acima de R$ 4 mil reais) 36 meses
Bradesco Smiles Gold R$ 2.000,00 R$ 261,00 US$ 1,00 = 1,5 milha 36 meses
Bradesco Smiles Internacional R$ 800,00 R$ 123,00 US$ 1,00 = 1,35 milha 36 meses
Bradesco Master Platinum R$ 6.000,00 R$ 399,00 US$ 1,00 = 1,2 ponto 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Bradesco Visa Platinum R$ 6.000,00 1ª anuidade: R$ 239,40/ 2ª anuidade: R$ 399,00 US$ 1,00 = 1,2 ponto 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Santander Platinum R$ 10.000,00 R$ 432,00 US$ 1,00 = 1,5 bônus 36 meses
Santander Platinum Style R$ 4.000,00 R$ 384,00 US$ 1,00 = 1,3 bônus 36 meses
Santander Elite Platinum R$ 10.000,00 R$ 432,00 (Cliente Van Gogh não paga anuidade) US$ 1,00 = 1,5 bônus 36 meses
HSBC Platinum e HSBC Advance R$ 5.000,00 1ª anuidade: R$ 171,00/ 2ª anuidade: R$ 342,00 US$ 1,00 = 1,3 ponto 24 meses
HSBC Advance R$ 5.000,00 1ª anuidade: R$ 171,00/ 2ª anuidade: R$ 342,00 US$ 1,00 = 1,3 ponto 24 meses
HSBC Platinum Visa R$ 5.000,00 1ª anuidade: R$ 191,00/ 2ª anuidade: R$ 382,00 US$ 1,00 = 1,5 ponto 24 meses
HSBC Premier MasterCard R$ 3.000,00 1ª anuidade: Não cobra/ 2ª anuidade: R$ 370,00 US$ 1,00 = 1,5 ponto 24 meses
Caixa Platinum R$ 6.000,01 R$ 307,00 US$ 1,00 = 1,35 ponto 24 meses
Citi Aadvantage Platinum R$ 7.000,00 1ª anuidade: R$ 420,00/ 2ª anuidade: R$ 390,00 US$ 1,00 = 1,3 milha Não expira
Citi Credicard Diners Club Internacional Exclusive R$ 7.000,00 1ª anuidade: R$ 225,00/ 2ª anuidade: R$ 450,00 US$ 1,00 = 1,5 ponto 36 meses

