Cinco conselhos para usar bem o cartão de crédito
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do Económico por Sandra
Leve agora e pague depois. É esta a característica mais aliciante do cartão de crédito. Conheça as regras de ouro para tirar o maior partido deste produto.
Optar pelo crédito gratuito
Todos os cartões de crédito têm um período (entre 20 a 50 dias) durante o qual o cliente não paga juros pela sua utilização. Para isso, é apenas essencial optar pelo pagamento a 100% da dívida. Ao pagar a totalidade das transacções mensais durante o período de crédito gratuito, os consumidores beneficiam de isenção de juros, pagando apenas a anuidade, que em alguns casos, é gratuita. Para quem escolher pagar apenas uma parcela do valor em dívida, terá de pagar juros sobre o montante não liquidado.
Escolher a TAEG mais baixa
As taxas de juro e penalidades por incumprimento são alguns dos pormenores que fazem toda a diferença. Para quem não paga o extracto do cartão na totalidade, optando pelo pagamento faseado, deverá estar atento à taxa anual efectiva global, uma vez que esta pode variar entre os 9,9% e os 27,3%, nos cartões de crédito de gama clássica.
Anuidades são termo de comparação
A maioria dos cartões de crédito requer o pagamento de uma anuidade. Este é um critério essencial na escolha do cartão, sobretudo para quem costuma pagar a totalidade das operações mensais durante o período de crédito gratuito. Existem cartões que isentam o cliente do pagamento da anuidade, consoante, por exemplo, a quantia gasta em transacções. A anuidade também depende da gama do cartão (Classic ou Gold/Premier/Platinium). Normalmente, a gama Classic tem as anuidades mais baratas.
Evitar a utilização ‘cash advance’
Os cartões de crédito também permitem o ‘cash-advance’ (adiantamento de dinheiro). No entanto, além das taxas de juro, as instituições cobram ainda comissões, às quais acrescem imposto e outros custos. O uso desta função é por isso desaconselhável. Já fora de Portugal, o uso do cartão não tem custo na Zona Euro, enquanto fora desta região as comissões são variáveis consoante o país.
Talões e seguros impedem dissabores
Com estes cartões perde-se facilmente o controlo, daí que os especialistas aconselhem a guardar os talões e a somar os gastos. O seguro de protecção ao crédito também evita "maiores sequelas".




