Anuidade Zero

Você esta cansado de todo mês ter que pagar aquela taxa enjoada no seu cartão de crédito? Faça como eu… Pra que pagar anuidade se existem vários cartões que não cobram essa taxa. Só paga anuidade de cartão de crédito quem quer.


É só você pensar que qualquer compra que você faz, o comerciante/loja paga uma taxa para utilização do serviço e você ainda também ter que pagar mais uma outra taxa?? É facilidade demais pros bancos. Vamos começar nossa campanha. ANUIDADE ZERO


OBS: Após a nova resolução do Banco Central, a grande maioria dos cartões passou a cobrar anuidade. Atualmente somente o Santander Free, Petrobras, Saraiva e Hipercard continuam totalmente isentos de taxas. Os demais cartões listados possuem anuidade, só que eles oferecem vantagens que como seguros automáticos e serviços para o lar. Mas sempre leia com atenção os termos antes de solicitar ao banco.



Não achou o cartão desejado? Faça outra busca



Henrique Meireles inicia projeto de Banco 100% digital

FLÁVIO DIAS, EX-WALMART.COM E AGORA NO BANCO ORIGINAL: "AINDA EM 'SOFT LAUNCH', MAS AQUECENDO FORTE OS MOTORES" (FOTO: CLAUS LEHMANN)

FLÁVIO DIAS, EX-WALMART.COM E AGORA NO BANCO ORIGINAL: “AINDA EM ‘SOFT LAUNCH’, MAS AQUECENDO FORTE OS MOTORES” (FOTO: CLAUS LEHMANN)

O Banco Original, que atua principalmente no agronegócio, está prestes a lançar um ambicioso projeto de banco puramente digital, que já começa a sair do papel. Sob comando de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, o serviço vai oferecer tudo que um banco tradicional tem, inclusive crédito e opções de investimento. Mas não terá agências: todas as operações serão feitas pela internet e por aplicativos – para sacar dinheiro, a instituição terá como parceira a Rede 24 Horas.

Agora, o projeto já tem um site com a nova identidade do banco, ainda sem publicidade ou divulgação na mídia. Os serviços estão sendo testados por funcionários e pessoas próximas. “Eles continuam valendo para um grupo (agora mais significativo) de colaboradores e parceiros, ainda no modo de ‘soft launch'”, afirma Flávio Dias, diretor executivo do projeto – ele é ex-presidente do Walmart.com no Brasil, de onde saiu para comandar a equipe de mais de 100 pessoas que trabalha no projeto do Original. “Estamos aquecendo forte os motores e fazendo ajustes para abrir ao público em breve”, diz.

O serviço completo, que terá como alvo principalmente o público de alta renda, deve ser lançado até o final do ano, segundo o banco. O projeto nasce num momento em que outros bancos e agentes financeiros também apostam em serviços puramente digitais. É o caso do Santander, que comprou em dezembro 50% da propriedade do Superbank, também uma espécie de banco totalmente digital, que, porém, não oferece a opção de dar crédito aos clientes. Outra iniciativa parecida é o Zuum, joint venture da Telefonica com a Mastercard.

O Original pertence ao grupo J&S, também dono do frigorífico JBS. A instituição tem R$ 4,6 bilhões em ativos totais, o que faz dela o 57º maior banco do país neste critério, segundo relatório enviado ao Banco Central em dezembro.

Font: Época Negócios

Dicas para renegociar dívidas do cartão de crédito

A cabeleireira Sandra Cristina da Silva, de Mogi das Cruzes, tem uma dívida de um cartão de crédito. Segundo ela conta, a dívida foi transferida para uma financeira cobrá-la. “Eu tenho uma dívida de cartão de crédito no valor de R$ 1.942 e essa dívida foi transferida para uma financeira. Essa financeira entrou em contato comigo e fizemos um acordo. Já paguei três parcelas desse acordo, sendo que no quarto pagamento eles pararam de mandar o boleto para mim”, explica.

Segundo ela, o quarto boleto não chegou e somente após quatro meses, a empresa ligou novamente para fazer um novo acordo. “Já se passaram quatro meses e não mandaram o boleto, não me ligaram e mais nada. E aí retornaram depois desses quatro meses para mim fazer um outro acordo, sendo que a dívida já estava maior”, explica. “Eu já paguei R$ 600, e eles não querem abater”.

De acordo com o especialista em consumo Dori Boucault, a negociação e o valor pago antes tem sim validade. “Se ela fez uma negociação com alguém de direito, alguém que é responsável, indicado pela empresa, essa negociação tem validade”, explica. “Tem uma claúsula do Código de Defesa do Consumidor que fala da questão da abusividade. Você não pode desprezar o que já foi pago, você tem que computar aquilo e abater da dívida principal”, explica. “Se ela já pagou, tem que abater do principal”.

O especialista aponta também que os consumidores devem ficar atentos com as empresas que ligam para negociar dívidas. “Agora tem uma outra situação se uma nova empresa quer renegociar? Tem que ver se essa empresa é autorizada a fazer isso”, avisa.

Dori explica que os consumidores devem ficar atentos às empresas que entrarem em contato para fazer a negociação. “A empresa tem que existir, tem que ser alguma coisa palpável, com loja física, telefone. Fico preocupado porque existem postes, muros e cartazes com empresas que dizem que negociamos a sua dívida, abatemos seu crédito. Isso às vezes é golpe, e aí tem que procurar ro Procon e um advogado”, aponta. “Por isso, quem tem alguma dívida com o cartão deve ficar atento na hora de renegociar. Só negocie com a administradora do cartão e se possível no seu banco, na loja física”, finaliza.