Cartões com pontuação baixa

Cartões Renda exigida Anuidade Conversão de dólar para ponto Validade dos pontos
TAM Itaucard 2.0 Nacional MasterCard R$ 670,00 R$ 139,00 US$ 1,00 = 1 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 Nacional Visa R$ 670,00 R$ 147,00 US$ 1,00 = 1 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 International MasterCard R$ 1.000,00 R$ 186,00 US$ 1,00 = 1 Multiplus 24 meses
TAM Itaucard 2.0 International Visa R$ 1.000,00 R$ 198,00 US$ 1,00 = 1 Multiplus 24 meses
Itaú Múltiplo Internacional MasterCard* R$ 1.000,00 R$ 165,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Itaucard 2.0 Internacional Programa Sempre Presente MasterCard* R$ 1.000,00 R$ 165,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Itaucard 2.0 Internacional Programa Sempre Presente Visa* R$ 1.000,00 R$ 180,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Itaucard 2.0 Gold Programa Sempre Presente MasterCard* R$ 2.500,00 R$ 252,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Itaucard 2.0 Gold Programa Sempre Presente Visa* R$ 2.500,00 R$ 276,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Tudo Azul Itaucard 2.0 International Mastercard R$ 1.000,00 R$ 186,00 US$ 1,00 = 1 milha (compras comuns) US$ 1,00 = 1,5 milha (compras de passagens azul) 24 meses após a data de transferência dos pontos
BB Ourocard Gold Visa/Master R$ 2.000,00 R$ 220,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
BB Ourocard International Visa / MasterCard R$ 800,00 R$ 132,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Bradesco Master Gold R$ 2.000,00 R$ 275,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Bradesco Visa Gold R$ 2.000,00 1ª anuidade: R$ 192,50/ 2ª anuidade: R$ 275,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses (36 meses para clientes cadastrados até 31/08/14)
Santander Light** R$ 700,00 R$ 216,00 R$ 3,00 = 1 bônus 24 meses
Santander Free** R$ 700,00 (R$ 19,90 por mês, caso não utilize o cartão) R$ 3,00 = 1 bônus 24 meses
Santander Flex Nacional** R$ 700,00 R$ 135,60 R$ 3,00 = 1 bônus 24 meses
Santander Internacional Não informa R$ 152,00 US$ 1,00 = 1 bônus 36 meses
HSBC Open Card R$ 490,00 1ª anuidade: R$ 75,00/ 2ª anuidade: R$ 150,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
HSBC SuperClass Card R$ 490,00 R$ 150,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
HSBC Gold Card R$ 1.500,00 1ª anuidade: R$ 117,00/ 2ª anuidade: R$ 234,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
HSBC Auto Gold Card R$ 1.500,00 1ª anuidade: R$ 117,00/ 2ª anuidade: R$ 234,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
HSBC Delta Sky Miles R$ 1.500,00 R$ 234,00 US$ 1,00 = 1 milha Não expira
Caixa Turismo Internacional R$ 1.500,01 R$ 125,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Caixa Gold R$ 2.500,01 R$ 190,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses
Citi Aadvantage International R$ 1.000,00 R$ 204,00 US$ 1,00 = 1 milha Não expira
Citi Aadvantage Gold R$ 3.000,00 R$ 300,00 US$ 1,00 = 1 milha Não expira
Citi Credicard Diners Club Internacional R$ 7.000,00 1ª anuidade: R$ 225,00/ 2ª anuidade: R$ 450,00 US$ 1,00 = 1 ponto 24 meses

*No cartão, cada ponto equivale a 0,8 milha
**Como a conversão dos pontos nesse cartão é baseada em reais, é necessário gastar mais de um dólar para acumular uma milha, caso seja utilizada a cotação da moeda americana no fechamento do pregão de sexta-feira (6): 2,78 reais

Fonte: Exame.com

Bancos bloqueiam compra em Real com cartão no exterior

Portal EXAME

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São Paulo – Alguns bancos vão bloquear uma das funções de compra  em real com cartão de crédito em viagens ao exterior e em sites estrangeiros: a compra feita diretamente em real, com a conversão para a moeda brasileira no ato da compra, e não na data de fechamento da fatura, como ocorre com as compras normais com cartão de crédito internacional.

A decisão vai ao encontro de uma diretiva da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), de aplicação facultativa pelas instituições financeiras que emitem cartões de crédito. O motivo é que, por ser necessário calcular o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a transação, o valor da compra sofria uma dupla conversão que provocava uma diferença na fatura. (mais…)

O que fazer se o seu cartão não passar por culpa do banco

Portal EXAME

size_590_cartoes[1]São Paulo – Na madrugada deste domingo, a Caixa passará por uma manutenção no sistema e seus clientes não poderão fazer pagamentos com o cartão de débito entre as 2h e 3h30. Não raro, consumidores se deparam com essa situação, sendo que muitas vezes não são sequer avisados. Mas, existem maneiras de se defender quando esse tipo de problema acontece, e lavar pratos no restaurante não é uma delas.

De acordo com Tatiana Viola de Queiroz, advogada da Proteste – Associação de Consumidores, uma vez que o estabelecimento oferece a opção de pagamento no débito ou no crédito, caso o seu cartão não passe por algum problema técnico, como indisponibilidade do sistema do banco ou da máquina de pagamento, o consumidor não pode ser constrangido.

“Se o consumidor não tiver dinheiro, ele deve fazer algum acordo com o estabelecimento. Ele pode deixar um celular, ou um relógio para pegar dinheiro com alguém até que ele consiga voltar para pagar. O estabelecimento deve dar uma opção para ele e de forma alguma pode constranger o consumidor”, afirma Tatiana.

