Anuidade Zero

Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.


É só você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO


OBS: Após a nova resolução do Banco Central, a grande maioria dos cartões passou a cobrar anuidade. Atualmente somente o Santander Free, Petrobras, Saraiva e Hipercard continuam totalmente isentos de taxas. Os demais cartões listados possuem anuidade, só que eles oferecem vantagens que como seguros automáticos e serviços para o lar. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar ao banco.



Não achou o cartão desejado? Faça outra busca



Bancos dificultam acesso a contas gratuitas, diz Idec

Apesar de serem vantajosas para o consumidor por serem gratuitas, as contas para uso exclusivo pela internet e caixas eletrônicos nem sempre são fáceis de contratar. É o que concluiu uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), realizada entre maio e junho deste ano.

Os chamados pacotes digitais são exclusivos para movimentação da conta bancária por canais de autoatendimento (internet banking, aplicativos do banco no celular e tablet e pelo caixa eletrônico) e cada instituição permite um determinado número de operações para cada tipo de serviço.

Nesse tipo de conta corrente, regulamentada pelo Banco Central (BC), não há a cobrança de tarifas por transferências e consulta de extratos, desde que essas operações sejam realizadas pelo caixa eletrônico ou internet banking. Caso o consumidor queira utilizar o atendimento telefônico ou ir até a agência da instituição financeira para realizar uma operação, ela será cobrada como um serviço adicional, conforme tabela de tarifas divulgada pelo banco.

Assim como qualquer outro pacote bancário, a conta digital permite que o cliente tenha acesso a serviços essenciais de forma gratuita, conforme norma do Banco Central: fornecimento de cartão com função débito; realização de até quatro saques e duas transferências entre contas no próprio banco por mês; fornecimento de até dois extratos mensais; e uso de até dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários para utilizar a forma de pagamento.

Poucas opções e burocracia

A primeira dificuldade verificada pelo levantamento do Idec foi encontrar um banco que ofereça a conta gratuita. Das seis instituições financeiras avaliadas,Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, ItaúSantander, apenas três oferecem o pacote de serviços digitais: o Banco do Brasil (Pacote Digital), o Bradesco (Digiconta) e o Itaú (IConta).

No Banco do Brasil, porém, não foi possível contratar o pacote. A instituição definiu por conta própria qual pacote seria destinado ao pesquisador, barrando o seu direito de escolha e violando o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Outro problema enfrentado foi a burocracia para abertura de conta. As três instituições que oferecem pacotes digitais disponibilizam um pré-cadastro pela internet, que foi preenchido pelos pesquisadores. Contudo, somente no Itaú ele foi realmente utilizado. No Bradesco e Banco do Brasil, foi necessário fornecer todas as informações novamente na agência.

Apesar de o pacote digital também ser vantajoso para o banco, pois diminui a demanda por atendimento nas agências e nos canais telefônicos, essas vantagens são dificultadas por vícios que permanecem no atendimento ao cliente nas agências, analisa Ione Amorim, economista do Idec e coordenadora da pesquisa.

Irregularidades

Assim como ocorreu no Banco do Brasil, o HSBC e o Santander também impediram que o consumidor escolhesse o seu pacote de serviços. Ambos os bancos basearam-se na renda dos pesquisadores e selecionaram pacotes mais caros, apesar de os pesquisadores informarem que só pretendiam usar os canais de autoatendimento e queriam pagar o mínimo possível.

O Santander impôs ao pesquisador a contratação do pacote Van Gogh, que custa 64 reais por mês, apesar de ter oferecido utilização de forma gratuita por 90 dias. Já o HSBC definiu o pacote Advance, cuja mensalidade é de 54,50 reais.

Para Ione, do Idec, essas práticas desrespeitam tanto o direito à informação quanto o de escolha do consumidor. O correto seria que todas as opções de pacote fossem apresentadas ao consumidor, diz a economista do Idec.

Com exceção do Bradesco, todos os bancos consultados enviaram cartões de crédito ao pesquisador sem solicitação. A prática constitui venda casada, que é abusiva e vedada pelo artigo 39 do CDC e pela Resolução n° 3.919/2010 do Banco Central.

No Itaú, houve ainda a inclusão de seguros de proteção para o cartão e cheque especial, sem que o pesquisador solicitasse.

Outro problema registrado pela pesquisa foi o não fornecimento de contratos pelos bancos, assim como o termo de adesão que discrimina os serviços incluídos no pacote contratado. Nenhum banco entregou ambos os documentos, apenas um ou outro, e o HSBC não entregou nenhum deles.

Método de pesquisa

Entre os dias 22 de maio e 3 de junho, pesquisadores do Idec de 28 a 53 anos e renda média de cinco salários mínimos abriram contas pessoais, sem vínculo com o empregador, em cada uma das seis instituições financeiras.