Por: G1

1001 utilidades do Cartão de Crédito: saiba como usá-las

Você já deve ter lido ou escutado várias vezes sobre as vantagens e desvantagens de se utilizar o Cartão de Crédito. Assim, você já deve saber que o Cartão pode ser um vilão ou o herói de suas Finanças Pessoais: isso irá depender de como você o utiliza. O que queremos fazer aqui é mostrar algumas situações práticas do uso do Cartão de Crédito e acompanhar o comportamento mais apropriado considerando dois tipos de pessoas: uma que está com as Finanças em dia e outra que já tem algumas dívidas no próprio cartão de crédito.

Cenário:
João e Carlos trabalham na mesma empresa e possuem cargos similares. O salário não é alto, assim nenhum dos dois tem ‘dinheiro’ sobrando, mas também não passam fome. Eles estão bem no início do mês e ainda não receberam o salário! Ou seja, já não têm muito dinheiro ‘vivo’ no bolso.

Ambos possuem neste momento um cartão de crédito e mais R$ 100 na carteira. E só! Vamos ver como eles se saem com os gastos durante o dia.

1 -Um dia na vida de João, que não tem dinheiro sobrando mas está com o orçamento equilibrado.

Sexta feira, véspera de carnaval, João acorda de manhã e, em pouco tempo, já está quase pronto para o trabalho. Mas, na hora de fazer o café da manhã percebe que está sem pão. O que fazer?

Postergando o pagamento com o Cartão de Crédito.
João decide ir tomar café na padaria da esquina. Afinal, é véspera de feriado e ele está com as contas em dia. Na hora de pagar, ele usa o cartão de crédito. Como a fatura do cartão só terá que ser paga no mês que vem, não é preciso usar o dinheiro para isso: com o cartão, ele pode ‘postergar’ o real desembolso de dinheiro.

João segue então para o trabalho e, chegando lá, qual não é a sua surpresa ao saber que é o aniversário do chefe! Ocorre então o almoço de comemoração … e, claro, o almoço é em um restaurante razoavelmente caro. João aproveita a comida, conversa bastante com o chefe e na hora de pagar, João puxa de novo o Cartão de Crédito! Se tivesse que usar o dinheiro, provavelmente ficaria com quase nada no bolso …

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Parcelando o pagamento.

Saindo do trabalho, João lembra que precisa comprar um presente para sua filha, que acabou de passar na faculdade. Ele passa em um ‘shopping center’ e procura algo bem significativo para ela, mas sem ostentação! Na hora de pagar, descobre que ele pode parcelar o valor em 6 vezes, no Cartão de Crédito, sem juros.

João volta para casa com a consciência tranquila e com os R$ 100 no bolso! Ele sabe que gastou muito hoje, mas os gastos estão dentro do orçamento. Agora é segurar um pouco os gastos até o final no mês.

2- Um dia na vida de Carlos, que já tem dívidas no Cartão de Crédito e não consegue pagar a fatura total.

Sexta feira, véspera de carnaval, Carlos acorda de manhã e demora um pouco para se aprontar para o trabalho. Mas, na hora de fazer o café da manhã percebe que está sem pão. O que fazer?

Melhor improvisar em casa mesmo.
Carlos gostaria de ir tomar café na padaria da esquina. Afinal, é véspera de feriado. Mas, como ele já tem dívidas … bem, o ideal seria não gastar nada. Ele então prepara metade de um macarrão instantâneo e como com um pouco do arroz que sobrou do dia anterior.

É dureza, mas pelo menos ele ainda tem os R$ 100 no bolso!

Carlos segue então para o trabalho e chegando lá, qual não é a sua surpresa ao saber que é o aniversário do chefe! Ocorre então o almoço de comemoração … e, claro, o almoço é em um restaurante razoavelmente caro.

Carlos gostaria muito de ir ao almoço para conseguir socializar mais com o seu chefe. Mas, ele sabe também que não pode gastar um centavo a mais … assim decide dar uma desculpa qualquer e ir almoçar em um lugar mais barato.

Parcelando o pagamento? Melhor nem comprar.
Saindo do trabalho, João lembra que precisa comprar um presente para sua filha, que acabou de passar na faculdade. Ele passa em um ‘shopping center’ e procura algo bem significativo para ela, mas sem ostentação! Sabe que não poderia gastar este dinheiro, mas a felicidade da filha vale mais do que uma dívida.

Carlos usa então os R$ 100 para pagar o presente. Infelizmente, não há desconto para pagamento à vista. O que fazer?

Apesar de ele já ter dívidas no cartão, como ele já decidiu por efetuar o gasto, o melhor, dadas as circunstâncias, é usar o Cartão para parcelar o pagamento, mas sempre procurando pagar sem juros. Pelo menos, ele alonga um pouco mais o pagamento desta despesa.

Carlos volta para casa com os R$ 100 no bolso! Ao menos ele tomou decisões que o levaram a economizar dinheiro, apesar do sacrifício. Se tudo der certo, em pouco tempo ele quitará as dívidas e poderá levar a mesma vida de João!

Fonte: Minhas Economias