No caso de um estabelecimento que não aceita cheques, por exemplo, deve ser aberta uma exceção neste tipo de situação, defende a advogada. E ela acrescenta que o estabelecimento não pode exigir o pagamento em dinheiro. “Hoje em dia, andar com dinheiro pode ser perigoso. O estabelecimento não pode exigir isso do consumidor”, comenta.

Segundo ela, caso o estabelecimento não aceite nenhum tipo de negociação, chegando ao ponto de constranger o consumidor, posteriormente o cliente pode abrir um processo por danos morais contra a pessoa que causou o constrangimento. “Já ouvimos relatos de seguranças que ameaçaram clientes que não conseguiram fazer o pagamento por problemas de ordem tecnológica. Este é o típico caso de constrangimento. A pessoa não está se negando a pagar, ela foi impossibilitada, portanto eles precisam aceitar uma alternativa”, diz Tatiana.

Em relação aos bancos, a advogada do Proteste, afirma que qualquer tipo de indisponibilidade deve ser previamente e ostensivamente divulgada, seja por meio da imprensa, por pop-ups no site do banco ou por SMS.

Tatiana ainda defende que, caso o banco não informe seus clientes sobre a indisponibilidade e isso gere algum constrangimento, os bancos também poderão ser responsabilizados, podendo responder a processos por danos morais ao consumidor.

Cartão pré-pago ajuda a controlar gastos, mas pode ser caro

Portal EXAME

São Paulo – Os cartões pré-pagos se tornaram populares no Brasil entre os viajantes ao exterior. Pré-carregados em moedas estrangeiras, eles permitem que o viajante já saiba de antemão quanto vai gastar em uma viagem sem a necessidade de levar dinheiro vivo. Podem ser usados para saques em moeda estrangeira e na função débito, e a cobrança de IOF em cada transação é inferior à do cartão de crédito.

Mas os pré-pagos podem ter usos um pouco diferentes, dentro do território nacional. Pagar a mesada dos filhos e controlar seus gastos, presentear entes queridos, definir quanto os empregados domésticos gastarão para as compras da casa ou fazer compras pela internet sem expor os dados do cartão de crédito.

Apesar da praticidade, da segurança e da possibilidade de controlar gastos, porém, muitas vezes os custos desses cartões são bem altos. Pode haver taxas de recarga e até de manutenção, além de tarifas de saque elevadas. Os cartões-presente, no entanto, parecem interessantes como agrado aos mais queridos, desde que estes não demorem muito a utilizá-los. Veja a seguir os diferentes usos dos cartões pré-pagos, alguns exemplos e os custos de cada um:

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Os cartões de crédito que mais agradam os consumidores

por Revista EXAME

Os maiores emissores não são os melhores. Pesquisa da consultoria CVA Solutions mostra quais são os plásticos mais bem-avaliados pelos próprios usuários; anuidade zero ou baixa faz toda a diferença.

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São Paulo – A consultoria CVA Solutions realizou uma pesquisa sobre os pontos fortes e fracos dos cartões de crédito emitidos pelas principais instituições financeiras e varejistas do país. O levantamento incluiu entrevistas a 7.199 portadores e chegou à surpreendente conclusão de que os maiores emissores de cartões do Brasil não são os que oferecem os melhores produtos. Líder de mercado, o Itaú, por exemplo, cobra juros e anuidades mais elevadas que a média em troca de serviços não tão bons assim. Veja nas próximas páginas os cinco emissores de cartões mais bem-avaliados pelos consumidores:

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Bônus no ar ou em terra para quem usa os cartões

POR CRISTIANE CAMPOS do Jornal O DIA

Rio – Quem utiliza os cartões de crédito ou de débito no dia a dia consegue bônus que vão além das milhas aéreas. A concorrência acirrada entre os bancos beneficiam consumidores, que passam a conquistar descontos para ir a cinema, teatro, restaurante, partida de futebol e parque de diversão, além de ter tratamento diferenciado em alguns aeroportos no País. A recompensa fica mais generosa, segundo o poder de compra das famílias. Nos cartões mais sofisticados, é possível concorrer para conhecer a fábrica da Ferrari, na Itália. (mais…)

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