A abordagem nas agências, todas localizadas na cidade de São Paulo, foi padronizada e as conversas foram gravadas. A orientação era solicitar o pacote eletrônico ou o mais barato que houvesse, enfatizando que o uso seria exclusivo pelo autoatendimento.

Fonte: Exame

Qual cartão pedir: nacional ou internacional?

Qual cartão pedir: nacional ou internacional?

Antes de tudo compare as taxas de anuidade, as vantagens como programas de fidelidade e aceitação no mercado e veja se você tem o perfil de comprar em sites nacionais ou internacionais

Que existem  diversos modelos de cartões de crédito no mercado todos sabem. Mas e as diferenças entre eles? Os cartões são categorizados por famílias, tipos e modelos, cada um com condições e benefícios exclusivos. No entanto, a diferença básica entre eles, e que deve ser conhecida por todos, é o modelo: nacional ou internacional.

Cartão Nacional

O cartão nacional é o modelo básico, recomendado para quem faz compras no Brasil e em sites nacionais. Suas taxas de anuidade são inferiores as do modelo internacional. Os seus serviços são praticamente os mesmos: crédito rotativo, parcelamento, pagamento de contas, saques, programas de fidelidade e canais de atendimento.

Cartão Internacional

Já o modelo internacional, na prática, é uma melhoria do nacional. Com ele, os consumidores conseguem comprar tanto em território nacional quanto estrangeiro, além de sites internacionais.

Não é preciso fazer a conversão para a moeda estrangeira, ela é feita automaticamente no fechamento da fatura. Portanto, se você compra em algum site ou país estrangeiro, estará sujeito à variação cambial no momento do fechamento da fatura.

Uma diferença importante que deve ser levada em consideração é o valor da taxa de anuidade. Nos cartões internacionais ela é mais cara, justamente porque esse cartão inclui o consumidor em programas de fidelidade melhores e fornece maior aceitação no mercado.

O melhor cartão

Isso vai variar muito de acordo com o perfil    do consumidor. Se você não costuma viajar com frequência e não participa de muitos programas de fidelidade, não tem porque pagar altas taxas de anuidade de um cartão internacional.

O inverso também é válido. Se você está sempre viajando, usando sites internacionais, comprando e acumulando milhas no cartão, o modelo internacional é o mais apropriado, pois conseguirá vantagens que compensarão as taxas de anuidade.

Fonte: BankFacil

Como faço para aumentar o limite do cartão de crédito?

Estabelecer um valor de limite de acordo com o seu orçamento, entender a política do banco e verificar com o seu gerente, são os principais passos para aumentar o limite do cartão

Com o cartão de crédito você pode fazer suas compras, parcelar em diversas vezes ou deixar para pagar no mês seguinte. Contudo, ele está sujeito a um limite de crédito. Isso significa que você pode comprar até um determinado valor, como se fosse um empréstimo. Os bancos não permitem que você ultrapasse o limite preestabelecido. Portanto, se o seu limite for R$ 1.500,00, não poderá fazer uma compra no cartão de R$2 mil, por exemplo.

Não se preocupe, se você está com um limite de crédito baixo no cartão, é possível aumentar realizando alguns passos simples, veja.

Mas antes, se a sua questão quantidade de dinheiro, lembre-se que há dois empréstimos com taxas de juros muito baixas:  empréstimo com veículo em garantia ou com imóvel em garantia.

Estabeleça um valor

Antes de solicitar ao banco, você deve estabelecer o valor que precisa; é claro, de acordo com o seu orçamento. Não adianta pedir aumento de limite para um valor muito superior aos seus rendimentos mensais ou anual.

Entenda a política do banco

Os bancos podem negar o aumento do limite por alguns motivos variados. Na prática, essa política muda de banco para banco, principalmente entre os públicos e privados. Alguns exigem que você apenas comprove renda, outros analisam seu perfil de consumidor, levando em consideração suas antigas dívidas e o seu futuro potencial de pagamento.

Garantias pessoais como posse de bens e investimentos também são levados em consideração por algumas instituições.

Solicite o aumento

Você deve fazer a solicitação diretamente com o banco emissor do seu cartão. Desta forma, há duas opções: pela central de atendimento ou diretamente na agência física com o seu gerente. É preferível a segunda opção, já que você poderá conversar com mais calma e chegar num consenso do limite ideal para o seu perfil. É possível que seja realizada uma análise de crédito, através da consulta de seu CPF, antes de negociar os novos valores.

Em caso de reprovação, entenda o porquê

É possível que o banco negue o seu pedido de aumento. Entender o porquê é essencial para que você faça novas tentativas e obtenha sucesso. O banco pode justificar pelo seu perfil de consumidor, por exemplo, por ter usado o rotativo do cartão diversas vezes. Ou então por estar, no momento, negativado junto ao SPC e Serasa. No primeiro caso, pode ser uma boa estratégia mudar de banco. Mas se estiver negativado poderá regularizar sua situação o quanto antes para fazer uma nova solicitação.

Fonte:http://www.bankfacil.com.br