Anuidade Zero
Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.
É so você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO
Alguns cartões listados possuem anuidade, só que eles ofereçem várias vantagens que os demais que cobram não ofereçem. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar.
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Um novo cartão de crédito vem aí!
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Olha Digital
Se você costuma freqüentar grandes redes de cinema, sabe que, em alguns complexos, já nem é mais preciso emitir o ingresso. É possível fazer a compra pela internet, pagar com cartão de crédito, e este mesmo cartão é apresentado na entrada. Toda a transação é feita online, sem nenhum papel.
Estas mesmas redes de cinema querem melhorar ainda mais a experiência do consumidor com o uso da tecnologia. Aplicativos para iPhone permitem a compra online, com um diferencial. Por causa do GPS do aparelho, é possível descobrir, por exemplo, qual é a sala mais próxima de onde o espectador está. A mesma tecnologia dos cinemas também começa a invadir os estádios de futebol. Catracas inteligentes conduzem o acesso dos clientes para os espaços VIP. Assim como no caso do cinema, a compra do bilhete é feita pela internet, o lugar é reservado com antecedência e a novidade acaba, de vez, com a ação de cambistas. "Além disso, a gente tem a base de dados do torcedor. Sabemos que horas ele entrou, onde ele está sentado, e com isso conseguimos oferecer diversos serviços interessantes", explica Robson Oliveira, sócio-diretor da Outplan, empresa que desenvolveu o sistema das catracas.
Em breve, essas formas de pagamento deverão fazer parte do seu dia-a-dia. Há alguns meses, cartões como este aqui, estão sendo testados. Ao invés de um, eles têm dois chips e uma anteninha embutida, que se comunica com o PDA – ou a maquininha da loja. Para isso, basta que você aproxime os dois objetos. As aplicações são várias. Imagine, por exemplo, o seu cartão de bilhete único. Agora, ele pode ser substituído por seu cartão de crédito. O débito acontecerá automaticamente em sua fatura. E você consegue estabelecer limites diários para gastos específicos. Dessa forma, minimizam-se os riscos de grandes rombos em sua fatura no caso de roubo.
A empresa também experimenta realizar pagamentos via celular. Um chip, parecido com o do cartão, será embutido nos aparelhos telefônicos. E, de novo, basta aproximá-lo do PDA para que a transação seja efetuada.
Estes sistemas já estão em uso na Ásia, Europa e Estados Unidos. No Brasil, os testes já acontecem há alguns meses. A expectativa é que, até o fim do ano, lojas já disponibilizem este sistema de pagamento para seus clientes.
Câmara rejeita projeto que diferencia preços
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O POVO
A Câmara dos Deputados rejeitou, ontem, a proposta que autoriza a cobrança de preço diferenciado para bens ou prestação de serviços condicionado ao tipo de pagamento. O objetivo da lei seria legitimar a cobrança a mais pelo pagamento com cartão de crédito. O Projeto de Lei do senador e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Adelmir Santana (DEM-DF) havia sido aprovado pelo Senado.
Com a negativa da Câmara, continua valendo a interpretação do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), de que é abusiva a cobrança de preços diferenciados para quem optar por pagamento de cartão de crédito, exceto se for parcelado em mais de uma vez. O DPDC é a instância máxima de defesa do consumidor no País.
O argumento do órgão é que, a partir do momento em que o estabelecimento comercial oferece outras formas de quitação que não a de dinheiro em espécie, a colocação de limites ao consumidor configura-se abusividade, conforme repassa o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil do Ceará (OAB-CE), Hércules do Amaral.
Ele lembra que o consumidor não é “sócio” do comerciante e não pode arcar com um valor adicional por uma negociação que não depende de si. “O consumidor não tem nada a ver com isso. Não tem que se ocupar dos problemas contratuais entre a bandeira do cartão de crédito e a loja”, criticou.
Para Amaral, a discussão tem que tomar outro rumo e sugere o início de uma queda de braço com as administradoras por parte dos empresários, já que o uso de cartões é indispensável na conjuntura econômica atual.
“A OAB está atenta para agir contra a eventual lei. Diante da notícia (rejeição do Projeto de Lei), não há nada o que fazer, a não ser continuar conscientizando os consumidores de que a diferenciação de preço é ilegal”, ratifica.
A secretária de Defesa do Consumidor (Procon-Fortaleza), Isabel Lopes, é importante manter a diversidade de formas de pagamento.
“(A Lei que foi rejeitada) Não beneficiaria o consumidor, porque o deixa marginalizado, já que é forçado a comprar à vista e com dinheiro. É complicado andar com dinheiro”, defende. Ela insiste que, nem sempre, há disponibilidade financeira para comprar à vista, por isso, a vantagem do cartão de crédito, mas sem preço diferenciado.




